A Fundação Relictos e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), desenvolvem junto às Associações de Catadores de Ipatinga um projeto de capacitação.
Divulgação
O convênio firmado junto ao governo em 2009 visa o desenvolvimento das habilidades dos catadores, de forma que os mesmos possam obter renda extra com a venda de artesanatos feitos a partir dos materiais coletados.
Técnicas como trançagem, por exemplo, transformam o papel de revistas em bolsas, pastas, chapéus e porta utensílios.
Os treinamentos, ministrados por uma equipe da Fundação Relictos, ocorrem aos sábados e contam com o apoio da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente e da Secretaria Municipal de Ação Social.
Em paralelo à capacitação de trabalhos manuais, os líderes de cada associação de catadores recebem ainda um treinamento especifico sobre gerenciamento, onde aprendem a administrar os possíveis lucros obtidos com a venda dos artesanatos.
Participam do projeto de capacitação cerca de 40 catadores, membros da Associação de Catadores de Materiais de Ipatinga (Ascari), Associação dos Catadores de Material Reciclável (Amavale) e Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis do Vale do Aço (Coopcava).
Sidney Correia, presidente da Ascari, acredita que o projeto é a oportunidade que os catadores têm de complementar sua renda.
“O material coletado por eles rende mensalmente cerca de R$ 250. A produção e comercialização de artesanato pode ser um excelente complemento, além da possibilidade de inserção em um mercado diferente”, pondera.
Da redação do Plox
Comentar