sábado, 11/06/2011

Governo sai em busca dos miseráveis de MG

O governo federal vai fazer o retrato dos 910 mil habitantes de Minas Gerais – o total no Brasil é de 16,2 milhões – que sobrevivem na chamada extrema pobreza, o que significa ter rendimento mensal de no máximo R$ 70. Em estratégia dentro do programa “Brasil sem Miséria”, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome pretende correr de porta em porta para identificar dados sobre condições de moradia, hábitos alimentares e nível de qualificação profissional. O passo seguinte será tentar o encaminhamento a outros programas sociais para aumento de renda.

Seminário na Assembleia teve como tema o combate à miséria

Seminário na Assembleia teve como tema o combate à miséria (Alair Vieira/ALMG)

Os dados sobre o tamanho da população na extrema pobreza foram identificados no Censo 2010, mas faltavam informações que revelassem com exatidão o que significa pertencer a essa camada social. Segundo o secretário-executivo do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Rômulo Paes, a população que recebe até R$ 70 por mês sequer tem por hábito tentar buscar acionar o governo para minimizar a precariedade em que vive, o que tornava ineficazes programas de combate à miséria. “Serviços eram criados e esperava-se que fossem acionados. Agora será o estado chegando onde a pobreza está”, argumenta Paes, que participou em Belo Horizonte de seminário realizado na Assembleia Legislativa.

A maior parcela da população considerada em extrema pobreza mora no Norte e Nordeste do país, e também será abordada pelo governo federal. Em Minas, que tem a sétima população de miseráveis do país, a concentração maior é nas regiões Norte e do Vale do Jequitinhonha. A prioridade do ministério, que fará a busca pelo contingente em parceria com estados e municípios, será a identificação de jovens. “Quanto mais cedo chegarmos a esses indivíduos, melhores serão suas condições ao chegarem à vida adulta”, diz Paes. A intenção é fornecer orientações para participação de programas de qualificação profissional, como o Projovem. O governo quer ainda chegar a 145 mil idosos em extrema pobreza apurados pelo Censo 2010.

Para as famílias que moram na zona rural, o governo pretende fornecer assistência técnica para aumento da produção de lavoura e R$ 2,4 mil, a fundo perdido, para compra de insumos. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome estima que os recursos serão fornecidos a 253 mil famílias. Na zona urbana, o governo pretende, depois da capacitação via programas sociais, identificar setores da economia que possam absorver os trabalhadores.

Em Minas Gerais, nove dos 853 municípios passaram até agora pelo levantamento do governo federal. Outros 35 estão com a apuração em andamento, conforme o assessor chefe de Articulação, Parceria e Participação Social do governo mineiro, Marcelo Garcia.

ESTADO DE MINAS

 

Da redação do Plox

esta criado o misserioduto

Enviado por Anônimo (não verificado) em dom, 12/06/2011 - 15:57.

podem apostar que este plano tem no bojo um canal para desviarem verbas para financiamento de campanhas de petistas......................tivemos o valeioduto agora é a nível nacional o MISSERIODUTO..

VAMOS VER NO QUE VAI DAR E QUANTA GRANA ELE VAI LEVAR PARA AREGIMENTAR MAIS E MAIS GENTE NO CURRAL DE VOTOS PETISTAS.....


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