sábado, 25/09/2010

A doce vida de cão

Estamos fazendo uma retrospectiva de algumas matérias que marcaram os dois anos do PLOX. O canal que em pouco tempo demarcou seu espaço nas comunicações do Vale do Aço

 

O Filhote com seu olhar encantador sempre cativa um novo dono

A cada dia a imagem do cachorro como animal para “vigiar o quintal” vai dando lugar a figura de um mascote da casa. Historias de cachorros que se tornam como da família são antigas, desde os tempos das casas na roça onde um cachorro, vira-latas na maioria das vezes, via as crianças crescerem e agora permeiam as lembranças de adultos que sentem saudades dos cães, que se alimentavam de angu, ou até da mesma comida que os moradores da casa comiam, mas eles eram para “vigiar o quintal”.

Hoje os caninos são muito mais vigiados do que vigiam e são cercados de mimos e adornos, mais que da família, se tornam o “xodó” da família; E no orçamento de muitas, lá se vai parte da renda que se divide entre boa ração e vitaminas, passando por salões e desembocando até mesmo em brinquedos. Isso mesmo brinquedos!

Camareira do Hotel onde vive "Pretinha"

Os donos não sentem o menor remorso, pelo contrário, se sentem lisonjeados por terem sempre por perto o seu “amigo fiel” e daí vem algumas celebres conclusões: Cão é o melhor amigo do homem, outra diz que se o dono muda de casa, seu cão o segue por onde ele for. Diferente do gato, pois se o dono do gato se muda mas deixa o sofá, o gato se deita no sofá e dorme.

Em todo o mundo, várias civilizações têm histórias sobre a lealdade canina. Em alguns países se tornaram tão famosas as historias que até monumentos foram levantados em favor dos latidores fieis.

Para atender ainda mais a individualidade humana, existem cães de várias raças, com diferentes tamanhos e principalmente, diferentes comportamentos, desde os mais dóceis até os mais ferozes, que já até forçaram a criação de leis especificas para eles.

Uns fazem questão de criarem as raças mais caras. Outros apenas gostam de cachorro e pronto. Há até mesmo os que querem pegar os vira-latas na rua e mudar sua historia, que da noite para o dia se transformam de plebeus das ruas em príncipes das famílias e recebem desde tratamentos médicos até um dos mais sublimes sentimentos dos humanos: o afeto.

 
“Chorão” é um destes protagonistas das ruas, especialista em virar latas e rodear carrinhos de hambúrguer. A história de Chorão é conhecida por muitos que moram ou circulam pelo bairro Horto, em Ipatinga. Ele teria sido atropelado ainda filhote nas proximidades do Banco Itaú e costumava ficar debaixo da marquise do banco, sentia dor e andava arrastando uma das patas, e tinha o terrível hábito de se deitar no meio da rua. Uma moradora do bairro informou que por muitas vezes tirou ele da rua e o colocou na calçada. “A gente tirava ele do asfalto, ele tinha o olhar triste, daí a pouco voltava e se deitava no lugar onde os carros passavam, parecia que ele queria se suicidar, era muito estranho aquilo”, afirmou Dona Silvia ao ver chorão passeando com seus novos donos.

A história de Chorão mudou quando uma estudante, na época com 17 anos, o viu no ponto de ônibus, segundo ela, que prefere não se identificar, foi amor a primeira vista. A partir daí foi só o tempo necessário para convencer os pais a trazer o cão de raça não definida para dentro de casa. E lá está ele até hoje, virou uma espécie de “Príncipe do Terraço”, fica a maior parte do tempo olhando as ruas do alto do prédio onde mora. Seria saudade, ou apenas a doce preguiça reservadas aos “Lordes” ?

Já o pequeno Flick, apresenta ter sido sempre um pouco burguês, sua dona, a biomédica Sandra Morais não esconde o apreço ao pequeno canino com olhar assustado do tipo “apesar de pequeno, sou bravo”.

O carinho da dona se revela no jeito carinhoso e até orgulhoso como ela olha para o bem cuidado, bem penteado e bem acompanhado animalzinho. Sandra informa que Flick não é seu primeiro, mas ele é a continuação de um gosto antigo: “Já tive vários outros cachorros, é um caso antigo, já tive também cachorros grandes como, por exemplo, o São Bernardo”, afirma sorridente a biomédica de cabelos dourados, tal como os de Flick, é claro.

Já a pequena cadela “Pretinha” resolveu fazer como alguns magnatas e optou por morar em um hotel de luxo, Pretinha acredita que ali estará mais segura de receber a atenção que todo hóspede de um bom hotel merece receber. Moradora da marquise do Hotel San Diego, um dos mais imponentes da região do Vale do Aço, ela é conhecida por todos. Os funcionários do hotel já são íntimos dela, assim como vários hospedes que a chamam pelo nome. Pretinha ainda tem a sua frente um jardim, só dela, e que ela se nega a compartilhar com outros cachorros que às vezes circulam em frente ao hotel

 

 

Da redação do Plox

Adota-se um caozinho

Enviado por Janaina (não verificado) em qui, 26/08/2010 - 10:47.

Olá, pessoal, tenho um filho de 02 aninhos e tinha uma cachorrinha Pinscher e a cachorrinha

fugiu, gostaria muito de saber onde adota-se caezinhos, se alguem ai souber me avisem por favor.


Se pelo menos metade das

Enviado por Brenda Colen (não verificado) em qua, 27/01/2010 - 15:34.

Se pelo menos metade das pessoas "más" do mundo se transformassem nesses lindos animais, o mundo seria mais feliz! E as grandes midias, como o PLOX, gastariam menos tempo com materias que retratam a violência e a falta de amor.


Muito boa e interessante a

Enviado por Bruna (não verificado) em qui, 30/04/2009 - 21:41.

Muito boa e interessante a materia. Nao da pra negar como eles sao as coisas mais doces e amaveis do mundo. Quem realmente tem amor no coração nao tem como nao amar ou ao minimo respeitar estes belos seres. Por mim teria ao minimo 100 em minha casa.


Este ai, o chorao é muito

Enviado por Lupi (não verificado) em qui, 30/04/2009 - 21:33.

Este ai, o chorao é muito lindo!


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