GRS e Secretaria Estadual realizaram encontro para traçar possíveis soluções para o Hospital
Divulgação
Terminou nesta quarta-feira (3) o primeiro encontro entre a Gerência Regional de Saúde de Coronel Fabriciano e o Secretário Estadual de Saúde para tratar da reabertura do Hospital Siderúrgica.
Para o gerente da GRS, Anchieta Poggiali, o encontro serviu para que, tanto ele como o secretário de Saúde Antônio Jorge, conhecessem a realidade do Hospital. Mesmo com o novo quadro, Anchieta crê na reabertura em 60 dias, ainda que gradativamente.
Anchieta explicou que, durante os dois dias de reunião (2 e 3), foram apresentados documentos que mostram a realidade financeira do hospital, e foram levantados pontos que precisarão ser resolvidos antes mesmo de começarem as negociações com a nova mantenedora. “Esta reunião nos ajudou a entender um pouco da realidade do Siderúrgica hoje.
Temos que resolver a questão do imóvel, como vai ser passado, a questão dos equipamentos, do pagamentos dos aluguéis, do imobiliário que pertencia à antiga mantenedora e, principalmente, das dívidas trabalhistas. Precisamos resolver, ou pelo menos direcionar uma solução para estas pendências antes mesmo de conversar com uma nova associação”, explicou Poggiali.
O gerente reafirmou que o interesse, tanto do Estado quanto da GRS, é que a nova mantenedora seja uma das duas que já atuam na região, a Fundação São Francisco Xavier e a São Camilo.
Prazo possível
Mesmo com o novo quadro, Anchieta crê que o cronograma de reabertura do Siderúrgica seja mantido. “Foi estabelecido na audiência que deverá ser reaberto em até 60 dias, e vamos trabalhar para que aconteça. É possível sim”. Sobre o aporte financeiro sinalizado pelo Estado e pela União na segunda-feira (1º), Anchieta explicou que se trata do cumprimento do acordo estabelecido em Ipatinga, no último dia 22, no prédio da Justiça Federal. No encontro de conciliação, ficou estabelecido um acordo entre a União, o Estado e a Prefeitura de Coronel Fabriciano para a destinação de recursos ao Siderúrgica, por meio de uma nova mantenedora.
Os repasses seriam mensais, de R$ 250 mil da União e R$ 125 mil do governo estadual. A prefeitura continuaria com o repasse de R$ 113.930,46 mensalmente, durante 90 dias a partir da data de reabertura do hospital, destinando posteriormente este valor para a atenção básica à saúde.
Da redação do Plox
Comentar