
Garantir que tudo saia perfeito, da saída ao retorno para a casa, é uma das tarefas dos pais no momento em que programam as viagens, os passeios, as diversões dos filhos durante as férias, estando ou não na companhia deles durante a programação.
Para que toda e qualquer possibilidade de transtorno seja afastada, Férias Vivas alerta sobre a necessidade de se observar algumas regras básicas.
“A primeira delas é ter consciência de que acidentes podem ocorrer. A segunda, que eles podem ser evitados. A partir daí basta seguir os outros passos, sabendo que a segurança é o nosso maior patrimônio”, ressalta Sílvia Basile, presidente e uma das fundadoras da Ong.
Sílvia reforça que a segurança no turismo envolve, primordialmente, pessoas.
“Tanto os clientes como os prestadores de serviços, equipamentos, procedimentos, as próprias empresas e as organizações públicas”. Tendo isso em vista, a presidente enumera algumas regras:
- procurar empresas legalmente constituídas;
- praticar atividades somente com profissionais habilitados;
- verificar o estado de manutenção dos equipamentos envolvidos nas atividades;
- em atividades na água checar, principalmente, os coletes salva-vidas, a validade desses, se estão de acordo com o tamanho e peso de quem vai usá-los.
- em outras atividades, equipamentos individuais podem ser capacetes, calçados, cordas etc, que devem estar em boas condições;
- informar-se a respeito da atividade que se vai praticar: circuito, duração, possíveis obstáculos, comunicação com a base e rotas de escape.
- no caso de passeios aquáticos: verificar também o número máximo de passageiros permitido na embarcação, a capacidade do condutor, pedindo pelo menos que apresente a carteira de arrais (carta de habilitação), se o local possui autorização para a prática da atividade e as condições do barco;
- nos passeios de buggy, perguntar de imediato sobre a carteira de habilitação do condutor;
- considerar muito as condições do tempo em qualquer atividade a ser desenvolvida;
- questionar o condutor da atividade sobre possíveis imprevistos: ele deve estar preparado e ter um planejamento consciente nestes casos;
- prestar atenção para o seguinte detalhe: operadores conscientes minimizam todos os riscos da atividade. Fazem perguntas aos participantes da aventura (se sabem nadar, se têm algum problema de saúde, apresentam os equipamentos e fornecem as informações necessárias);
- nunca confiar num fornecedor que diz "deixa comigo, nunca tive problemas com isso";
- ao decidir participar de uma atividade, tente não levar em consideração apenas o aspecto financeiro;
- no caso de atividades em conjunto, o ideal é ter um grupo formado apenas por crianças e outro por adultos. As atrações mais radicais do passeio seriam mais leves para o grupo infantil;
- procure conhecer a técnica da atividade e dos equipamentos. E só então decida se quer ou não correr o risco.
Universo da Mulher
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