
O governador Antonio Anastasia e o secretário de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira, lançaram nesta quarta-feira (14/09), no Palácio Tiradentes, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Belo Horizonte (PDDI-RMBH), que tem o objetivo de promover o desenvolvimento integrado e equilibrado entre os 34 municípios que compõem a RMBH. Mesmo processo que passará a Região Metropolitana do Vale do Aço, onde três instituições já se cadastraram para elaboração do PDDI, que inclui ações voltadas para o desenvolvimento sustentável, melhor ocupação territorial, acessibilidade urbana, segurança e saúde.

O governador Anastasia recebeu o resumo executivo do plano das mãos do secretário Alexandre Silveira e afirmou, durante a solenidade, que o Plano Diretor será capaz de trazer uma nova realidade ao cidadão da região metropolitana, proporcionando mais qualidade de vida com a prestação de melhores serviços públicos.
“O planejamento torna-se imprescindível. Não podemos mais planejar as rodovias e o aumento das vias urbanas depois da instalação das pessoas naquela localidade. Vamos descentralizar, distribuir e estimular economicamente para permitirmos uma metrópole que ofereça qualidade de vida. Este é o desafio para dar qualidade ao cidadão e para que ele tenha transporte, segurança, saúde, educação, habitação, saneamento, sustentabilidade e emprego dentro de uma metrópole habitável e urbana. O que está neste Plano tem uma visão de futuro clara para 2030, para 2050, passos específicos que vão levar, de fato, a uma realidade nova”, disse Anastasia.
O evento contou com a presença do vice-governador Alberto Pinto Coelho, do secretário de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira, do secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro, prefeitos e autoridades políticas dos municípios que compõem a Região Metropolitana.
Participação da sociedade
Além de envolver municípios, Governo do Estado e órgãos federais, o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da RMBH também contará com a participação da sociedade civil organizada em seus movimentos sociais, associações empresariais e a população.
O processo de mobilização social e comunitária para a elaboração do PDDI somou mais de três mil participações, envolvendo 610 organismos e entidades, sendo 61 do poder público estadual, 241 do poder público municipal (Executivo e Legislativo, entre eles 55 vereadores) e 308 da sociedade civil organizada: empresas, ONGs, sindicatos, conselhos e associações comunitárias.

“Para a esfera estadual o Plano Diretor é mais do que uma realidade, é uma norma, um comando que estamos introduzindo no nosso cotidiano. Agora ele deve receber dos prefeitos esse mesmo comportamento e tenho certeza que o será pela sua dimensão e relevância. A Região Metropolitana não prosperará como unidade única e singular se não tiver um trabalho em cooperação muito integrado entre os diversos atores organizacionais que compõem a realidade metropolitana”, destacou Antonio Anastasia.
Para o prefeito de Florestal e presidente da Assembleia Metropolitana, Derci Alves Ribeiro, o Plano irá gerar equilíbrio das políticas públicas. “Com o plano, vamos tender para o equilíbrio, tanto no planejamento habitacional, de transporte e segurança, quanto no quesito crescimento e desenvolvimento, tudo com muita justiça e igualdade. É a esperança de toda a região metropolitana”, disse.
“O Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado converge o pensamento de buscar solução para todos os problemas da Região Metropolitana. O planejamento de médio e longo prazo é extremamente eficaz e importante a partir do momento que define as prioridades do cidadão metropolitano, que deve ser atendido em todas as suas necessidades básicas”, ressaltou o prefeito de Lagoa Santa e presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Granbel), Rogério Avelar.
Os eixos de atuação
O Plano é formado por quatro trechos temáticos: acessibilidade, sustentabilidade, seguridade e urbanidade. Na Agência Metropolitana de BH, o plano propõe a criação de uma estrutura de mobilidade em rede com obras rodoviárias e ferroviárias como opção de transporte, até 2030. O plano vai estender ainda mais a mobilidade da RMBH, alcançando a cidade de Conselheiro Lafaiete e a região do Vale do Aço, com uma ligação que passe por fora de Belo Horizonte. Nesse sentido, já estão em estudo os processos de modelagem para início de obras por meio de parcerias público-privadas (PPPs).
Em relação às ferrovias, também já está sendo desenvolvido um estudo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em conjunto com o Ministério dos Transportes, para a utilização de trilhos usados atualmente para o transporte de carga no transporte de passageiros.
O PDDI também prevê o tratamento e a disposição final do lixo em local adequado em 48 municípios, sendo 34 da RMBH e 14 do colar da região. O contrato no modelo de Parceria Público Privado (PPP) para essa ação está previsto para o ano de 2012.
O eixo sustentabilidade refere-se não só à questão ambiental, mas também à sustentabilidade econômica, social, política e cultural. Trata-se da continuidade e do fortalecimento dos processos diversificados que asseguram uma vida coletiva mais rica, presente e futura. Nesse eixo, estão incluídas todas as questões relacionadas à estrutura produtiva dos municípios da RMBH, ficando implícito o pressuposto de que o crescimento econômico mais inclusivo da RMBH só poderá ocorrer a partir do tratamento de sua relação e seus impactos sobre o meio ambiente.
Da redação do Plox
Estamos acordado.
Vale do aço estruturado não, Alexandrópoles sim.
Com proposta de construir uma metrópole por la, onde pesam em alojar os peões da obra?.
Como articularam e projetaram esta metrõpole?.
Pararam a cidade de Ipatinga com o plano diretor e liberaram a construção da metrópole
da EGESA engenharia, com pouco menos de 10 km do centro de Ipatinga.
Recordando que esta EGESA, tem como um dos seus principáis clientes o Dnit com
seus aditivos.(dinheiro público).
Investimento Federal está na constituição, é lei.
Portanto, Estamos trabalhando para informar aqueles que estâo dormindo.
Vale do Aço estruturado
Gente. Acordem. Vamos trabalhar ou deixem quem quer trabalhar pelo desenvolvimento do Vale do Aço trabalhar. Como disseram na campanha pró Lula. Deixem o homem trabalhar. Há mais de 10 anos a Região Metropolitana era só história. Agora está saindo do papel para se tornar real. Isso representa receber investimentos do governo federal, que tem à frente a presidente(a) Dilma, para serem aplicados no Vale do Aço. Pena que algumas pessoas utilizem um espaço de comunicação importante como este para fazer politicagem, ao invés de tiar dúvidas e somar, fortalecer qualquer projeto que traga resultados, principalmente para as gerações futuras.
Caindo no conto do vigário.
O povo esta caindo no conto de vigário, Timóteo,Cel.Fabriciano,Ipatinga,Paraiso são os municípios
que integra o vale do aço, que agora estão enfiando na nossa garganta a criação da RMVA.
Pergunto: Com a construção do parque do vales que fica á 10 Km de ipatinga,
Como vai ficar Ipatinga com seus já precários serviços públicos e vias de transporte etc?
Vão fechar a fronteira de Ipatinga com Caratinga? Isto é : quem mora no parques do vale
terá que, trabalhar, estudar, etc, etc lá.
Não poderá usar as vias públicas e nem usar o Hospital de Ipatinga etc.etc.etc.
Porque no parques do vale pode construir tudo, em Ipatinga as regras sâo limitadas conforme
a boa vontade do grupo que eatá no comando da construção do parques do vale em caratinga.
Sâo eles.O deputado, promotor, o secretário desenvolvimento de Ipatinga,
Egesa engenharia, uma empresa que ficou milionária prestando serviços públicos para o Dnit.
é só consultar o google.
Estão chamando om povo de Ipatinga de idiotas.
DEFEITO NO MEU GPS.
DARCY ALVES RIBEIRO PREFEITO DE FLORESTAL, ONDE FICA ESTE MUNICÍPIO?.
IPATINGA TA FICANDO TODO EMPOEIRADA, SERÁ O EFEITO ALEXANDRIA?
ALEXANDRIA
Enquanto isso a cidade de ALEXANDRIA está a pleno vapor . E ainda tem idiotas que não percebem o esquema que está sendo MONTADO . Gostei do EFEITO CADEADO...
Efeito cadeado
TUDO ESTA SENDO ARTICULADO E VOLTADO PARA TRAVAR O CRESCIMENTO
DE IPATINGA E BENEFÍCIAR A NOVA METRÓPOLE DE ALEXANDRIA EM CARATINGA.
História mau contada.
Como assim Caratinga de fora? Sabemos que estão construindo uma nova
metrópole bem próximo de Ipatinga.
Esta história ta mau contada.
Lógico que não tem nada com o plano diretor de Ipatinga.
RMVA.PPPs.PDDI.
Basta ler e ver os criadores do plano mostrado na reportagem, para entender
o objetivo efetivo do plano PDDI. Ficou fácil entender o que ele esta sendo
tramado para o povo do vale do aço com visão para 2030 e 2050
Agora não é só PPS, surgiu é PPPs.
Vejamos: Caratinga esta ficando de fora.
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