Após a segunda goleada sofrida pelo Atlético, o presidente do clube, Alexandre Kalil, garantiu que o técnico Dorival Júnior permanece no cargo. Segundo o dirigente, ainda não chegou o momento de promover uma mudança no comando da equipe.
“Pediram tanto para eu não ser amador; não ser apaixonado. Então, é hora de estar com a cabeça fria. Foram dois desastres, duas goleadas vexatórias e eu sei o tamanho do que vem por aí. Mas uma coisa é certa: o Dorival fica; a comissão técnica fica. Não sou de troca-troca de treinador”
Perguntado se o time estaria fazendo “corpo mole”, Alexandre Kalil foi simples e direto na resposta.

“Não acho que é corpo mole. Vi um apavoramento generalizado, um desespero descontrolado. Isso aí é o Atlético. Somos nós mesmos que colocamos a pressão sobre nós”, filosofou.
O presidente alvinegro ainda enfatizou a necessidade de conversar com todo o grupo para descobrir o que há de errado, deixando margens a especulações de que problemas internos podem, de fato, estar refletindo no desempenho do grupo.
“Eu ia para uma reunião no clube dos 13 amanhã (sexta-feira), mas cancelei porque temos que sentar e conversar sobre o Atlético e ver o que está acontecendo. Não aceito transferência de responsabilidade. Então, está na hora de ter uma conversa com o grupo e eu vou ter essa conversa”, afirmou Kalil.
Sobre Guilherme Santos
Alexandre Kalil também comentou sobre o comportamento de Guilherme Santos, que teria feito gestos obscenos para a própria torcida.
“Não vi o que aconteceu, mas o que ele fez ele vai pagar. Agora, é muito perigoso crucificar uma criança; um lateral. O gesto obsceno não foi o culpado da tragédia. Punido ele já está, pela expulsão”, amenizou o dirigente
O Tempo
Da redação do Plox
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