O prefeito de Coronel Fabriciano, Chico Simões (PT), e o secretário de saúde do município, Rubens Castro, anunciaram que foi decretado na manhã desta quinta-feira (21), Estado de Calamidade Pública na cidade, em decorrência da crise na área de saúde que assola os moradores do município.
Segundo o prefeito, copias do decreto serão enviadas para vários órgãos e autoridades com envolvimento nessa questão.
Chico Simões informou que o Decreto de Calamidade Pública terá duas finalidades: Impactar as autoridades para que busquem de imediato uma solução para a área de saúde na cidade, agravada após o fechamento do Hospital Siderúrgica; Possibilitar ao poder executivo tomar medidas emergenciais que sem o decreto não poderiam ser feitas.
Quanto às medidas emergenciais que o decreto lhe permite executar, Simões citou a contratação ou aquisição de ambulâncias para levar pacientes aos outros municípios em busca de hospitais. Outro ponto enfatizado pelo prefeito trata da contratação de advogados para defender moradores de Coronel Fabriciano que eventualmente venham a não ser atendidos em hospitais de outras cidades. “A rede hospitalar conveniada ao SUS é para atender a qualquer cidadão brasileiro, seja ele de Timóteo, Ipatinga ou Fabriciano”, disse.
A citação do prefeito é, segundo ele, uma resposta à informação de que hospitais da região estariam se negando a atender pacientes oriundos de Coronel Fabriciano.
Ainda de forma mais incisiva, Simões comentou o anúncio feito recentemente pelo Hospital Márcio Cunha de que está ampliando suas instalações. “Enquanto nossa cidade tem o Siderúrgica sendo fechado, Timóteo e Ipatinga tem hospitais crescendo com o uso de dinheiro público, não sou contra isso, desde que fique claro que esses hospitais são feitos com recursos de todo cidadão e portanto todos devem ter direito de fazer o uso deles”, afirmou.
Ainda segundo Chico Simões, a Prefeitura repassava ao Hospital Siderúrgica uma verba superior ao exigido por lei, enquanto “o Estado nunca cumpriu com sua obrigação”.
Rubens Castro também fez críticas ao governo de Minas, segundo ele, o Estado deveria assumir a gestão hospitalar do município, mas deixou isso por conta da prefeitura. “Passamos mais de R$ 1,4 milhões de reais, por ano, ao hospital Siderúrgica, isso não é obrigação do município”, protesta.
Hospital Siderúrgica de Fabriciano fecha as portas
Da redação do Plox
Ora ora, prefeito, eu não tenho nariz de palhaço não!!!
CAOS NA SAÚDE?
QUEM É O PREFEITO DESSA CIDADE, NÃO É UM MÉDICO??
MÉDICO E POLICIAL, E OLHA O ESTADO DA DELEGACIA...
OLHA O ESTADO DOS POSTOS DE SAÚDE...
O POSTO DO JK PARECE UM POSTO DA SOMÁLIA!
O HOSPITAL SIDERÚRGICO SÓ VAI FUNCIONAR NO DIA QUE TODA A DIREÇÃO DELE FOR PRESA!!!
TODO ANO VAI UM MONTE DER VERBA PRA LÁ E DESAPARECE!!!
O PREFEITO TEM PLANO DE SAÚDE... OS VEREADORES TAMBÉM... A POPULAÇÃO QUE MORRA!!! (também, não sabem votar....)
Fiquei doido
Agora quem ficou doido foi eu. Criaram uma secretária para a região metropolitana.
Indicaram um deputado HONESTÍSSMO, mais os deputados Luiz, Celinho e Rosângela.
O problema e antigo, o prefeito é médico,
a presitente da república pertênce ao mesmo partido do prefeito.
Como é isso?, onde fica o povo que elegeu estes politiqueiros ?.
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