sexta-feira, 22/07/2011

Jogo de domingo também marca o confronto entre os irmãos Alecsandro e Richarlyson

No duelo de alvinegros, Atlético e Vasco se encontram domingo, em Ipatinga, para mais uma rodada do Campeonato Brasileiro. Para os atleticanos, a vitória ajuda a afastar a má fase. Para os cruzmaltinos - já classificado para a Libertadores do próximo ano - o triunfo alimenta a esperança de título. Mas a partida será também um momento de reencontro para quem já vestiu a camisa dos dois lados.

No Atlético, o técnico Dorival Júnior e o lateral Guilherme Santos vão ficar de frente com uma equipe bem conhecida. Em 2009, o treinador trouxe os cariocas de volta à Série A. Naquela ocasião, o Vasco foi o time que menos perdeu na temporada.

Para Guilherme Santos, não faltam boas recordações do clube que o formou. "O Vasco significa muito para mim. Passei a minha infância toda lá, fui muito feliz mas, agora, defendo o Atlético", destacou o lateral. Na primeira oportunidade no profissional vascaíno, em 2007, o jogador foi destaque do Brasileiro, o que lhe valeu a transferência para o futebol espanhol.

O hoje atacante vascaíno Éder Luis viveu uma situação parecida. Revelado nas categorias de base do Galo, o jogador subiu para o elenco profissional, em 2005, e teve duas passagens pelo Atlético até ser negociado com o Benfica, de Portugal.

Outro atleta cruzmaltino, o meia Diego Souza chegou para o Galo em 2010 como aposta para o meio-campo depois de ser eleito o melhor jogador do Brasileiro de 2009. Fora de forma, ele disputou apenas 35 jogos pelo Galo. Insatisfeito, pediu para deixar o clube. Pouco depois, acabou anunciado como reforço do Vasco.

Em família. "A maior felicidade será mesmo na minha casa". Foi assim que Richarlyson definiu o duelo especial que viverá no fim de semana ao enfrentar o seu irmão, Alecsandro, atacante do Vasco. Bem-humorado, o volante atleticano destacou que, para os pais, acompanhar os filhos no mesmo jogo é importante, mesmo que vestindo camisas diferentes.

"Quem fica mais feliz em ver os únicos filhos jogarem são os meus pais. Eles ficam atônitos, na verdade. Para mim, é sempre um prazer enfrentar o meu irmão. Ele está em um time de grande importância no cenário nacional e eu também. As brincadeiras ficam para o fim do jogo", destacou o volante.

Se depender do retrospecto entre os dois, a vitória será mesmo do Galo. "Nós já disputamos oito jogos, e eu ganhei sete, ele ganhou um só. Espero que essa vantagem continue e aumente. Estamos num momento que a vitória é fundamental", contou Richarlyson.

O Tempo

 

Da redação do Plox

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