Gripe. Até o maior ator atualmente do cinema brasileito pega. E não é o vírus hollywoodiano, que o colocou na ficção-científica Elysium, do diretor de Distrito 9, Neill Blomkamp. É o básico mesmo, que até você pega. Wagner Moura, 35 anos, não é muito fã de ser fotografado, mesmo por fãs. “Me sinto um souvenir, como se o cara tivesse feito só pra mostrar para o amigo que me encontrou”, diz rindo.
Sua presença causa estranheza. É tão marcante a persona do Capitão Nascimento, que a pessoa real é que parece a ficção – basta ver nosso making of logo abaixo, em que Wagner está rindo, tossindo, casualmente alinhado, ou assisti-lo em atuações como em VIPs (2010) ou Homem do Futuro, comédia atualmente nos cinemas. Tudo muito longe do policial do Bope de expressão amarrada, tensa. “As pessoas ficam decepcionadas quando notam que eu não sou o Capitão Nascimento”, explica.
“Há possibilidades de existir um novo Tropa de Elite, mas sem ele. O Capitão Nascimento não tem mais para onde ir em termos de dramaturgia, por mais dinheiro que possa gerar”, finaliza.
Da redação do Plox
Eduque as Crianças e Não Precisará Punir Adultos
O que o Brasil precisa, não é de Meganha "Bravo"; esses são conseqüência do que o exterior nos impôs, a bandidagem, para que não sejamos uma nação.
Precisamos de Genitoras e Genitores, que em vez de "beber Cachaça ou Cerveja", ou ver SS ou Faustão, eduquem os filhos.
E de professores, relativamente bem pagos; para transferir conhecimento e cultura.
De religiões que não "vendam" seus "Deuses".
MENTIROSO ...CLARO Q TEM
MENTIROSO ...CLARO Q TEM LUGAR PRA IR ...BRASILIA CAMARADA... VAI COLOCAR SACO DE PLASTICO NAS CABECAS DAQUELES RATOS LA...
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