sexta-feira, 04/02/2011

Usiminas apoia preservação do Parque Estadual do Rio Doce

Como o objetivo de conscientizar as comunidades sobre os impactos da ocupação irregular no Parque Estadual do Rio Doce, no Leste de Minas, será realizado, entre os dias 5 e 9 de fevereiro, o projeto “Doce Vizinhança”. O evento, que será realizado no próprio parque, consiste de uma série de seminários e palestras sobre um problema histórico na reserva ambiental. Também serão apresentados os resultados de um estudo de percepção ambiental feito com as comunidades do entorno da reserva ambiental. Participam do evento representantes das Secretarias Municipais de Educação da região e das entidades que desenvolvem o projeto: Governo de Minas Gerais e Instituto Estadual de Florestas (IEF), além da Usiminas, parceira no projeto.

De acordo com o coordenador do projeto, Lélio Costa e Silva, o “Doce Vizinhança” foi concebido no sentido de educar as populações para prevenir os riscos e consequências da ocupação irregular nas unidades de conservação. “O seu diferencial foi o de ter sido construído dentro de uma percepção do ambiente imediato de cada educador dos nove municípios do entorno do Parque Estadual do Rio Doce. Eles elegeram de forma unânime a educação ambiental como prioridade na resolução das questões que ameaçam a reserva de Mata Atlântica mineira”, afirma.

Assim como na construção do projeto “Doce Vizinhança”, segundo Lélio Silva, os educadores devem ser vistos como verdadeiros reeditores das práticas ambientais e não somente como meros repetidores de processos considerados corretos em termos ambientais.

Para o analista de Meio Ambiente da Usiminas, Eduardo Figueiredo, o mais importante será fazer com que os educadores tomem as iniciativas para preservar a integralidade do parque. “O projeto aponta algumas ferramentas a serem utilizadas na educação ambiental, para que as comunidades assumam, cada vez mais, seu papel no esforço para conservação da reserva. Procuramos participar deste esforço, por nos considerarmos parte da comunidade do entorno do parque, auxiliando na pesquisa de percepção e na construção do material. Agora, vamos incentivar a proatividade dos vizinhos, a partir da realização desses seminários”, ressalta. Para facilitar a disseminação de informações, serão distribuídas, no evento, centenas de agendas contendo idéias e modelos de projetos para inspirar as comunidades no combate ao avanço da ocupação irregular.

“A participação da Usiminas neste projeto reforça a preocupação da empresa com o meio ambiente, além de assegurar a importância ecológica do Parque Estadual do Rio Doce”, ressalta Figueiredo. A Usiminas ainda conta com diversos projetos voltados para o meio ambiente, como o programa Áreas Verdes, que auxilia na recomposição da vegetação nativa em áreas danificadas pela ocupação humana.

 

Floresta tropical

O Parque Estadual do Rio Doce, com 35.974 hectares, é hoje a maior área de floresta tropical no estado de Minas Gerais. Foi criado em 1994 e abrange parte dos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo, sendo limitado pelo Rio Doce a leste e pelo rio Piracicaba ao norte. A vegetação é composta de mosaicos de florestas primárias e secundárias. Estas últimas originadas com as grandes queimadas ocorridas principalmente durante os anos 60. O parque conta ainda com, aproximadamente, 40 lagos, alguns totalmente isolados, outros mantendo ligação com o rio Doce.

 

 

 

Da redação do Plox

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Se vocês querem ter acesso ao conteúdo na integra; desde de: o significado de: Preservar o Parque Florestal do Rio Doce, até o conteúdo mais especifico; entrem em contato comigo no e-mail: guigavilela@yahoo.com.br.

Saindo da cidade de Acesita, rumo ao vilarejo de Cava Grande, a entrada do Parque florestal do Rio Doce fica a vinte quilômetros em direção à cidade de Marliéria. Seguindo pela estrada principal podemos conferir belas paisagens.

O parque está aberto à visitação durante todo o ano e é cobrada uma taxa de R$ 5,00 por visitante.
Quem chega no parque já sente no ar um espírito de aventura. O Parque do Rio Doce é o terceiro maior ecossistema lacustre do país ficando atrás apenas da floresta Amazônica e do Pantanal. Com uma área de 35973 hectares de mata atlântica, o parque foi fundado no dia 14 de julho de 1944. No total, o parque tem 40 lagoas. A maior delas tem 7 km de extensão por 30 metros de profundidade. A altitude varia entre os 200 a 300 metros. A área de camping tem espaço para até 250 barracas.

Os técnicos do IEF (Instituto Estadual de Florestas) logo na chegada nos faz um alerta sobre o cuidado que temos que ter com o uso do fogo no local. No ano de 1967, um incêndio destruiu 9 mil hectares de mata nativa. Segundo os técnicos, a estatística de recuperação florestal aconteceu em trinta anos.

As primeiras iniciativas no sentido de conservação do Parque Estadual do Rio Doce surgiram no início da década de 30. Dizem que quando o padre Dom Helvécio Gomes de Oliveira chegou nessa região que ele teria pronunciado Jeacroax, que significa: acredito em Deus; referindo-se à beleza desse local. Daquele momento em diante começaram as atividades no Parque.

Atualmente várias iniciativas e alguns estudos têm sido promovidos no local. Na unidade funciona um laboratório de pesquisa e catalogação de espécies. Entre estas, Sapucaia, Jequitibá, Peroba, Ipê, Cutia, Mutum, Jacaré do Papo Amarelo, Onça Pintada e Macaco Prego são vistos em plena luz do dia.

A pesca configura uma boa diversão nos finais de semana. Uma outra opção são as caminhadas nas trilhas do parque acompanhados dos guias florestais. Reunindo belas paisagens, o Parque Florestal do Rio Doce oferece descanso e tranqüilidade aos seus visitantes.

Com a instalação da siderúrgica Acesita foi construída uma estrada que corta as divisas do parque. Na época a intenção dos industriários era a de diminuir a distância entre a empresa e o fornecedor de matéria prima. Nas palestras os técnicos nos contam que os índios botocudos que habitavam essa região colocaram fogo numa ponte que interligava a estrada evitando que as suas terras fossem ocupadas pelos industriários. Por isso surgiu o nome "Estrada da Ponte Queimada".

Por fim, nos finais de semana e feriados acontecem atividades programadas nas quais os funcionários disponibilizam diversas informações sobre as áreas de preservação, tendo como objetivo despertar nos visitantes a consciência ambiental, evitando o uso irregular das instalações e a degradação do meio ambiente.

Esse investimento social que a empresa Usiminas esta fazendo eu já conhecia a muitos anos [...]. Porque é fundamental a preservação dessa área que sofreu pequenos impactos dessas mesmas indústrias durante todos esses anos.

No mais peço que vocês creditem esse comentário em meu nome.

Saudações;

Guilherme Vilela.

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