quinta-feira, 21/07/2011

As maiores polêmicas de Galvão Bueno

“Haaaaja coração!” para Galvão Bueno, que completa nesta quinta-feira (21), 61 anos de idade. Ao mesmo tempo em que é considerado um ícone da locução esportiva brasileira por seus fãs, Galvão é criticado pela maneira efusiva com que narra qualquer esporte brasileiro. Desta forma, atuou em grandes momentos do esporte nacional, como copas do mundo, títulos mundiais e o acidente fatal de Ayrton Senna. Hoje, tem o maior salário da televisão brasileira.

Gafes e pérolas como “Bem amigos da Rede Globo. Estamos aqui em Buenos Aires, no Equador…” ou “a Globo deveria mandar mais no futebol” são recorrentes em sua trajetória. “O jogo só acaba quando termina", é uma de suas frases mais famosas. Atualmente casado com a empresária Desirée Soares e morando em Mônaco, lançou seus próprios vinhos e não pensa em se aposentar da televisão tão cedo.

Relembre os momentos curiosos de sua carreia:

Cala boca, Galvão!



A campanha “Cala Boca Galvão” surgiu durante a abertura da Copa do Mundo FIFA de 2010 por internautas insatisfeitos com os comentários do locutor. Virou hit mundial no Twitter e foi por vários dias, o “trending topics” do site de relacionamento. Quanto ao movimento ele se defendeu e: “As pessoas ficam pegando no pé com essa história de “cala boca”, mas sou assim, me envolvo muito, sou emotivo, eu incorporo. Às vezes sou acusado de amar demais, não tenho vergonha, não me arrependo e nem me arrependerei”.

Pelé

Na Copa de 1994, Galvão reclama de Pelé com a produção por causa dos comentários do craque sobre o jogo, sem notar que estava sendo filmado. O locutor chegou a dizer que estava com vontade de matar o Pelé. “Eu vou dar com uma marreta na cabeça dele, pô!”, acrescentou.

Bertold Bretch

Durante o jogo de despedida da seleção brasileira de Ronaldo, em 7 de junho deste ano, Galvão relembrou os dias em que ninguém acreditava na volta do jogador após a operação do joelho. Para ilustrar as recordações, se apoiou em “um texto de um poeta argentino, chamado Alberto Briti”. No entanto, as palavras são do dramaturgo alemão Bertold Brecht (1898 – 1956).

Senna

À revista Veja, em agosto de 2010, Galvão detalhou um dos "pegas" com Senna: com dois carros no México, fomos batendo um no outro "do restaurante até chegar ao hotel em que estávamos". Galvão disse que o ato foi "completamente irresponsável" e disse que os veículos ficaram "acabados". "Destruímos dois carros!".


Aposentadoria

Depois de ter declarado em julho de 2010 que a Copa da África seria a última que narraria fora do País, Galvão Bueno vem tendo de lidar com especulações sobre sua aposentadoria. “Essa história (de aposentadoria) não é verdade! Sou um homem de comunicação, me dá arrepio pensar nisso!”.

 IG

Da redação do Plox

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