Um dos suspeitos da morte do menino Juan Moraes, 11, em Nova Iguaçu, o cabo Edilberto Barros do Nascimento será julgado no dia 20 em outro processo por assassinato. Ele e mais três policiais são acusados da execução do ex-presidiário Júlio César Andrade Roberto, 23, em 2008, em Mesquita.

Assim como a ação no caso Juan foi registrada como auto de resistência - quando há reação à ação da polícia -, o mesmo ocorreu com a primeira versão da morte de Júlio, apresentada pelos policiais. Segundo os PMs, Júlio teria entrado em confronto e morreu.
As semelhanças não param por aí. No caso Juan foram apreendidas pistola e drogas que estariam com Igor Afonso, 17, que morreu, acusado ser traficante. Na ação em que Júlio foi morto, com ele foi encontrado revólver e drogas.
Vergonha
O secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, disse ontem que o caso do menino Juan o envergonha e que, de agora em diante, sua secretaria terá de agir de maneira "exemplar e muito transparente" para punir os responsáveis. "É triste, e, para mim, particularmente, é até vergonhoso", disse.
O Tempo
Da redação do Plox
Comentar