segunda-feira, 26/10/2009

Convenção do PMDB acontece em tom de perdão e aproximação com a adversários




Aconteceu nesse domingo (25) na Câmara e Vereadores de Ipatinga, A convenção do PMDB de Ipatinga.

Segundo Paulo Sérgio Julião (Zinho), Ipatinga foi a última cidade a realizar a convenção, que começou às 17h e terminou por volta das 21h. Estiveram presentes o prefeito afastado, Sebastião Quintão e seu filho, deputado federal Leonardo Quintão. Os vereadores da bancada do PMDB de Ipatinga, assim como várias outras lideranças locais e regionais do partido

A Convenção oficializou os 45 membros da Comissão Executiva do Diretório Municipal, com mandato válido para o biênio 2010/2011, e ainda segundo Paulo Sérgio Julião (Zinho), serviu também como uma ‘prévia’ de um encontro regional que o partido pretende realizar para unir forças em torno da indicação do nome do atual Ministro das Comunicações, Hélio Costa, como o candidato do PMDB ao governo de Minas no próximo ano.  Em seu discurso, Zinho falou da candidatura de Helio Costa e também comentou a notícia divulgada pela Prefeitura de Ipatinga quanto às cadeiras do Ipatinga que estão sendo colocadas esta semana. “É um absurdo! Eles anunciam a implantação das cadeiras, mas não informam à população que foram conseguidas na gestão no nosso prefeito Sebastião Quintão”, afirmou.
 
 
Já o vereador Nardielo Rocha elogiou a atuação do Deputado Leonardo Quintão, que emocionado, interrompeu o discurso de Nardielo e disse que, se depender dele, irá lançar o nome do vereador a disputa ao cargo de deputado estadual pelo PMDB. “Agradeço imensamente meu caro deputado Leonardo, mas isso é uma discussão mais profunda”, respondeu Nardielo. Depois da troca de elogios, Nardielo disse que precisava aproveitar a oportunidade para deixar bem claro a questão do apoio ao governo de Robson Gomes.  “Estamos sim dando sustentação ao governo interino do município, pois a cidade não pode parar, mas fiquem sabendo que, quando Sebastião Quintão estiver à frente da prefeitura, estaremos também dando apoio ao seu governo e conclamando a estes, que hoje estão no governo e que tem nosso apoio, que também venham nos apoiar.
 
 
 
Após a cerimônia o deputado Leonardo Quintão falou com o Plox. Segundo Leornardo, o membro do grupo de Quintão estão com um discurso, menos agressivo e mais ameno. “Este um mandamento de Cristo, o perdão. E além disso estamos nos preparando para um trabalho em conjunto com todos, pois vamos voltar a prefeitura”, afirmou.
 
O prefeito cassado, Sebastião Quintão, em seu discurso também evocou por várias vezes a questão do perdão. Ele começou cantando um hino evangélico depois falou da situação de Ipatinga e disse que não deve nada, mas que estaria sendo vítima de perseguição. Em seguida afirmou que é um homem que sabe perdoar. Quintão disse que político não pode recusar voto.”Outro dia eu falei com minha esposa, a gente que é político não recusa voto. Voto a gente aceita de onde quer que ele venha”,afirmou.

 
Em outro momento, Quintão disse que é um homem que tem o dom de perdoar e definiu a política como sendo a arte de lidar com as diferenças para obter a equidade e a justiça. “Agradeço a Deus por eu ter um coração tão bom, meu coração é de manteiga, sou um homem que tem facilidade em perdoar”, afirmou.
E outro momento, Sebastião Quintão disse: “As pessoas precisam entender que velhos inimigos políticos podem se tornar novos amigos políticos, veja o caso de Tancredo Neves e Itamar Franco, inimigos no passado, mas acabaram sendo amigos políticos, a política é assim”, discursou.
 
 
 
Ao final os presentes comentaram que estão ansiosos para a decisão do TRE-MG que é aguardada para as 17 horas desta terça feira, 27, quando se espera que seja concluído o julgamento de um processo de cassação contra Sebastião Quintão. O grupo foi unânime em afirmar que o TRE votará pela volta de Quintão a prefeitura da cidade.
Publicidade

Esse Nilton da Cred NIlton é um interesseiro

Enviado por Anônimo (não verificado) em ter, 27/10/2009 - 11:39.

Ei...Não é você que queria fundar a Associação dos ambulantes só pra explorar os ambulantes e conquistar votos para ser eleito vereador? E vc não foi candidato pelo partido do Sr. Quintão? Muito estranho essas suas mensagens?
Mais uma vez querendo aproveitar as situações difíceis das pessoas para se promover.
Você tem se mostrado uma pessoa desprezível, interesseira e o pior de tudo incompetente para desenvolver seus planos.
Tentou aproveitar dos ambulantes, levou um pé na ...
Tentou se aproveitar do Sr. Quintão, levou outro pé na ...
Agora cospe no prato que tentou comer e não sobrou para vc...
Ei... que valor tem esse monte de palavras que vc perdeu tanto tempo para escrever...
Somente para mostrar o quanto vc é a toa e gosta de viver da exploração dos outros...
VAI TRABALHAR...talvez é isso que falte para seus planos darem certo. TRAIDOR E APROVEITADOR...


dindin do crednilton

Enviado por Anônimo (não verificado) em ter, 27/10/2009 - 11:11.

Nilton da CredNilton, agora que acabou a exploracao do dindin da especulacao, fale-nos quanto o barbudninho lhe pagor, para apoiá-lo, pois vc tem que culpar é a Juiza, Dra. Maria Aparecida Grossi, que arrumou esta confusão toda em Ipatinga, haja vista, que vc foi apoiar o Chico Ferramenta, quando houve o corte do número de Vereadores, responda quanto vc recebeu para apoiar o cidadao cassado, nos respnda. Outra questao, apesar de uma missinva tao bem escrita, agora vc virou Presidente da Acami, mande-nos copia do estatuto, que dia foi feita assembleia, que te elegeu, que dia acontece a reuniao de tal Associacao, qual o local que se reune. Aguardo respostas tao esperadas pela situacao,relamente fiquei emocionado com a sua escrita, Ipatinga merece respeito quanto ao problema do Parque Ipanema, nisto lhe dou parabens, será que o Robson, o SuperSecretario Antonio Barbosa e Super Primeiro Ministro Dr. Alexandre Silveira, levam seus filhos, nestos para passearem no Parque Ipanme ou somente na refrigerara Praça de Alimentacao da Shopping do Vale do Aco. Aguardo respostas


NÓS VAMOS GANHAR E VAMOS

Enviado por Anônimo (não verificado) em ter, 27/10/2009 - 10:54.

NÓS VAMOS GANHAR E VAMOS CHUTAR A BUNDA DELES...
DE NOVO,DE NOVO MEU POVO...
NÓS VAMOS GANHAR E VAMOS CHUTAR A BUNDA DELESSSSSSSSSSSSS...

IIIIIIHHHHAAAAA....


Que chato!

Enviado por Anônimo (não verificado) em ter, 27/10/2009 - 08:06.

Este moço que escreveu isto ai é chato hem....Estranhei o plox publicar este testamento todo ocupando tanto espaço. Alem de chato, este cidadão é mal informado e nao le jornal. Ele ainda está falando em eleição extemporanea. ô moço, acabou esta brincadeira de eleição. Voce deveria ter lido oque o ministro Marcelo Ribeiro deu um basta nesta bobagem inventada pelo TRE.


QUINTÃO?????

Enviado por JOÃO E MARIA (não verificado) em seg, 26/10/2009 - 21:06.

É O MELHORZIM QUE TA TENDO!!!

E OLHA QUINTÃO, NÃO TEM ESSE NEGÓCIO DE PERDOAR ESSES VIRAS FOLHAS NÃO!!

ELES NÃO MERECEM O SEU PERDÃO. NÃO ACREDITAM NO SENHOR.

MAS COMO EU DIGO......" UM DIA EU SOU O PREGO E NO OUTRO EU SOU O MARTELO"

CHAPÉU NELES QUINTÃO!!! KKKKKK

EU QUERO VER É O SENHOR NO LUGAR QUE NUNCA DEVERIA TER SAÍDO!!!

E NÃO PERDOA ESSE POVO NÃO!!! RSRS


MAS ESSES CARAS QUE ESCREVERAM ESSAS DISSERT~ÇÕES SAO ENJOADOS!

Enviado por Matias (não verificado) em seg, 26/10/2009 - 21:01.

PLOX....... AI VAI UMA DICA: SERA BOM QUE LIMITASSE O NUMERO DE CARACTERES! SE N"AO ESSES CARAS CHATOS V"AO FICAR ESCREVENDO LIVROS AI NO SITE!

O PAPEL DO SITE É DAR O RECADO, OU COMENTAR AS REPORTAGENS! OS CARAS SÃO MALAS DE MAIS!! PELO AMOR!!!

EU ATÉ DESANIMO QUANDO VEJO OS MESMOS COMENTÁRIOS!!


QUINTAO JA CANTOU A PEDRA

Enviado por PmdbPt (não verificado) em seg, 26/10/2009 - 16:16.

QUINTAO JA CANTOU A PEDRA PMDB E O PT DA LENE TEIXEIRA VAO ESTAR JUNTOS. PERDÃO ASSIM DIZ O EVANGELISTA DE AVESTRUZ.
CHICO FERRAMENTA QUE FEZ CERTO DE SAIR FORA DESTA CORJA DE BANDIDOS.


Se o não ganhou. Porque esta tentando ganhar na justiça.

Enviado por Nilton da Cred Nilton (não verificado) em seg, 26/10/2009 - 15:30.

"Enquanto a injustiça render votos em Ipatinga, o dinheiro pagar certos procedimentos judiciais, vamos ter de conviver com essa calamidade e este desrespeito."

Meu caro senhor Sebastião de Barros Quintão, dono de uma fortuna que ninguém sabe quanto é, e se realmente a tem, ninguém sabe como a conseguiu, o certo é que vossa senhoria sempre tem pautado em suas entrevistas, que não precisa do dinheiro do município de Ipatinga, humilhando estes mais de 49 mil habitantes humildes que lhe votaram, votaram graça a sua publicidade, com sloga como: Sou homem de DEUS. Sou amigo pessoal do LULA. Não preciso do dinheiro da prefeitura de Ipatinga,..., Porque o senhor é um homem muito rico. Rico Sr. Quintão, não gasta seu dinheiro, porque rico são avarentos, e avarentos são miseráveis, miseráveis são avarentos, e avarentos são covardes. Porque os covardes se fazem de humildes, vivem como humildes, e exaltam como REI.

Escrevo este comentário para falar tudo o que tenho vontade agora.

Chamo-o de senhor porque aprendi a ter respeito pelas pessoas, principalmente àquelas que são muito mais velhas que eu. Seus cabelos brancos impõem respeito e, jamais levantariam suspeitas, os seus modos educados.

O senhor pode ter ********** um quarto do nosso dinheiro publico em seus quatro anos de mandato, dinheiro esse de trabalho honesto dos habitantes do meu município, pode ter levado destes quase onze meses de pura decepção e vergonha, manchetes nos principais meio de comunicação no país a fora, se esbaldando com nosso dinheiro público, a pagar os mais caros, os mais afamados advogados de nosso país, tudo isto num prazo de poucos meses, deixando um rastro de incompreenções em todo país. Pode estar causado muita indignação, insatisfação e raiva, a princípio, mas não esta levando a nossa dignidade. Agradeço a Deus por não ter nos prejudicado de maneira irreversível, por ninguém ter ficado ferido, pois existem coisas que jamais poderiam ser recuperadas.

Não lhe desejo mal. Eu creio na lei do retorno e o senhor por si só vai ter o que merece, quiçá em dobro. Amanhã, quando acordarmos, levantaremos para mais um dia de trabalho e para recomeçar. O senhor não conseguiu nos roubar a determinação, a força, a garra e a coragem. Apenas apagou um pouco as cores de alguns dias ruins.

Existem pessoas assim, que nasceram para descolorirem a vida dos outros. Ora, mas eu tenho as minhas tintas e pinto minha vida novamente, com as cores mais vivas ainda!

É com um sentimento dividido entre indignação e esperança que escrevo este comentário. A indignação por enxergarmos assim, tão claramente, as condições em que vive grande parte de nossa população. Mas fico otimista ao testemunhar um trabalho jornalístico de compromisso, tão eficiente e concreto que não pode deixar de gerar mudanças. Sempre inseridos no Plox.

Ipatinga melhorou, sim, e daí? O que adianta viver de falsas aparências enquanto grande parte da população agoniza? Parabéns ao Plox por mostrar os caminhos de uma não impossível reforma política.

Obrigado, Plox, por mostrar a política tal como ela é: cruel. As reportagens servem como manual para a solução de muitos dos problemas mencionados. Há esperança e solução, pois eu também vendi ossos para sobreviver, mas hoje estou trabalhando por um país melhor.

Em 1984, quando fomos brigar nas ruas pelas diretas já, tínhamos a convicção de que democracia e injustiça política não poderiam viver juntas. Talvez seja hora de nossa classe política acordar.

Incômoda reportagem. Indubitavelmente credível. É impressionante a forma como os ipatinguenses, de modo geral, reagem ao flagelo político, à política que devasta o município. A mancha negra é numerosa, são 27 mil a morrer sem dignidade nenhuma.

Que o TREMG, nesta próxima terça-feira 27 de outubro, dê o seu voto, voto para mudança, voto para recomeçarmos, pois de passado vive o museu, e Ipatinga, não é museu, Ipatinga é a quarta economia do Estado de Minas Gerais, e que o Superior Tribunal Eleitoral, devolva a Ipatinga A Eleição Extemporânea, e deixe que a democracia se realize, nós os ipatinguenses estamos cansados e envergonhados com tamanha situação que estamos vivendo.

Que o Sr. Sebastião de Barros Quintão, quarde muito muito bem o dinheiro que ainda lhe resta, pois deverá contratar muitos outros advogados, pois ações suas para se defender na justiça mineira não falta, são muitas centenas. E ainda virão muitas outras centenas de novos processos. Sinto muito, se vossa excelência, foi um governante durante o pleito de 2004 a 2008, ingenuo o bastante, para que seus servidores de confiança fizesse e fizeram o que bem entenderam com o dinheiro público. Admiro o senhor, falar que tem a visão de uma aquia e não enchergou o obvio, desviartam dinheiro público, seja, ele em suoerfaturamento de contratos, seja. ele em contrato sem licitações públicas, seja, ele repassados a entidades filantropicas, seja, ele simplesmente desviado sem prestar contas, seja, ele gasto em publidade desnecessária, seja, ele para bancar, gastar, pagar, etc o que bem vossa excelencia e seu secretárido achou por merecer. Agora Sr. Sebastião de Barros Quintão, se nesta terça-feira, 27/10/2009, peder neste voto de minerva, fica bem mais dificil, voce ter a chave do cofre do município de Ipatinga. Se este voto de minerva vier a seu favor, ainda não será dessa vez que você vai reassumir a tão sonhada cadeira de PREFEITO de Ipatinga, ainda tem outros processos seus a serem votados. E sempre que ganhar um, Sempre terá outros dependendo de votos, comos são centenas, e já se passaram quase onze menes, e só votaram uma meia duzia, ainda falta alguns segulos para terminaren de votar os seus quase mil processos, pois se ainda não são mil, aquarde, porque ainda vai chegar.

Sr. Sebastião de Barros Quintão, o seu dinheiro garantiu a CASSAÇÃO da eleição de Chico Ferramenta, mas o seu desrespeito a palavra DEUS, vai lhe valer o que merece.

Acima de qualquer decisão que a justiça venha tomar, esta a justiça divina, e esta com certeza nunca falhou.

Sem mais para momento, esperancoso que esta seja a última manifestação, antes desta tão esperada Eleição Extepomranea, onde nos os Ipatinguenses iremos elerger de fato o PREFEITO do Município de Ipatinga para terminar este pleito cinzento é cobre este magesto municipio.


Perdão

Enviado por Anônimo (não verificado) em seg, 26/10/2009 - 14:28.

Este Sr. Sebastião Quintão é um canalha! Não fora ele quem perseguiu os servidores que não comiam no mesmo cocho qu ele? Agora vem falar em perdão. Nós, servidores públicos de Ipatinga, jamais o perdoaremos todas as agrssões sofridas e o terror com o qual convivemos durante seu mandato. Não foi à toa que a pupulação de Ipatinga, não obstante o dinheiro sujo que ele jogou em sua campanha, não lhe deu crédito de retorno à PMI. Se "eles" agora falam de perdão creio não ser de consciência maculada (eles não têm consciência), mas sim como uma forma de mais uma vez manipular seus asceclas, colocando-se como os coitadinhos.
Talvez a justiça corrupta dos homens, na pessoa do desembargador do TRE, retorne com o prefeito CASSADO, não só pela juíza Grossi, mas sobretudo pelo povo de Ipatinga, à cadeira de mandatário do executivo municipal, mas, com certeza, a justiça divina, porcamente utilizada na boca deste tirano travestido de "homem de 'deus'", não falhará e ele será punido por todas as atrocidades que tenha cometido.
Finalmente, quero dizer que o PMDB, com certeza, tem muita gente honesta e boa, mas que trambolho esta mesa formada aí na Câmara. Para completar, só faltou o canalha do Chico que, pelo que parece, não seria de se admirar se se vendesse para a corja aí reunida.
O povo de Ipatinga merece respeito! Novas eleições já!


Quintão teve três anos e não fez. O Robson ate agora nada fez.

Enviado por Nilton da Cred Nilton (não verificado) em seg, 26/10/2009 - 11:45.

O GOVERNO FEDERAL INVESTE MILHÕES EM PROGRAMAS EDUCATIVOS QUE VISA A PROTEÇÃO DA SAÚDE DA POPULAÇÃO, O BEM ESTAR SOCIAL DO CIDADÃO E DO MEIO AMBIENTE (EM IPATINGA ESTÃO DESTRUINDO O PARQUE IPANEMA), E SIMPLESMENTE O PREFEITO INTERINO DO MUNICÍPIO DE IPATINGA Sr. ROBSON GOMES DA SILVA PERMITE ESTA GIGANTESCA AFRONTA A POPULAÇÃO E DESCUMPRE LEIS FEDERAIS OU ESTA CONIVENTE COM A SITUAÇÃO MONSTRUOSA ABAIXO DESCRITA, OU TEM O... PRESO COM ALGUNS POLÍTICOS QUE USAM ESTA SITUAÇÃO PARA SE REELEGEREM.

A falta de interesse da Prefeitura Municipal de Ipatinga, principalmente do seu gestor o Prefeito Interino Sr. Robson Gomes da Silva, com a saúde pública, o bem estar social da população e da proteção ao meio ambiente. É preciso que os órgãos estaduais e federais façam uma VISTÓRIA e fiscalização no município de Ipatinga, pois o Parque Ipanema está longe dos olhos das leis municipais e das autoridades municipais do município de Ipatinga, ou melhor, do Prefeito Interino vereador Sr. Robson Gomes da Silva. Não há fiscalização alguma, os carrinhos (de água de coco, chup chup, churrasquinho, picolé, pipoca, etc.) param onde bem entendem e barraqueiros se instalam no calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Marx do Parque Ipanema e também ocuparam a ciclovia. Na ciclovia, dificultam a vida dos ciclistas e em cima da calçada de Cooper dificultando à vida dos praticantes de Cooper, e danificam, depredam e destroem arvores e demais vegetações, nem se fala.

Os caminhões que entregam bebidas, gelo e mercadorias estacionam em fila dupla e, como se não bastasse, ainda espalham as embalagens de bebidas, cervejas, refrigerantes e outras mercadorias pela pista e estacionamento. E os próprios comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema, utilizam o estacionamento para estacionar os seus veículos, ali permanecendo de 8 até 16 horas, ocupando de forma ilegal, pois ali exploram uma atividade comercial sem alvará de licença e funcionamento, sem autorização, concessão ou permissão de uso daquela área pública e sem certificado e/ou carteira de Saúde, vindo a dificultar o cidadão Ipatinguense de estacionar o seu veiculo, e de poder desfrutar da beleza e exuberância do Parque Ipanema e ainda de não poder praticar o seu Cooper, pois o seu calçadão de Cooper esta ocupado pelos citados comerciantes ambulantes.

Tanto a Prefeitura Municipal de Ipatinga, quanto a Polícia Militar, que transitam freqüentemente pela avenida, fazem de conta que não vêem. Eles mesmos, que deveriam dar exemplo, param as viaturas em fila dupla, muitas vezes sem necessidade. Milhares de vezes entram no Parque Ipanema com suas viaturas, e circulam em meios aos cidadãos nas pistas internas de caminhadas, se isso não bastasse mesmo proibido a circulação de bicicletas, a gente vê esse desrespeito a Lei Municipal, constantemente pelas pistas internas de caminhadas do Parque Ipanema.

Sem falar na imensa e gigantesca falta de higiene no preparo dos alimentos e bebidas comercializados nas barraquinhas do Parque Ipanema. O cidadão ipatinquense aprecia banana verde frita, batata frita, churrasquinho, lanhe, comida, água mineral, água de coco, bebida, cerveja, refrigerante ou suco, mas é necessário um gigantesco esforço para não pensar nas condições de preparo e armazenamento da tal iguaria e das bebidas. Um absurdo apoiado e patrocinado pela Vigilância Sanitária, Gerência da Seção de Fiscalização de Obra e Postura Sr. Carlos Alberto e pelo prefeito interino do Município de Ipatinga, vereador Robson Gomes da Silva e dos vereadores Nilton Manoel e Nardyello Rocha.

Também é comumente olharmos para as unhas e mãos sujas dos barraqueiros, que passeiam entre o dinheiro, a alimentação, o rosto suado, as bebidas e as roupas sem a menor cerimônia, vasilhas mal lavadas em água não corrente e alimentos mal acondicionados, bem como expostos ao tempo, ou seja. Ao ar livre, poeira, vento, etc.

Antes de se despedir da Prefeitura Municipal de Ipatinga, o prefeito interino vereador Robson Gomes da Silva (PPS) terá demonstrado uma gigantesca falta de interesse, não terá enviado nenhum projeto de lei a Câmara Municipal de Ipatinga, que poderia disciplinar e regulamentar o uso de áreas públicas do Parque Ipanema e de Áreas, Avenidas, Calcadas, Calçadão, Canteiros, Parques, Praças, Ruas, etc. As regras já deveriam estar implantadas desde o inicio do governo interino do Sr. Robson Gomes da Silva, pois até a Lei Complementar 128/8 que entrou em vigor em 01 de julho de 2009, ainda não foi nem se quer apreciado pelo então prefeito interino.

Entre as normas a serem regulamentas, seria permitida a construção de módulos fixo tipo quiosques de concreto e alvenaria pelos comerciantes ambulantes das barraquinhas instaladas no calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Marx da área pública do Parque Ipanema. Não seria mais permitida à instalação de barraquinhas irregulares e a preparação e manipulação de alimentos em barraquinhas ou nos carrinhos, além do disciplinamento na veiculação de anúncios publicitários, instalação de equipamentos sonoros e até a quantidade e o ordenamento das mesas e cadeiras que poderão ser colocadas no calçadão pelos comerciantes.

A proteção dos alimentos contra a contaminação, inclusive a causada por bactérias prejudiciais à saúde. Deveria ser preocupação primordial dos comerciantes das barraquinhas do Parque Ipanema que são responsáveis pelas diversas fases de produção e comercialização. A boa prática de higiene dentro do ambiente de manipulação dos alimentos deve ser constantemente observada. Devendo principalmente ser fiscalizada pela Vigilância Sanitária no tocante a higienização e a Gerência da Seção de Fiscalização de Obras e Postura da Prefeitura Municipal de Ipatinga só permitindo o funcionamento, se os comerciantes ambulantes do Parque Ipanema estiverem com o seu alvará de licença e funcionamento em dia, e de posse de sua autorização, concessão ou permissão de uso de área publica.

Caberia em primeira instância aos comerciantes ambulantes de barraquinhas do Parque Ipanema de envolverem seus funcionários dando respaldo através de cursos, palestras e promoções de eventos com finalidade de adquirirem hábitos de higiene que iria propiciar alimentos de melhor qualidade e isenção de contaminação a qual gera as intoxicações alimentares em virtude da má manipulação do alimento, quer na produção ou comercialização. Observamos nas grandes redes de supermercados, os promotores de alimentos de grandes empresas possuem conhecimento total de boas práticas de higiene. Em países desenvolvidos, o trabalhador antes de exercitar sua função passa por cursos onde a principal prioridade é o aprendizado de práticas rotineiras de higiene. O manipulador aprende noções de higiene pessoal, como proteger os alimentos contra contaminação, enfim uma série de requisitos que propicia isenção de contaminação que tanto dano causa ao consumidor. Já no Município de Ipatinga, a Vigilância Sanitária ofereceu curso sobre higienização no manuseio e acomodação de alimentos e forneceu Certificado de Qualificação em Higiene e Acondicionamento, só que no Parque Ipanema, nenhum comerciante ambulante de barraquinha, atende o mínimo aceitável de higiene, e a Vigilância Sanitária não toma nenhuma atitude. Com isso quem paga pela falta de irresponsabilidade, é a população que ficam refém dos comerciantes ambulantes de barraquinhas do parque Ipanema.

Para proteger os alimentos da contaminação há necessidade dos comerciantes ambulantes de barraquinhas do parque Ipanema além da higiene pessoal, utilizar uniformes limpos, proteção adequada na cabeça, não manusear com dinheiro, não utilização de brincos, anéis, relógios, broches, visto que os adereços podem ser reservatório de microorganismos e promover a contaminação dos produtos alimentícios. Tudo isso esta presente nos comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema.

O assunto higiene dos alimentos é vastíssimo. Entretanto, quero citar alguns cuidados essenciais que poderia minimizar o problema. Muitos adoecem apresentando sintomatologia de dor de cabeça, vômito, diarréia, febre, náusea etc., porém, grande parte é incapaz de evitar a compra de alimentos em locais sem condições adequadas de limpeza, higiene e de acondicionamento. Comerciantes ambulantes de barraquinhas do Parque Ipanema em total desrespeito aos míninos detalhes de higiene: roupas sujas, (o correto é jaleco); unhas sem ser aparadas; cabelos sem proteção; barbas mal cuidadas; manuseio de dinheiro e manipulação de alimento; produtos que necessitam de refrigeração sendo comercializados em alta temperatura; alimentos que necessitam de temperatura ideal para sua conservação sendo expostos em temperatura aquém do desejado, em suma: uma série de irregularidades que o consumidor observa, mas continua prestigiando o comerciante ambulante da barraquinha do Parque Ipanema ou carrinhos adquirindo alimentos que nas condições impróprias de conservação e higiene fatalmente vai propiciar a instalação de intoxicação alimentar e causando maior dano as crianças, idosos, e pessoas com baixa imunidade. O povo deve exigir das autoridades competentes a máxima vigilância na comercialização dos alimentos.

Mesmo que é notória a incompetência deles, visto que a Vigilância Sanitária Municipal e a Gerência da Seção de Fiscalização de Obras e Postura de Ipatinga compactuam com os comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema, isso para garantir a um grupo de políticos votos em suas reeleições. Porém, em contrapartida deve cumprir seu papel fiscalizador quando através da recusa ou falta dela não adquirir alimentos em mãos de comerciante ambulante de barraquinha do Parque Ipanema desonesto que visa exclusivamente lucro. Quando este profissional estava em atividade num evento de comemoração da independência, houve uma grande intoxicação alimentar em um desfile de 7 de setembro por volta do ano de 2007, nas determinadas barraquinhas do Parque Ipanema instaladas irregularmente no calçadão na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Marx, todos os comerciantes ali instalados utilizando aquelas dependências inapropriadas para preparar produtos alimentícios que é comumente comercializado nas barraquinhas. E permanente neste local uma equipe da Vigilância Sanitária, que depara cotidianamente com este quadro estarrecedor: de total falta de higiene nas barraquinhas inspecionadas; a preparação do alimento é realizada a céu aberto e ao vento, neste a presença de dejetos por todos os lados; copinhos descartáveis são lavados em água fétida e não corrente para reutilização, enfim, uma série de irregularidades nunca vista. Ninguém nunca mandou apreender e inutilizar o material e os comerciantes cientificados do crime que estão praticando, e que na reincidência poderiam solicitar a presença da polícia, haja vista a tipificação de crime contra a saúde pública. Sempre temos visto inspeções rotineiras da equipe de Vigilância Sanitária nas barraquinhas do Parque Ipanema, sempre encontrando as barraquinhas do Parque Ipanema acometidos de falta de higiene, e trabalhando normalmente na manipulação de alimentos.

Nunca soubermos de qualquer Interdição de uma daquelas barraquinhas, já deveriam ter autuados todas aquelas barraquinhas com multas pesadíssimas, haja vista que na defesa não haveria contemporização do setor jurídico da Secretaria Municipal de Saúde, além de proibir a instalação da barraquinha, só vindo a permitir depois de constatada a total condição de higiene e a documentação de funcionamento fornecida pela prefeitura municipal. É de vital importância o trabalho da Vigilância Sanitária dos Alimentos, isso deveria estar acontecendo no caso das barraquinhas do Parque Ipanema. São exemplos que servem de alerta para a população rejeitar a compra de alimentos daquelas barraquinhas inapropriados, e em mãos de ambulantes e comerciantes inescrupulosos. Na medida em que a rejeição esteja presente, certamente vai existir melhoria do serviço. Cabe à população dar sua parcela de colaboração e zelar pelo princípio elementar de higiene, a fim de que tenhamos produtos de boa qualidade não causando dano à saúde. E a Vigilância Sanitária e a Gerência da Seção de Fiscalização de Obra e Postura do Município de Ipatinga, desempenhar suas funções no estrito dever de sua competência, sem prestar favorecimento a nenhum político, principalmente ao tocante a voto.

As barraquinhas instaladas inadequadamente e irregularmente no Parque Ipanema são palco da ineficiência de um prefeito interino sem qualquer qualificação e sem comando ou liderança. A contemporização de nossas autoridades na solução destes angustiantes problemas, envolvendo trabalhadores informais que tiram o sustento de suas famílias naquele local asqueroso, e que vai de encontro a todos os atos postulados de falta de higiene na comercialização de alimentos, deve ser resolvida de imediato, ou seja, URGENTE. Na contramão, consumidor adquirindo produto sem condição higiênico-sanitária adequada, e que ingerido propicia toxi-infecção alimentar. Alimentos de origem clandestina, adulterados, deteriorados, com prazo de validade vencido etc., são ali comercializados. Há algum tempo, instalaram comissão da qual participaram técnicos da Secretaria Municipal de Saúde de Ipatinga, com a finalidade de apresentar relatório sobre as condições higiênico-sanitárias das barraquinhas.

Documento elaborado e encaminhado para superior hierárquico, repasse para autoridade maior do Município, o Prefeito Interino vereador Robson Gomes da Silva e dos vereadores Nardyello Rocha e Nilton Manoel, compactuados com o Gerente da Seção de Fiscalização de Obra e Postura da Prefeitura de Ipatinga Sr. Carlos Alberto e da Vigilância Sanitária, entretanto, mais um relatório engavetado. Vale salientar que existe este grupo de políticos que vivem eleitoralmente à custa dos votos destes comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema em detrimento da população. Atualmente se encontra em andamento plano visando à reforma geral do Parque Ipanema, mas não existe nenhum que resolva os problemas causados por aquelas barraquinhas. Autoridades: no âmbito judicial (Ministério Público), do setor de gestão (Prefeitura e Estado), ou no financeiro (Governo Federal) que certamente deve entrar com maior participação de verba, juntos devem apressar e colocar em prática a tão sonhada restauração, a fim de que este enorme lamaçal encravado em área belíssima do nosso município seja extirpado.

Notada importância desta para a sociedade, não só ipatinguense, como nacional! Vale salientar que a contaminação principal é da cultura da nossa população, com seus hábitos de falta de higiene, seja por falta de informação, seja por mero descaso, este muito mais grave! Vem daí o diagnóstico da grande dificuldade de sanar este problema: FALTA DE EDUCAÇÃO! Mais grave ainda: Sinceramente não sei se o que vem primeiro é o ovo ou a galinha; se o nosso déficit educacional se tornou um padrão forçado pela incapacidade de gestão pública ou se ser mal educado e desleixado com os costumes gerais é culpa da acomodação da população em geral. Afinal de contas, ser educado dá trabalho, certo! É fato: Somos um povo mal educado! O ovo e a galinha vêm juntos nessa tocada desenfreada.

A contaminação dos alimentos representa sério perigo para a saúde dos consumidores. Quem tiver dúvida sobre o descaso na comercialização de produtos comestíveis basta verificarem o que acontece nas barraquinhas do Parque Ipanema. A fiscalização fica a desejar e o consumidor não se mostra interessado em defender seus direitos. Pouca coisa mudou nos últimos 15 anos, o que é muito preocupante.

Se a educação doméstica fosse ainda exercida nos lares, com certeza estes problemas seriam menores; noções de higiene básicas que se aprende em casa (é o que se espera), ficam gravadas pelo resto da vida e nem a ganância de fazer dinheiro a qualquer custo, sobre põe. Em tempos de grandes aglomerações associadas a nenhuma pratica de higiene, as grandes epidemias serão uma constante. Fiquemos alerta e peçamos a Deus que os profissionais atuais se nos mirem que já beneficiam do merecido descanso.

Pelo que pode observar, e, concluir, é que, se não fosse à sorte, a nos proteger, acreditamos que 80% da população ipatinguense, principalmente a mais humilde, estaria, diariamente, com intoxicação alimentar, pois o que foi dito, constatamos a sua veracidade, o que é muito triste para uma cidade como Ipatinga. As autoridades sanitárias se omitem e, se fiscalizam ninguém vê, pois a falta de higiene dos comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema e da conservação dos alimentos é quase que total.

Há de se inseminar a cultura da higienização dos alimentos em todas as suas fases, da produção à comercialização. Ao poder público cabe coibir com total rigor as transgreções, começando pelo dever de casa, em oferecendo espaços adequados para as barraquinhas ao ar livres. À população responsável, por fim, conscientizar os demais para tal mister. Esta batalha tem de ser vencida por todos, sob o comando intransferível do poder público e a indispensável participação da imprensa.

O consumidor tem por obrigação rejeitar maus comerciantes que no anseio de ganho fácil relega o povo à própria sorte. Políticos envolvidos com a Saúde Pública devem apresentar projeto de lei obrigando os comerciantes de alimentos a oferecer cursos para seus funcionários que aprendam boas práticas de higiene. Ambulantes das barraquinhas do parque Ipanema devem ser fiscalizados pela Secretaria de Serviços Públicos, convenientemente cadastrados, além da obrigação de participarem de cursos bancados pelo poder público. A situação atual das barraquinhas do Parque Ipanema, é vergonhosa, insana e inaceitável. A reforma do local deve ser realizada com máxima urgência, a fim de que os ipatinguenses possam comprar alimentos em condições ótima de consumo prevenindo a intoxicação alimentar, devido a péssima conservação do local com total falta de higiene.

Alimentos comercializados pelos comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema podem custar caro à saúde da população. Fim de ano chegando, sinônimo de ferias e festas populares para os ipatinguenses. O verão tem os seus prazeres, mas é preciso que as pessoas fiquem atentas aos riscos também. Um dos principais são os alimentos vendidos nas barraquinhas instaladas no calçadão de Cooper do Parque Ipanema. A falta de cuidados básicos de higiene pode custar à vida de uma pessoa. E quem não gosta de tomar um caldo de cana com bastante gelo numa tarde de sol? E um lanche com salada ou picolé no Parque Ipanema? É ai que mora o risco.

Em 100% destas barraquinhas, é encontrados problemas referentes à manipulação dos alimentos, às condições inadequadas da produção, a higiene dos funcionários (falta do uso de uniforme, da lavagem das mãos, etc.) e do próprio local, a validade expirada do produto, a procedência da matéria-prima e a higiene sanitária. Esses descuidos provocam a proliferação de bactérias produtoras de toxinas, o que vem a causar a toxi-infecção alimentar. Essa é uma das doenças mais comuns encontradas pela população.

Ela é caracterizada por surtos de diarréias e vômitos. Os sintomas aparecem até 12 horas depois que o alimento infectado é ingerido e a gravidade pode aumentar a depender do sistema imunológico de quem consome. Outra bactéria encontrada é a Salmonella. Ela é encontrada em água ou alimento contaminado e a infecção pode provocar vômito, febre, falta de apetite e diarréia.

Os molhos, os queijos e os churrasquinhos, é um dos tipos de alimentos em que mais se encontram proliferação desses tipos de bactérias, pois é facilmente encontrada com irregularidades, como expostos a temperatura ambiente, a falta de higiene de quem os manipula e a falta de lavagem dos equipamentos utilizados na produção e para exposição à comercialização.

Um fator detectado na grande maioria das barraquinhas é a falta de informação das pessoas que trabalham com a manipulação dos alimentos, quanto à necessidade de fazer exames médicos regularmente. Pois a Vigilância Sanitária deveria explica que é necessária a preocupação destas pessoas com a saúde, pois existem bactérias e fungos que passam no contato das mãos, por exemplo.

A Vigilância Sanitária deveria realizar ações de fiscalização “intensificadas principalmente nos finais de semana, feriados e períodos de ferias e nos eventos onde ocorre grande concentração de pessoas, como no Parque de Ipanema e, dia de jogos, comemorações da: Independência, aniversário do município, dia das crianças e outros tantos, onde acontece este gigantesco mercado informal”.

Nestas épocas, os principais problemas encontrados são a comercialização de produtos inadequados, de origem desconhecida (em que o procedimento não é seguro), como as batidas (bebidas alcoólicas), o queijo coalho, o churrasquinho, óleo que frita a banana verde e a batata. Além da comercialização de produtos perecíveis a temperatura ambiente, como o exemplo dos salgadinhos, o preparo de alimentos em locais desprovidos de água corrente, o que acontece freqüentemente e diariamente nas barraquinhas do Parque Ipanema.

Os baixos índices de adequação às condições mínimas de segurança estão relacionados à falta de conhecimento da população sobre higiene. “São pessoas que possuem baixo poder aquisitivo e não têm condições para corresponder às necessidades básicas que a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária determina”.

Os riscos de infecção são ilimitados, pois as infecções adquiridas pela ingestão de alimentos contaminados habitualmente são causadas por bactérias. “Estes microorganismos podem contaminar alimentos crus ou mesmo alimentos cozidos, mas expostos, após o cozimento, à ação desses agentes. A contaminação pode ainda ocorrer como decorrência da manipulação de alimentos por pessoas portadoras de germes patogênicos, que tratam os produtos alimentares sem a devida higiene”. O especialista explica que alguns portadores sadios de bactérias, a exemplo da salmonella, eliminam esses germes nas fezes e, ao manusearem alimentos sem a higiene prévia das mãos podem contaminá-los. “Outros agentes, como vírus, também podem ser transmitidos através da ingestão de alimentos contaminados. Nesse caso, a água utilizada no preparo ou manipulação dos alimentos pode ser veículo de transmissão. A hepatite A, por exemplo, pode ser transmitida por essa via”. Ainda que, além de bactérias e vírus, parasitos também podem ser transmitidos pela mesma via. Amebíase, giardíase e outras parasitoses podem ser adquiridas através da via oral, por mecanismos semelhantes.

“O consumo de alimentos comercializados pelos comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema deve ser feito com cautela, pois a exposição ambiental (moscas, pássaros, pombos, poeira, insetos em geral) pode contaminá-los, ocasionando infecções”.

Alimentos contendo molhos como maionese, cat chup, mostarda ou vinagrete devem ter um cuidado especial para o consumo, “pois facilitam a proliferação de bactérias como o estafilococo e a própria salmonella”. Os mais seguros são os alimentos industrializados, desde que estejam em sua embalagem original e dentro do prazo de validade. Mesmo assim, cuidado: as latas amassadas ou produtos perecíveis conservados fora da geladeira ou do freezer apresentam grande risco para a saúde.

Principalmente durante o verão, a população deve redobrar a atenção. O calor pede o consumo de bebidas, como o caldo de cana, por exemplo, que, se não for devidamente preparado, pode oferecer sérios riscos à saúde. “A estocagem da cana em local limpo e a sua correta manipulação reduzem as chances de problemas. Além disso, a limpeza da prensa de moagem, assim como a utilização de copos descartáveis, deve ser observada”. A água utilizada para fazer gelo ou picolé, se não for filtrada e de boa qualidade, também poderá transmitir infecções.

“Em alguns casos, a intoxicação alimentar se deve à ação de toxinas bacterianas, ou seja, não existem bactérias vivas no alimento ingerido, mas seus produtos de degradação (toxinas) podem provocar sintomas como febre, diarréia, dor de cabeça e vômitos, podendo até levar à morte”. O que deveria ser básico na higiene dos alimentos comercializados pelos comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema.

A primeira coisa que o consumidor deveria é observar é se a barraquinha possui o Alvará de Saúde, que deve estar afixado em local visível e significa que aquele comerciante foi submetido a inspeção sanitária. O Alvará de Saúde tem validade por um ano. Em caso contrário, o consumidor deve evitar esse tipo de barraquinha e denunciá-lo à Vigilância Sanitária, se não houver qualquer tipo manifestação por parte deste órgão, por gentileza enviar a denuncia a Agencia Nacional de Vigilância sanitária. O consumidor deve observar e também exigir do estabelecimento o seguinte:

Limpeza e higiene da estrutura física, equipamentos e utensílios. Todos devem ter superfície lisa, impermeável e de fácil higienização. Manter exaustores, quando necessário. Acondicionar os alimentos adequadamente, mantendo-os em embalagens que não possibilitem a alteração de sua qualidade nem exponham os produtos a possíveis transmissores de doenças.

Expor alimentos para consumo ou comercialização somente quando protegidos em vitrines, respeitando-se as temperaturas necessárias para cada tipo de produto, evitando-se a ação de insetos, poeira, etc. Ao manipular alimentos prontos para consumo devem-se utilizar protetores manuais do tipo pinças, pegadores, conchas, etc.

Manter a higiene diária de quem prepara os alimentos, com banho completo antes de iniciar o trabalho. Manter unhas sempre cortadas, escovadas e sem pintura (esmalte ajuda a esconder a sujeira!), cabelos protegidos por gorro, chapéu ou similar. Lavar as mãos e os antebraços várias vezes ao dia. Estes profissionais devem evitar, também, o uso de anéis, pulseiras e outros adereços no momento em que realizam o trabalho. Quem prepara alimentos para comercialização jamais deve, por exemplo, manusear dinheiro, assoar o nariz, transportar lixo enquanto trabalha.

A pouco mais de dois anos tinha cerca de 14 comerciantes ambulantes com barraquinhas instaladas no calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Max que manipulam alimentos de forma inadequada no próprio Parque Ipanema, foram ali instalados com cumplicidade, da Vigilância Sanitária e da Gerência de Fiscalização de Obra e Postura de Ipatinga.

Os ambulantes não atendem à maioria dos itens da legislação sanitária preconizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA no que se refere à higiene e manipulação adequada dos alimentos. "Os alimentos não podem ser produzidos ao ar livre. Eles precisam ser manipulados em local fechado, longe da fumaça, poeira, do sol e da chuva. No calçadão de Cooper do parque, eles se tornam portas abertas para bactérias e fungos e, conseqüentemente, para doenças como infecção intestinal, entre outras".

Os ambulantes ainda não foram notificados pela Gerência de Fiscalização de Obra e Postura para que apresentassem autorização, concessão ou permissão da Prefeitura Municipal de Ipatinga de suas instalações comerciais em área publica como é o caso do Parque Ipanema, nem tão pouco lhes foi solicitados a apresentarem alvará de licença e funcionamento. Significa que qualquer pessoa pode apoderar de área publica do Município de Ipatinga, pois terá a seu favor a cumplicidades daqueles que deveriam cumprir com suas obrigações, e passam a dividir com o invasor o compromisso de reeleger políticos comprometidos com estas afrontas e absurdas invasões.

"As barraquinhas de lanches estão utilizando o calçadão de Cooper além do que não é permitido, e em média, varios jogos de mesas e cadeiras ficam espalhados nas calçadas e em canteiros públicos, quando na verdade só são permitidos três, ferindo o Código de Postura do Município e a Lei de Acessibilidade", mas mesmo assim, continuam a cometerem tão desrespeito.

Projeto de Lei Municipal que regulamenta e implementa (comércio ambulante / comércio informal) está parado na Prefeitura Municipal de Ipatinga. Enquanto a lei que regulamenta o comércio e prestação de serviço de ambulantes (informais) e de pontos fixos nas áreas e vias públicas do Município de Ipatinga não é apresentada pelo Executivo, o projeto continua parado no Gabinete do Prefeito Interino, Sr. Robson Gomes da Silva, na Procuradoria Geral – PROGER Dr. José Geraldo Nunes, na Secretaria de Fazenda Municipal Sr. Hélio, Secretaria Municipal de Planejamento Sr. Neldir Della Veckia, Secretaria Municipal de Governo Sr. Vinicius Varela e a Câmara Municipal de Ipatinga ainda não recebeu nenhum projeto do executivo para discutir sobre este tema.

Na ocasião, o então vereador Dario Teixeira de Carvalho (PT) Presidente da Comissão de Abastecimento pediu consulta do Departamento Jurídico da Câmara Municipal de Ipatinga parecer sobre regulamentação para o comércio ambulante (informal).

“Será possível vender alimentos e bebidas sem pia para lavar as mãos? Sem água para mínimo de higiene possível? A Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal de Ipatinga e a Gerência da Seção de Fiscalização de Obras e Posturas da Prefeitura Municipal de Ipatinga Sr. Carlos Alberto estão fazendo o PIOR trabalho de fiscalização já visto no Município de Ipatinga, quanto permite a instalação de Comércio Ambulante (Informal) de barraquinhas, em Área Publica de Preservação Ambiental, de Cultura, de Esporte e de Lazer, sobre o calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Max, do Parque Ipanema, Jardim Panorama, Ipatinga, Estado de Minas Gerais, Brasil, SEM Alvará de Licença e Funcionamento, mas isso só acontece, porque os barraqueiros são protegidos por este grupo político, mas os lojistas”, que possuem comércio no Município de Ipatinga, isso não acontece, pois se não tiver o seu alvará de licença e de funcionamento são logo multados e tem seu estabelecimento fechado. A situação é uma “afronta” ao comércio legal, aos lojistas e à imagem do Município de Ipatinga. “Nenhum desses comerciantes ambulantes barraqueiros do Parque Ipanema pagam impostos”, o pior, não possui Alvará de Licença e Funcionamento e nem tão pouco autorização, permissão ou concessão de uso daquela área pública.

Enquanto os comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema vendem diferentes produtos na Área Pública Municipal de Meio Ambiente, com arvores nobre plantada remanescente de nossa floresta e demais plantas silvestres de nossas matas, o Parque Ipanema, espaço de preservação do Meio Ambiente, de Proteção a Arvores Nobre Remanescentes da Floresta Atlântica, de Planta Nativa de nossas matas, de área Cultural, de Esporte e Lazer para a população do Município de Ipatinga, estão bastante danificadas, mal cuidadas, mal zeladas, mal utilizadas, maltratadas, saturadas, etc... “Não concordamos que os comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema façam do calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Marx, o seu ponto de comércio, isso não é justo”.

O presidente da Associação do Comércio Alternativo do Município de Ipatinga e da Região Metropolitana do vale do Aço - ACAMI, Nilton de Oliveira Filho, disse que apóia a regulamentação dos trabalhadores informais do comércio ambulante do Município de Ipatinga desde que considere as sugestões propostas pela entidade quando o projeto for discutido e aprovado na Câmara Municipal de Ipatinga, e sancionado pelo Prefeito do Município de Ipatinga. Assegurar se que é de interesse dos associados (trabalhadores informais) de se formalizarem, de pagarem impostos e trabalharem para garantir total higiene, satisfação, qualidade e segurança nos produtos e serviços. “Problemas ocorrem como em todo comércio, mas são fatos isolados, e não regra” argumenta Nilton, rebatendo o péssimo trabalho da Fiscalização da Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal de Ipatinga e da Gerência da Seção de Fiscalização de Obras e Posturas da Prefeitura Municipal de Ipatinga, sobre a imensa e gigantesca falta de higiene e da falta de alvará de licença e funcionamento em todas as barraquinhas de alimentos e bebidas do Parque Ipanema, e da omissão e irresponsabilidade do Prefeito Interino do Município de Ipatinga, permitir a utilização do calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Marx, do Parque Ipanema, para o desenvolvimento de atividade de comércio totalmente inadequada e irregular em área publica do Município de Ipatinga, sem um projeto de impacto ambiental aprovado pelos órgãos competentes, bem como autorização, concessão ou permissão desta área público em conformidade a Lei Federal 8.666/83 que regulamenta o uso de áreas públicas.

Nilton também defende que os comerciantes ambulantes das barraquinhas tenham o direito de vender os produtos no calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Marx, do Parque Ipanema, depois de feito estudo de impacto ambiental e da regulamentação de uso de áreas publicas para desenvolvimento econômico pelos citados, desde que os mesmo estejam devidamente legalizados e dentro dos preceitos da Lei.

O Secretario de Governo, Vinicius Varela, disse que o projeto é excelente para o município e ótimo para os trabalhadores informais, mas não tem previsão para quanto fica pronto, já que o Prefeito Interino, vereador Robson Gomes da Silva ainda não se manifestou. “Fica difícil determinar uma data, com a regulamentação parada”, justifica.

Se alimentar ou comer lanche nas barraquinhas do Parque Ipanema requer bastantes cuidados. Pois os alimentos e os lanches preparados ao ar livre nem sempre atendem as exigências sanitárias para garantir a saúde da população. Isso se trata de buscar uma solução com muita URGENCIA possível, ou pelo menos suspender temporariamente aquele comércio inadequado e irregular, até que se chegue a uma solução definitiva, certo, é que da forma como esta, é que não pode continuar.

Todos os dias são fáceis de encontrar comerciantes ambulantes de barraquinhas no Parque Ipanema comercializando alimentos e lanches em suas barraquinhas, a pé ou de bicicleta, no calçadão de Cooper, em vias internas de pedestres, sobre o gramado e outras áreas públicas do Parque Ipanema. O problema é que muitas vezes esses alimentos são mal armazenados e não se sabe houve cuidados de higiene durante o preparo. Daí a necessidade de verificar se o ambulante adota cuidados mínimos de higiene antes de vender alimentos em suas barraquinhas. A Vigilância Sanitária diz que fiscaliza a atuação destes profissionais para assegurar a saúde da população, agora se você for ao Parque Ipanema, vai constatar a olho nu, ou os servidores públicos da Vigilância Sanitária, estão com problema de vista, de olfato e paladar, ou recebem ordens de seus superiores para fazer vista grossa. O problema é notório, até um cego é capaz de vê, melhor sentir que não é possível existir aquele sistema de comércio ambulante de alimentos funcionando da forma como estão.

A gente freqüenta todos os fins de semana, feriados e alguns dia da semana o Parque Ipanema e também encontra sempre a mesma situação, barraquinhas comercializando alimentos lanches e bebidas improvisadas em locais abertos, sujeitas à poeira e ao vento. Além disso, convivemos constantemente com os comerciantes ambulantes das barraquinhas manuseando os alimentos e pegando em dinheiro ao mesmo tempo, sem mesmo lavar as mãos, constatando o fato de que embora este comércio informal garanta o sustento de centenas de famílias, a alimentação é comercializada sem cuidados com a higiene e sem qualquer garantia de cuidado com a saúde da população.

Nas maiorias das barraquinhas, sobre o calçadão de Cooper da Avenida Roberto Burle Marx, a gente encontra os ambulantes das barraquinhas comercializando, fritando banana verde e batata, servindo aos clientes e manuseando com o dinheiro sem qualquer tipo de cuidado ou higiene e servindo água mineral, cerveja, refrigerante, água de coco e caldo de cana. A banana frita ou batata frita fica na maioria das vezes armazenadas em depósito fechado e as águas minerais, cervejas e refrigerantes em caixa de isopor com gelo, na medida em que o comerciante vai vendendo e gelo vai se derretendo, as mãos que manuseia dinheiro, que suam e que passam pelo rosto e pela cabeça, entram pela caixa de isopor, que logo em seguida é servido ao cliente, coco e canas ficam jogadas. Porém, há vasilhames de lixos com mosca próxima a maquina de gelar a água de coco e à moenda de cana e o ambulante usa pano para limpar coco, em outro momento, um pedaço de madeira para socar a cana na moenda.

Se for a Vigilância Sanitária ela ira afirma que fiscaliza a atuação dos comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema, se perguntar ao Gerente da Vigilância Sanitária do Município de Ipatinga, ele lhe dirá que o órgão está atento para essas situações e os fiscais têm orientado os ambulantes quanto ao preparo e manuseio dos alimentos. Vai dizer: “Não alcançamos 100%, mas estamos atuando principalmente dia e noite. Quando recebem denúncia, diz que vão a campo verificar de perto a situação. Vem logo com a desculpa, a dificuldade é que a maioria dos comerciantes ambulantes das barraquinhas que comercializam alimentos, lanche e bebidas no calçadão não trabalha todos os dias, mas vão dizer, temos procurado cadastrá-los e pedir cópia dos documentos pessoais e endereço, para verificarmos em suas casas a forma de preparo dos alimentos”. Isso é um absurdo, já são mais de 15 anos eu vejo e presencio tamanha arbitrariedade e desrespeito com o uso do dinheiro publico, que pagam os salários dos servidores públicos da Vigilância Sanitária, para permitir esta situação que convivemos dia a dia em nosso Parque Ipanema, isso é brincadeira, devem achar que a população de Ipatinga é palhaço, para permitir tamanha afronta a dignidade de a saúde alimentar da população.

Nem a Vigilância Sanitária cobra licença de Alvará Sanitário e/ou Certificado/Carteira de Saúde atualizada do comerciante ambulante de barraquinha do Parque Ipanema, para constatar que não tem problema de saúde que o impeça de prestar esse tipo de serviço à comunidade. “A venda de água de coco e caldo de cana é uma das mais críticas porque, às vezes, o vendedor deixa os cocos e as canas no chão, não tem onde lavar as mãos e pode acontecer um acidente com ele ao cortar o dedo ao destampar coco com o facão ou moer a cana, contaminando o alimento”.

Existe uma legislação federal que regula esse tipo de irregularidade, o Código de Segurança Alimentar, e também a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da ANVISA, em nível nacional, de Nº. 216/04. “Quando há denúncia, dizem que fazem a orientação, e se o comerciante ambulante da barraquinha do Parque Ipanema não cumpre, a Vigilância Sanitária tem autonomia para cadastrar esse comerciante na dívida ativa do município, impedir que continue comercializando o produto e interditar o local até a regularização. Os comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema têm que ter consciência de que não podem oferecer riscos à saúde à população”. Mas até este momento nunca foi constatado qualquer tipo de punição ou interdição no Parque Ipanema, pois sempre tem alguém para logo botar um pano por cima, e engavetar. Isso já é um habito que funciona a muitos anos com o chamado uso da maquina pública para angariar votos, votos estes que tem reelegidos os vereadores Nilton Manoel e Nardyello Rocha, que recebem a proteção do Prefeito Interino vereador Robson Gomes da Silva e a obediência do Gerente da Seção de Fiscalização de Obras e Postura do Município de Ipatinga Sr. Carlos Alberto.

A falta de Fiscalização da Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal de Ipatinga na conservação e manuseio de alimentos junto aos comerciantes ambulantes das barraquinhas do Parque Ipanema pode causar mal a saúde ou até a morte de cidadão ipatinuguense. Parece que o prefeito interino vereador Robson Gomes da Silva só vai manifestar interesse quando acontecer uma tragédia no Parque Ipanema, ou seja, precisa de que um cidadão ipatinguense venha morrer, porém até agora foi só uma tonelada de peixes que morreram intoxicados com os lixos gerados pelas barraquinhas do Parque Ipanema, lançados junto ao Lago.

"Esta entidade gostaria que medidas fossem tomadas em referência à falta de fiscalização por parte da Vigilância Sanitária da Prefeitura Municipal de Ipatinga e da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Ipatinga junto às "barraquinhas" de alimentação, de bebidas e lanches espalhadas no calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal da Avenida Roberto Burle Marx, Parque Ipanema. Mesmo sendo muito cuidadoso, minha filha de três anos foi vitima de intoxicação alimentar depois de consumir um pacote de banana verde frita em uma barraquinha no Parque Ipanema. Não pude tomar as providências legais, pois eles não fornecem nota fiscal. Depois disso, fiquei observando que as condições de higiene são péssimas. Nem as mãos eles lavam! Nem água eles tem! Nem rede de esgoto eles tem! Máscara não utilizam! Imagine luvas! Imagine touca! Os condimentos não são refrigerados, verdadeiro absurdo. Onde estão as autoridades da Vigilância Sanitárias do Município de Ipatinga e Gerencia da Seção de Fiscalização de Obra e Postura de Ipatinga. Estão cuidando dos votos, para a reeleição dos vereadores Nilton Manoel e Nardyello Rocha.

Ora, com alimentação estragada não se brinca. Uma intoxicação séria pode levar a vítima à morte. Por isso, se souber que alguém esta sentindo algum gosto esquisito na alimentação ou na bebida na hora da alimentação ou degustação na barraquinha do Parque Ipanema, chame imediatamente a Vigilância Sanitária e comunica também a ANVISA ou outro órgão responsável, na falta chame a Polícia Militar e faça um Boletim de Ocorrência. Ou então, chame a imprensa e denuncie. Se o comerciante ambulante da barraquinha do Parque Ipanema com base no Código Penal ameaçar chamar a polícia por falta do pagamento, não se sinta constrangido, solicite que a policia envie o alimento sobre suspeitar a um laboratório para analise, de posse do Laudo (resultado) ingressar na justiça com pedido de indenização por danos morais contra o comerciante ambulante da barraquinha do Parque Ipanema, contra a negligência da Vigilância Sanitária, Contra a Prefeitura Municipal de Ipatinga, que não fiscaliza a irregularidade deste comerciante ambulante barraqueiro do Parque Ipanema, por comercializar produtos estragados bem como funcionar de forma inadequada, irregular e ilegal, principalmente sem alvará de licença e funcionamento e também no tocante a ocupação de área publica como é o calçadão de Cooper do Parque Ipanema. Faça questão de ir à delegacia de polícia, com uma amostra do produto estragado para análise. O fornecedor é responsável pela qualidade daquilo que vende e o Município pela fiscalização. No caso de omissão do poder público, denuncie ao Ministério Público, pois os promotores de justiçam estão loucos para desempenharem suas funções, a de fazer inquéritos civis e remetê-los a justiça, se uma coisa que funciona neste país, é a justiça eleitoral, basta fazer uma denuncia que logo você vê o resultado. Não deixe o prefeito interino, aplicar mal o dinheiro público do município de Ipatinga, para isso, existe o Ministério Público, para receber denuncia, e encaminhá-las a justiça para medidas cabíveis.

Agora se comeu a alimentação, não percebeu que estava estragada e sentiu os efeitos somente no dia seguinte quando passou mal, como o caso que denunciei acima? Cuide da saúde imediatamente, junte a nota fiscal dos remédios, médico e/ou hospital, os possíveis exames de laboratório e vá a uma delegacia de policia faça um Boletim de Ocorrência. Com os documentos na mão, exija do comerciante ambulante da barraquinha do Parque Ipanema o pagamento de todas essas despesas, inclusive dos gastos com transporte. O comerciante ambulante da barraquinha do Parque Ipanema é obrigado a indenizá-lo. Se o consumidor trabalhar como autônomo, tem o direito também de receber as horas paradas. O município também é responsável, por permitir que este comerciante ambulante da barraquinha do Parque Ipanema funcione sem higiene e condições inadequadas e sem alvará de licença e funcionamento, muito bem utilizar área publica para exploração econômica, que se trata do calçadão de Cooper na extensão do estacionamento diagonal do Parque Ipanema.

PARA TANTO, o seu maior trunfo é a nota fiscal. Ela é a prova de que você comeu naquele comercio ambulante da barraquinha do Parque Ipanema. (Amparo legal: Lei Delegada nº 4, de 26/9/1962, artigo 11, alínea e).

Importante: A conta deve especificar tudo que foi consumido (o nome e a quantidade dos alimentos e bebidas). Se a briga com o comerciante ambulante da barraquinha do Parque Ipanema ficar indigesta, recorra ao Juizado especial de Pequenas Causas, é mais eficiente, rápido e especializado em questões que envolvem danos de até quarenta salários mínimos. Você deve também nesses casos, avisar a Vigilância Sanitária do Município de Ipatinga e denunciar a ANVISA. Assim, estará evitando que outras pessoas sofram uma intoxicação (Lei nº 8.137, de 27/12/1990, artigo 1º, inciso V, e artigo 6º, parágrafo único. Essa lei revoga o artigo 279 do Código Penal. Artigo 18, parágrafo 6º, inciso II; artigos 23 e 26, inciso I; e artigo 66, parágrafo único do CPDC).

Dividindo em meio à poluição de Ipatinga, existem tranqüilidade e ar puro. Um verdadeiro ‘esconderijo’ da natureza, o Parque Ipanema, criado, no bairro Jardim Panorama, recebe cerca de 30 mil pessoas por mês. Numa área de 1 milhão de m² ele preserva dois dos maiores ‘tesouros’ para quem vive nas cidades grandes: tranqüilidade e ar puro. Abrigam jardins e uma vegetação formada por capoeiras, arvores e um reflorestamento de arvores ciliares ao longo do Rio Ipanema, são mais de 12 mil árvores plantadas, um lago com 9.347 m² e uma ilhota com acesso por duas passarelas de madeira, é uma das maiores áreas verde e de lazer urbana do País. Abriga o Estádio do Ipatingão (Estádio Municipal Epaminondas Mendes Brito), o Centro Esportivo e Cultural 7 de Outubro, o Kartódromo Emerson Fittipaldi, o Horto Municipal que abastece de mudas os parques e jardins, sedia o projeto Farmácia Verde e distribuição de plantas fitoterápicas, e a área de lazer, com espaço para caminhadas, lago com ilha, cata-vento, brinquedos, anfiteatro, 2 quadras poliesportivas, campos de futebol, pista de cooper, ciclovias, 4 quadras de peteca e a Estação Pouso de Água Limpa uma réplica de uma estação de 1917, é o ponto de partida do passeio da maria-fumaça - locomotiva alemã, de 1937, da Estrada de Ferro Caminho das Águas - pelo Parque Ipanema.

O Parque da Ciência é o lugar de brincar e aprender. Um espaço não-formal de educação para divulgação científica. Também conhecidos como museus interativos de ciência, esses espaços são dirigidos ao público em geral, usam linguagem acessível e interações lúdicas para difundir conceitos das ciências naturais e popularizar o saber científico. Para isso, têm como atrações montagens que apresentam princípios ou fenômenos físicos, biológicos, químicos ou astronômicos, e que podem ser observadas ou manipuladas pelo visitante. Promove anualmente uma Mostra de Ciência e o Projeto Astronomia no Parque. Possui um acervo com 60 montagens. Uma parte fica em um galpão, outras ao ar livre, propiciando à população compreender os processos e os progressos científicos e apóiam a modernização de ações para a educação em ciência. Além disso, atraem visitantes de todas as partes, contribuindo para o turismo da cidade e estimulando vocações. A Estação Cultural Museu do Aço - Espaço cultural com 8 mil m², abriga museu e biblioteca e a Escola Municipal de Iniciação Teatral 7 de Outubro - Inaugurada em 1995, promove cursos de expressão corporal, vocalização, interpretação, improvisação, criação, história do teatro e montagem.

A Infoteca constitui um ambiente de aprendizagem onde o aluno, ao interagir com os objetos desse ambiente, tem a chance de construir o seu próprio conhecimento e de se envolver ativamente nessa aprendizagem utilizando diferentes meios (gráficos, sons, imagens, animações e similares). O laboratório disponibiliza programas educativos aos alunos da cidade e as aulas devem ser agendadas no Parque da Ciência.

Destacam-se ainda um espírito coletivo de vivencia em harmonia com a natureza. “Voltado essencialmente à cultura, ao esporte e ao lazer, à finalidade é aproximar a população da natureza, proporcionando agradáveis momentos por entre a vegetação constituída de espécies remanescentes da Mata Atlântica, além da população poder desfrutar de momentos tranqüilos e sociais”.

No final da década de 70, a Prefeitura Municipal de Ipatinga convidou o paisagista Roberto Burle Marx para idealizar e realizar os jardins do Município de Ipatinga. O produto deste trabalho é o atual conjunto artístico, cultural, esportivo, lazer e paisagístico do Parque Ipanema.

Nascido em São Paulo, em 4 de agosto de 1909, Roberto Burle Marx foi o paisagista que mudou o conceito da arte das paisagens. Artista de múltiplas habilidades foi também desenhista, pintor, tapeceiro, ceramista, escultor, pesquisador, cantor e criador de jóias, sensibilidades registradas em toda sua obra.

Ao entregar à população uma importante área verde para o lazer contemplativo, a Prefeitura Municipal de Ipatinga prestou homenagem a um dos mais famosos arquitetos paisagistas do País, Roberto Burle Marx, e também inovou no que se refere à gestão de espaços públicos.

Para manter a integridade física e social do Parque Ipanema e da população, deveria ser vedado o ingresso de automóveis, motocicletas, bicicletas e veículos motorizados; comerciantes ambulantes ou pessoa que pretenda praticar o comércio; visitantes conduzindo animais; indivíduos com recipientes de vidro ou alcoolizados.

Atenciosamente

Nilton da Cred NILTON 2010. “Faça Valer o Seu Direito. Em 2010’’.
Celular: (31) 8532-3858

Diretor Presidente da ACAMI
Associação do Comércio Alternativo do Município de Ipatinga e da Região Metropolitana do Vale do Aço.


Comentar

O conteúdo deste campo é privado não será exibido ao público.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Tags HTML permitidas: <a> <em> <strong> <cite> <code> <ul> <ol> <li> <dl> <dt> <dd>
  • Quebras de linhas e parágrafos são feitos automaticamente.

Mais informações sobre as opções de formatação

CAPTCHA
Este recurso é para evitar postagens automáticas
Image CAPTCHA
Digite os caracteres mostrados na imagem.


Política de Privacidade | Entre em contato
© 2008-2014 plox.com.br Todos os direitos reservados. Primeiro portal de notícias e entretenimento do Vale do Aço