qui, 20/04/2017 - 18:00

Entidades assistenciais pleiteiam novos convênios junto à Prefeitura de Ipatinga

Organismos de atendimento a dependentes químicos e famílias de vítimas de trânsito ficaram sem receber parcelas de 2016

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O prefeito Sebastião Quintão recebeu em seu gabinete, na tarde desta quinta-feira (20), representantes de mais três entidades prestadoras de serviços à população que tiveram suas atividades prejudicadas em função de compromissos financeiros não cumpridos pelo governo anterior. Além da regularização de débitos do município, relativos ao exercício de 2016, foram manifestados pelas instituições apelos para renovação das parcerias. Estavam representados o Instituto Raquel Barreto em Defesa da Vida, com atuação focada em educação de trânsito, e as comunidades terapêuticas de apoio a dependentes químicos, Fazenda Água Viva e Associação Reviver.

A orientação do prefeito à sua assessoria foi no sentido de sanar o mais rápido possível, dentro da legalidade, as parcelas que ficaram pendentes dos convênios do ano passado. Ele também definiu o encaminhamento de novos encontros de trabalho entre técnicos do governo e as organizações sociais, para agilização de documentos, levantamento de necessidades e eventuais objeções aos contratos pleiteados para 2017.

As entidades agradeceram a abertura dada pelo Executivo para ouvir suas reivindicações, queixando-se de falta de diálogo e decisões unilaterais tomadas pelo governo anterior.

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Entidades desamparadas
A presidente da Fazenda Água Viva e uma de suas fundadoras, Maria da Conceição Ribeiro Vasconcelos, que trabalhou por 35 anos como educadora do Colégio São Francisco Xavier, contou que por pouco a entidade não fechou suas portas. A Fazenda, que utiliza uma área do município no bairro Forquilha, cedida em sistema de comodato, foi criada há 28 anos e atende atualmente cerca de 30 internos, trabalhando também com apoio às famílias por meio do grupo “Amor Exigente”. As parcelas do convênio relativas aos meses de novembro e dezembro de 2016 não foram quitadas, e a dirigente disse que saiu às ruas a fim de buscar socorro para manter as atividades.

O presidente da Associação Reviver, Adair Ferreira de Freitas, contou que a entidade fundada em 1995, com sede no bairro Cidade Nobre, chegou a manter 55 internos, sendo 35 homens e 25 mulheres. No entanto, o núcleo feminino, aberto em 2003, hoje está fechado por falta de recursos. O convênio com o município vinha sendo mantido desde 2005, no primeiro governo de Quintão, mas acabou interrompido no ano passado diante de problemas de ordem financeira e funcional. Algumas entidades ficaram com repasses do município atrasados em até quatro meses, de setembro a dezembro de 2016, informa a assessoria técnica da prefeitura.

Fundado em 2008 e tendo como principal motivação a proteção das vidas no trânsito, o Instituto Raquel Barreto, com sede no bairro Canaãzinho, nasceu de um acontecimento trágico: o acidente que resultou na morte de uma jovem de 24 anos, filha de Maria de Lourdes Barreto, primeira presidente da entidade. Ela estava na garupa da moto do namorado, que se envolveu numa colisão com o veículo de um agente penitenciário que supostamente dirigia alcoolizado e teria feito uma conversão proibida. O organismo desenvolve várias ações para os familiares de vítimas de trânsito, que recebem acompanhamento psicossocial e terapêutico. O grupo também participa de blitze educativas junto com a PM, além de palestras em escolas e igrejas.

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