segunda-feira, 09/11/2009

A Virgem Maria

A Virgem Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, é uma criatura privilegiada. Deus queria fazer-se homem e escolheu Sua Mãe, cumulando-a de todos os dons e virtudes, a fim de preparar Sua morada em seu seio virginal.

Com razão, o profundo sentido de piedade popular dirige-lhe este louvor: "mais que tu, só Deus!" Suas relações especiais com a Santíssima Trindade fazem com que a louvemos como Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho e Esposa do Espírito Santo de Deus. Bem pôde cantar agradecida, ao ter conhecimento do mistério da sua eleição divina para ser a

Mãe do Verbo Encarnado: "todas as gerações me hão de proclamar bem-aventurada, porque o Todo-Poderoso fez em mim grandes coisas."

O privilégio fundamental, que está no centro de todos os outros e dá a razão deles, é a maternidade divina. Maria Santíssima é verdadeiramente Mãe de Deus, porque gerou e deu à luz Cristo Jesus, que é verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Quando Nestório negou a Maternidade divina de Maria, o Concílio de Éfeso proclamou este ensinamento: "Se
alguém não confessa que o Emanuel é verdadeiro Deus e por isso a Santíssima Virgem é Mãe de Deus, posto que gerou carnalmente o Verbo de Deus feito carne, seja anátema". (Anatem, de S. Cirilo, 1, em Dz.113).Jesus é seu Filho.

Porque estava escolhida para ser Mãe de Deus, foi preservada do pecado original com o qual todos nascemos, herdado de nossos primeiros pais. Ela é a Imaculada Conceição.

Assim Pio IX define este dogma: "Proclamamos e definimos que a doutrina que afirma que a Santíssima Virgem Maria foi preservada imune a toda mancha de culpa original no primeiro instante da sua conceição por graça singular e privilégio de Deus Onipotente, em atenção aos méritos de Cristo Jesus Salvador do gênero humano, é revelada por Deus e deve ser portanto acreditada firme e constantemente por todos os fiéis". ( Bula Inefabilis Deus, 8 de dezembro de 1854, em Dz. 1641).

Embora esse privilégio se refira diretamente à inexistência nela do pecado original, há de se entender ao mesmo tempo que Deus a santificou com tal abundância de graças que a colocam acima de todos os Anjos e de todos os Santos. Ela é a Rainha de todos os Santos porque a medida da Sua santidade é o privilégio maior que Deus concedeu a uma criatura: ser Sua Mãe.

"Todas as gerações me chamarão bem aventurada" (Lc 1, 48)

A piedade da Igreja para com a Santíssima Virgem é intrínseca ao culto cristão. A Santíssima Virgem é legitimamente honrada com um culto especial pela Igreja. Com efeito, desde remotíssimos tempos a bem-aventurada Virgem é venerada sob o título de "Mãe de Deus" sob cuja proteção os fiéis se refugiam suplicantes em todos os perigos e necessidades.

Este culto encontra a sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus e na oração mariana, tal como o Santo Rosário, resumo de todo o Evangelho.
Devemos acrescentar ainda, que na história da humanidade nunca se ouviu dizer de alguém que tivesse tantos títulos quanto Maria.

Religiãocatolica.com.br
 

Da redação do Plox

Mãe da Igreja, SIM!

Enviado por Rincon (não verificado) em dom, 20/03/2011 - 00:29.

A paz de Jesus, Carlos Roberto

Maria é sim, Mãe da Igreja e Sim está na Bíblia!

Maria foi a primeira que disse sim ao chamado de Jesus ao dizer SIM ao Anjo.

A Igreja de Jesus nasceu com o SIM da Virgem Maria, quando da anunciação feita pelo Arcanjo Gabriel. A Lei e os Profetas atestam o caráter divino com que Deus prenunciava a formação da Igreja a partir da Encarnação do Verbo.

Quando a Santíssima Virgem deu seu “sim” nascia ali a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, sendo a Virgem a primeira co-participante da obra de Redenção da humanidade.

Maria foi a primeira seguidora do plano de Deus e primeira discípula de seu Filho, foi a primeira pessoa a crer em Jesus, como o Filho de Deus e o Salvador da humanidade. Sua resposta ao anjo não foi algo mágico ou passivo, mas um ato de coragem, de fé profunda e de disponibilidade a Deus, a serviço da humanidade.

Quando, no Calvário, Jesus disse: “Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua Mãe.” Maria recebeu de seu Filho a anunciação de sua maternidade: Mãe da Igreja, isto é, de todo o povo de Deus. Tendo Deus como Pai, Jesus como Filho de Deus, nosso irmão e amigo, e Maria por Mãe, o povo de Deus (Igreja) sente-se como uma família. E, através da evangelização, a Igreja gera novos filhos, e nesse parto sempre renovado Maria é nossa Mãe. Ela intercede com amor materno, pelos irmãos de seu Filho que ainda estão na luta desta vida. Com compaixão, misericórdia e bondade, intercede junto a seu Filho, como o fez em Caná da Galiléia.

Paz e Bem!


MARIA MÃE DA

Enviado por Carlos Roberto (não verificado) em sab, 14/08/2010 - 10:46.

MARIA MÃE DA IGREJA?
COMO?

“Até o seu amor, o seu ódio, e a sua inveja já pereceram, e já não têm parte alguma neste século, em coisa alguma que fez debaixo do sol” - Eclesiastes 9:6

Vi um artigo na internet sobre “Maria, mãe da igreja”, e gostaria de fazer algumas considerações que acho pertinentes, e para isto quero tomar como base de minha argumentação as ESCRITURAS SAGRADAS, uma vez que é nela que encontramos, como CRISTÃOS, se afirmamos que o somos, todas as orientações para a nossa vida religiosa. Refutá-la ou esquivar-se do que ensina a BÍBLIA neste assunto, coloca sob suspeita as intenções de qualquer religião quando o tema é fé em JESUS CRISTO.

O primeiro ponto que quero levantar é quanto à “participação da mulher” no Ministério Sacerdotal da Igreja Católica. Se o catolicismo venera Maria por ser ela mãe BIOLÓGICA de Jesus, dando a ela o status de Santa - fato que não encontra respaldo nas Escrituras - porque não permitir que outras mulheres possam exercer o MINISTÉRIO SACERDOTAL? Que argumentação há quanto esta proibição? Seriam as outras mulheres do mundo INCAPAZES para lidar com as questões pertinentes à fé do povo? Não há nesta atitude um ato deliberado de “DISCRIMINAÇÃO” por parte da Igreja católica? Porque o Vaticano, usando Maria como modelo, não abre as suas portas às mulheres?

Afirmar que Maria é a “mãe da igreja” é, no mínimo contraditório, pois nem mesmo Pedro o “PAPA” usa este argumento, até porque, até onde sei a igreja não tem mãe, tem CABEÇA que é CRISTO!. Se assim o fosse, com certeza absoluta a BÍBLIA teria alguma referência sobre o assunto, o que não é o caso. Partindo do argumento de que ela é mãe de Jesus, Eva então é mãe de Maria e, portanto é por afinidade, mãe de todos, sendo Adão o pai. Ou será que a história começa no Novo Testamento? Neste caso, a quem deveria a igreja fidelidade, a Pedro ou a Maria? Ou seria a Cristo?

Porque só em 1964 o Papa Paulo VI resolveu dar a ela este título? Não há algo estranho nesta atitude do Papa? Será que outros religiosos não a reconheciam como tal? Porque só em 1964 ela passou a ser mãe da Igreja Católica? A BÍBLIA diz: “Só ao Senhor Deus adorarás e só a Ele servirás”, isto faz com que qualquer outra forma de culto se coloque na contramão deste MANDAMENTO. Deus é Deus, Maria é uma criatura como qualquer outra, formada de carne e osso sem qualquer PODER para realizar qualquer ação junto ao Pai. Isto está muito claro para qualquer leigo que queira levar a sério os ensinos de Jesus, para quem não quer, vale os argumentos distorcidos, criados por pessoas que ignoram o sacrifício de Cristo na Cruz. O que tem isto com Maria, você deve estar perguntando? Foi Jesus que pagou o PREÇO PELOS NOSSOS PECADOS, portanto, não há qualquer possibilidade de a sua mãe, por mais pura que fosse, interferir no processo de salvação e de aproximação do homem a Deus. Ela apenas CEDEU seu ventre para gerar no seu interior o homem, que mais tarde seria o Libertador da humanidade. Nada mais! Concebida sem pecado? Como? Se o pecado é inerente do ser humano, seria ela sem esta herança vinda do Éden? É a BÍBLIA que afirma peremptoriamente que TODOS pecaram... - Romanos 3:23.

Porque seria ela parte deliberada da igreja? Quais os argumentos que respaldam esta afirmativa? É uma HERESIA muito grande afirmar que Maria está dentro da igreja, e pelo que sei e a BÍBLIA é muito clara neste aspecto, quem está diretamente ligado à igreja é o Espírito Santo. Maria, até onde consigo enxergar, é apenas uma mulher como qualquer outra que foi agraciada para conceber e dar a luz ao filho de Deus. Morreu e não foi ascendida ao céu como seu filho. Com certeza absoluta, ela foi ENTERRADa em algum lugar e por lá ficou até hoje. Ou será que estou errado? Porque não há qualquer relato sobre a “SUA SUBIDA AO CÉU” mencionado pelos Discípulos de Jesus? Será que esqueceram? De fato ela participou na salvação do homem, sendo mãe de Jesus e para por aí, até porque sequer é lembrada pelos Apóstolos após a morte de Cristo.

Que considerações BÍBLICAS usou o Papa Paulo VI para recomendar o culto a Maria? Quais os fundamentos BÍBLICOS usados para justificar que ela é INTERCESSORA dos homens no céu? A BÍBLIA afirma categoricamente: “Porque só há UM Mediado entre Deus e os homens, CRISTO JESUS” - I Timóteo 2:5 – ela, neste caso e neste verso, deveria colocar MARIA também como mediadora nas relações entre o homem e Deus. Teria Paulo esquecido? Porque Paulo colocou de forma EXPLICITA este texto nas suas cartas? Não estaria ele antevendo o desvio de conduta espiritual do homem no futuro? Com certeza! De fato isto aconteceu.

A BÍBLIA deixa claro que Jesus não teve pecado, quanto à Maria isto não acontece até porque as próprias profecias messiânicas falam de um cordeiro puro e não de uma mulher livre de erros. Outra coisa, é o relato que diz: “TODOS PECARAM...” - Romanos 3:23 - e neste caso está claro que Maria está incluída neste TODOS. Como qualquer mortal, ela estava sujeita as mesmas condições de qualquer ser humano, a única exceção é que ela foi doadora de um lugar no seu interior para que Deus pudesse gerar o homem que libertaria o povo de seus pecados.

Porque Deus iria DIVIDIR os seus poderes de onisciência, onipresença e onipotência com outros seres humanos senão com seu ÚNICO filho? É estranho ver a igreja católica, por deliberação de seus líderes e sem qualquer base Bíblica ou lógica, querer impor uma DIVISÃO DE RESPONSABILIDADES com Maria apenas pelo fato de ter sido ela a genitora do Messias. A trindade é composta por PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO e ao que me consta, a mãe não entrou nesta lista, portanto querer imputar qualquer relação dela com nesta unidade é algo que não merece crédito. Afirmar que ela é CO-REDENTORA também é um absurdo, posto que SÓ Jesus, com o seu sacrifício na cruz, tem capacidade de redimir o homem de seus pecados. O que fica claro é que as afirmativas da igreja católica depõem contra ela mesma e são todas contraditórias, pois carecem de fundamentos sólidos e palpáveis.

Eu tenho mais argumentos, mas vou parar por aqui. Deixo com a Igreja Católica a responsabilidade de esclarecer os pontos por mim levantados aqui. Espero que o faça usando a BÍBLIA como fonte de fundamentação de sua defesa. Ou não seria a PALAVRA DE DEUS confiável para tratar do assunto?

“Pois quem no céu se pode igualar ao Senhor? Quem é semelhante ao Senhor entre os filhos dos homens?” - Salmos 89:6

Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo; podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo; mas não vos será possível enganar sempre toda a gente.

Carlos Roberto Martins de Souza


Comentar

O conteúdo deste campo é privado não será exibido ao público.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Tags HTML permitidas: <a> <em> <strong> <cite> <code> <ul> <ol> <li> <dl> <dt> <dd>
  • Quebras de linhas e parágrafos são feitos automaticamente.

Mais informações sobre as opções de formatação



Entre em contato
© 2008-2012 plox.com.br Todos os direitos reservados. Primeiro portal de notícias e entretenimento do Vale do Aço