quarta-feira, 30/03/2011

Audiência Pública debate economia solidária no Vale do Aço

 

Foi realizada na tarde terça-feira (29), na sede da Associação Comercial de Ipatinga (Aciapi), a Audiência Pública sobre Economia Solidária.

Proposto pela deputada estadual Rosangela Reis (PV), o evento discutiu o tema com autoridades, representantes de entidades, políticos e pessoas interessadas no assunto.
A presidente do Conselho Estadual da Mulher e subsecretária de Projetos Especiais de Promoção Social da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), Carmem Rocha, esclareceu a todos sobre economia soliária.



Carmem Rocha é pedagoga formada pela PUC Minas com especialização em Administração de Sistemas Educacionais pela faculdade da Califórnia San Diego State University. De 1997 a 2002, atuou como diretora de Formação Profissional do Ministério do Trabalho e Emprego em Brasília. Em 2003, assumiu a superintendência de Políticas de Trabalho, Emprego e Renda.

Segundo a professora, a economia solidária é um processo produtivo com base no respeito ao meio ambiente, na solidariedade, na autogestão e a partir da produção, comercialização e distribuição de produtos de forma justa e solidária como o próprio nome diz.



A deputada Rosângela Reis falou da importância da realização dessa audiência no Vale do Aço. “Estamos aqui para discutir, ouvir e buscar caminhos para implantar na região ações que fomentem a economia solidaria”, disse.



Também presente ao encontro, o deputado estadual, Luiz Carlos Miranda (PDT), citou a Europa como referência de economia solidária. Segundo ele, o velho continente, está bem à frente neste setor e deve ser observado pelos brasileiros quanto aos propósitos da economia solidária.

Segundo os coordenadores do evento, a economia solidária, por permitir que as pessoas produzam juntas, se transforma em instrumento para redução da desigualdade social. E constitui uma alternativa viável para construir a equidade de gênero, etnia ou geracional.



Exemplo disso são as pessoas com mais de 40 anos que tem dificuldade de serem absorvidas como empregadas no mercado, mas por meio da economia solidária podem se tornar produtivas para a sociedade.



 

 

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