A Classificação de Risco do paciente internado era um protocolo seguido pela Unidade de Tratamento Intensivo, UTI, do HMVB que agora, se expande para todos os setores de internação a fim de reforçar os cuidados com os pacientes clinicamente complexos e que exigem mais atenção por parte da equipe assistencial.
O sistema de classificação é a categorização dos pacientes de acordo com o seu grau de dependência em relação à assistência de enfermagem. A metodologia define os diferentes níveis de complexidade e identifica esses pacientes para a equipe de enfermagem se adequar às necessidades apresentadas, tendo em vista que a ocupação no Hospital permanece acima de 90%.
A cada internação, é feita uma classificação em pontos que avalia os indicadores segundo os sinais vitais, patologia e evolução no quadro clínico do paciente que o define como estável, grave ou que requer cuidados. Com base nesses três resultados é que a assistência faz a triagem daqueles que estão em maior exposição ao risco.
“O objetivo é identificar os diferentes graus e complexidades assistenciais que os pacientes apresentam dentro de uma mesma unidade de internação. Conforme for o caso, disponibilizamos até mesmo um funcionário da assistência especificamente para cuidar daquele paciente. A alta taxa de ocupação e nossa meta de buscar a Acreditação é que nos fez expandir este protocolo para todos os setores de internação e tem sido favorável, afirma a enfermeira Renara Cristina.
“O cuidado mais qualificado otimiza a recuperação do paciente quando se tem um quadro de superlotação”, acrescenta a diretora administrativa, Vanide Alves. O assunto foi tratado em mais uma edição do PEC Vital realizado no Centro de Estudos do HMVB. Todo o corpo clínico do Hospital participou do treinamento.
Da redação do Plox
Comentar