terça-feira, 31/08/2010

Unileste discute história da saúde pública com Cinema na Praça

 Nesta quarta-feira (1/9), alunos da área de Saúde do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste-MG) participarão de uma alua especial sobre a história das políticas de saúde pública no país. Intitulada Cinema na Praça, a atividade reunirá estudantes e professores nos jardins do campus universitário de Ipatinga, no bairro Bom Retiro, para a exibição de um documentário produzido pelo Ministério da Saúde. O evento é aberto ao público e tem início às 19h, com entrada franca.

O Cinema na Praça é uma iniciativa da professora Vitória Pires, que ministra a disciplina Políticas Públicas de Saúde nos cursos de Farmácia, Fisioterapia, Nutrição e Ciências Biológicas. Segundo a docente, a atividade em conjunto visa transmitir conhecimentos sobre a finalidade, os princípios, as diretrizes e a organização do Sistema Único de Saúde (SUS). “Com este estudo histórico, pretendemos estimular os universitários ao entendimento de questões inerentes à construção do campo de atuação profissional em que eles estarão inseridos brevemente”, ressalta.

O documentário
Com roteiro e direção de Renato Tapajós, o documentário Políticas de Saúde no Brasil: um Século de Luta pelo Direito à Saúde demonstra o desenvolvimento dos serviços de saúde pública no país e sua articulação com a história política brasileira, destacando os mecanismos criados para a implementação destes serviços, desde as Caixas de Aposentadorias e Pensões até a implantação definitiva do SUS.

A narrativa central retrata o modo como a saúde era considerada, no início do século XX, um dever da população, com as práticas sanitárias implantadas autoritariamente pelo Estado. Ao longo da história, esta relação se inverte, estabelecendo a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado, como garante a Constituição de 1988.

Toda essa trajetória é contada através de uma narrativa ficcional vivida por atores, com reconstrução de época apoiada por material de arquivo. Para tornar a narrativa mais leve e atraente, o filme se vale da linguagem dos meios de comunicação dominantes em cada época, como o jornal impresso, o rádio, a TV em preto e branco, a TV colorida e, por fim, a internet.

Assessoria de Comunicação do Unileste

Da redação do Plox

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