quarta-feira, 17/08/2011

Juíza iniciou força-tarefa para investigar policiais uma semana antes de morrer

A juíza Patrícia Acioli, assassinada na porta de casa com 21 disparos nessa quinta (11), começou a organizar uma semana antes uma força-tarefa contra crimes cometidos por policiais militares. A Corregedoria da Polícia Militar e a Promotoria da Vara Criminal do Fórum de São Gonçalo também estavam envolvidas nessa ação conjunta.

O corregedor da PM, coronel Ronaldo Menezes, informou que o grupo iria acompanhar casos de auto de resistência – registro de mortes em supostos confrontos com policiais militares. Seriam checadas as ocorrências e coletados dados para identificar eventuais falhas ou crimes cometidos pelos policiais ao elaborar esses autos.

O coronel acredita que com essa ação faria com que os casos chegassem de modo mais claro ao Ministério Público. Isso permitiria que o órgão atuasse de forma mais rápida e efetiva nos processos envolvendo PMs. De acordo com Menezes, esse trabalho terá continuidade mesmo com a morte da juíza.

O Tempo

 

Da redação do Plox


Comentar

O conteúdo deste campo é privado não será exibido ao público.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Tags HTML permitidas: <a> <em> <strong> <cite> <code> <ul> <ol> <li> <dl> <dt> <dd>
  • Quebras de linhas e parágrafos são feitos automaticamente.

Mais informações sobre as opções de formatação



Entre em contato
© 2008-2012 plox.com.br Todos os direitos reservados. Primeiro portal de notícias e entretenimento do Vale do Aço