quinta-feira, 29/09/2011

Escolas de Ipatinga vão contar com diagnóstico histórico das comunidades rurais

Apresentado nesta quarta-feira (28), no Viveiro Municipal, o diagnóstico histórico das comunidades rurais do município, o material será utilizado como fonte de pesquisa nas escolas municipais de Ipatinga a partir do próximo ano. O trabalho durou um ano e meio de estudo, e foi possível graças a uma parceria entre a Prefeitura, Infrater e Instituto Interagir. Durante solenidade de apresentação da pesquisa o prefeito Robson Gomes (PPS) destacou o importante papel que cada morador tem para a construção da história de uma cidade.

Durante a apresentação do diagnóstico Robson Gomes entregou uma placa em homenagem a uma educadora da Zona Rural. Agostinha Fernandes Pinto é conhecida como Dona Dutinha. No diagnóstico vários moradores da zona rural contam suas versões e fatos que marcaram a história de Ipatinga. “Uma cidade é construída por pessoas que a amam. Que deixam de pensar somente em si e contribuem para o crescimento de todos. E esta pesquisa aponta muitas pessoas que são um marco para esta cidade”, avalia.

A proposta da pesquisa é a valorização de patrimônios que carregam a história da civilização humana, sua memória e identidade, pois devem ser prioridade sempre. Isso contribui para a consciência da preservação e influencia as gerações a valorizar e conservá-lo.

A pesquisa

A pesquisa do Instituto Interagir é resultado de uma pesquisa desenvolvida com moradores da zona rural. Para realizar o diagnóstico histórico das comunidades rurais de Ipatinga foi preciso percorrer todos os bairros da Regional 9, ouvindo moradores.

O objetivo da pesquisa foi promover a identificação para então promover a preservação de manifestações históricas e culturais que ainda existem. O diagnóstico também procurou identificar características sociais, costumes e tradições coletivos típicos da zona rural de Ipatinga com o intuito de promover uma identidade local.

De acordo com metodologia dos trabalhos, a proposta é de também resguardar a memória, o patrimônio cultural e socioambiental como forma de valorização do passado. A pesquisa foi oral com a realização de entrevistas gravadas com pessoas que testemunharam sobre acontecimentos, conjunturas, instituições, modos de vida ou outros aspectos da história contemporânea da zona rural de Ipatinga. As entrevistas são tomadas como fontes para a compreensão do passado, ao lado de documentos escritos, imagens e outros tipos de registro, além da investigação em torno das principais características históricas e culturais das comunidades rurais.

De acordo com relatório, as entrevistas livres foram aplicadas à população pioneira, em geral, naturais da zona rural de Ipatinga e entorno onde foi feita investigação das principais características históricas e culturais das comunidades rurais. Foram quase 60 visitas às comunidades rurais, em torno de 80 famílias identificadas, entrevistadas e contempladas com um impresso onde o relato de sua história de vida é entregue junto à sua fotografia.

 

Da redação do Plox

Comentar

O conteúdo deste campo é privado não será exibido ao público.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Tags HTML permitidas: <a> <em> <strong> <cite> <code> <ul> <ol> <li> <dl> <dt> <dd>
  • Quebras de linhas e parágrafos são feitos automaticamente.

Mais informações sobre as opções de formatação



Entre em contato
© 2008-2012 plox.com.br Todos os direitos reservados. Primeiro portal de notícias e entretenimento do Vale do Aço