A juíza Patrícia Acioli, assassinada na porta de casa com 21 disparos nessa quinta (11), começou a organizar uma semana antes uma força-tarefa contra crimes cometidos por policiais militares. A Corregedoria da Polícia Militar e a Promotoria da Vara Criminal do Fórum de São Gonçalo também estavam envolvidas nessa ação conjunta.

O corregedor da PM, coronel Ronaldo Menezes, informou que o grupo iria acompanhar casos de auto de resistência – registro de mortes em supostos confrontos com policiais militares. Seriam checadas as ocorrências e coletados dados para identificar eventuais falhas ou crimes cometidos pelos policiais ao elaborar esses autos.
O coronel acredita que com essa ação faria com que os casos chegassem de modo mais claro ao Ministério Público. Isso permitiria que o órgão atuasse de forma mais rápida e efetiva nos processos envolvendo PMs. De acordo com Menezes, esse trabalho terá continuidade mesmo com a morte da juíza.
O Tempo
Da redação do Plox
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