Com o triunfo por 2 x 0 sobre o São Paulo, o Cruzeiro volta disputará a semifinal da Copa Santander Libertadores depois de 12 anos. A última vez que a Raposa esteve entre as quatro melhores equipes foi em 1997, ano do bicampeonato. Para os jogadores, o resultado foi uma resposta aos que duvidavam da capacidade do elenco.
No ano em que a Libertadores completa 50 anos, o Cruzeiro está em sua 11ª participação. O time celeste venceu as edições de 1976 e 1997 e chegou à semifinal em cinco oportunidades. Além dos anos em que sagrou-se campeão, ficou entre os quatro em 1967 e 1975. Em 1977, foi mais longe e ficou com o segundo lugar.
Vencida a batalha, o meia Wagner e o lateral Jonathan destacaram o espírito de superação do grupo. Para ambos, o Cruzeiro mostrou capacidade para chegar ao título após vencer os dois confrontos da semifinal, por 2 x 1 no Mineirão, e 2 x 0 nesta quinta-feira.
“Eu acho que agora a gente tem que aproveitar um pouco. Era um jogo muito difícil, muitos duvidavam do potencial do grupo, mas nesse momento conseguimos a superação”, disse o Wagner.
“O Wagner falou tudo, acho que muitos duvidavam que nós podíamos chegar aqui e fazer um bom resultado diante da equipe do São Paulo. A gente respeita muito a equipe, a instituição que tem grandes jogadores. Mas o Cruzeiro tem um grande elenco, um grande treinador e seguimos com força máxima para sermos campeões dessa Libertadores”, completou Jonathan.
Responsável por conduzir o Cruzeiro ao ataque, o camisa 10 estrelado ressaltou o poder de decisão do volante Henrique. O meio-campista abriu o placar aos 21min do segundo tempo, com um lindo chute no ângulo direito de Denis que nada pode fazer.
“Ele (Henrique) foi merecedor, vem batalhando desde o início do ano. É um jogador que come pelas beiradas, marca bastante e ajuda muito e muita gente critica. Nada melhor que ele fazer esse gol para coroar seu trabalho”, concluiu.
Site Oficial do Cruzeiro
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