A sociedade pôde conhecer na noite da última quinta-feira, 11, o plano municipal de saúde para o quadriênio 2010/2013. A Prefeitura de Ipatinga realizou o lançamento no plenário da Câmara com a presença de diversas lideranças. Na oportunidade foi entregue uma cópia aos representantes do Conselho Municipal de Saúde e Gerência Regional de Saúde. Posteriormente, o documento será disponibilizado na internet para toda a comunidade.
O Plano Municipal de Saúde, além de ser um instrumento técnico, é de extrema importância e possibilita melhor desempenho das atividades. Além disso, está perfeitamente ordenado com o orçamento da Secretaria de Saúde, tornando cada proposta uma realidade. O documento, formulado em parceria com o Conselho de saúde, possui mais de 250 páginas e prevêem ações como construção de unidades de saúde, entre outros.

Em sua apresentação o Secretário de Saúde e Presidente do Conselho Municipal de Saúde, Juliano Nogueira agradeceu a participação de todos os técnicos da Prefeitura e dos conselheiros que fizeram parte da elaboração do documento. “Técnicos e conselheiros tiveram papel fundamental para elaboração do plano que prevê ações de políticas publicas em saúde”, destaca. Nogueira ainda ressalta que o resultado e execução das ações previstas depende da participação efetiva da sociedade. “Se executado na íntegra com certeza teremos uma saúde de excelente qualidade”, avalia.
Presente no evento, o Diretor da Gerência Regional de Saúde (GRS), Anchieta Pogialli, demonstrou satisfação ao receber o documento e disse que “Ipatinga é referência em saúde, é a mola mestre da saúde na região. As ações fazem acontecer e o conselho deve acompanhar a execução do plano”, explica, lembrando que vai levar ao conhecimento da Secretaria Estadual de Saúde que Ipatinga cumpriu a legislação e elaborou o plano.
Os membros do Conselho de Saúde, Oséias Carlos Pires e Neuza Maria representaram todos os conselheiros e frisaram que para a elaboração do plano passaram por intensa discussão. “Traçamos metas e propostas a serem executadas na cidade. Tivemos a liberdade de sugerir e contribuir para o plano”, frisa Neuza Maria.
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