sexta-feira, 15/07/2011

Tímido, mas o maior garçom

Buenos Aires, Argentina. O mundo do futebol quer entender o fenômeno Neymar e Paulo Henrique Ganso. Anteontem, o atacante do Santos deu uma pequena amostra com dois gols sobre o Equador. Já o armador foi mais tímido, mas não menos importante para a vitória brasileira.

Em um torneio em que poucos brilharam, Ganso já é o líder de assistências dessa edição da Copa América. Dos seis gols brasileiros na primeira fase, três começaram nos pés dele. Contra o Equador, ele deu passe para um dos gols de Neymar e outro para que Pato marcasse


Mesmo com destaque nas estatísticas, o próprio jogador reconhece que tem rendimento ainda tímido no seu retorno à seleção brasileira. "Estou buscando sempre melhorar e espero que no próximo jogo eu possa aumentar ainda mais as chances de gol, colocando os atacantes na cara do gol", comentou.

Com apenas 21 anos, Ganso já esboça uma maturidade ao reconhecer suas falhas. "Eu estava errando alguns passes, mas estou evoluindo. Sempre vou procurar dar o meu melhor. Contra o Equador, eu já ajudei mais a seleção e deixei o Neymar em condições de marcar", destacou.

Uma sequência de lesões explicam esse momento oscilante de Ganso. Depois de ajudar o Santos a se classificar na primeira fase da Libertadores, o armador teve uma lesão muscular que só foi curado na reta final da competição sul-americana de clubes. Ganso jogou a partida final e viajou direto para se apresentar ao técnico Mano Menezes na seleção.

Da redação do Plox

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