Perder muito peso em pouco tempo parece milagre pra muita gente, e elas acabam por correr atrás de remédios para emagrecimento, na maioria das vezes, sem acompanhamento médico.
Mas os efeitos colaterais dessas drogas podem ser devastadores: boca seca, enjoo, euforia, insônia, irritabilidade, depressão, aumento da pressão arterial, taquicardia e até morte em caso de overdose, dependendo de cada caso.
Os emagrecedores (anfetaminas, anorexígenos e hormônios) são indicados somente para pacientes em tratamento contra a obesidade. Segundo o endocrinologista Marcio Mancini, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, "os remédios para emagrecer devem ser encarados como um auxiliar do tratamento de pacientes com IMC (Índice de Massa Corpórea) acima de 30, considerados obesos, ou acima de 25, com a presença de algum problema de saúde associado (diabetes, hipertensão, colesterol aumentado)".

O remédio parece ser uma solução simples e fácil para quem quer emagrecer e não consegue seguir o regime. Mas não é bem assim. O importante, nessas horas, é não se iludir com a ideia de que usar o remédio que está funcionando para sua amiga vai lhe fazer bem também. É preciso procurar um médico para fazer uma avaliação geral e encontrar o remédio certo para cada um. De acordo com Castro, estes remédios são indicados para quem tem o IMC (Índice de Massa Corpórea) acima de 30. Ele ainda aconselha que só devem ser tomados com a supervisão médica e com uma dieta de baixa caloria, acompanhada de exercícios físicos.
Saúde plena
Da redação do Plox
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