Há suspeitas de que a filha de Serra teve o sigilo quebrado, mas o órgão nega
A Receita Federal identificou o nome do homem que entregou em um posto da Receita Federal em Santo André – ABC Paulista – uma procuração para acessar as declarações de renda de Verônica Serra, filha do candidato à Presidência José Serra (PSDB).
Segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, o sigilo fiscal de Verônica teria sido “violado” no dia 30 de setembro do ano passado por uma funcionária da Receita.
Diante da acusação de Serra de que o ato foi um “crime”, a Receita afirmou que os dados de 2008 e 2009 de Verônica só foram acessados porque havia a procuração assinada por ela.
Ao R7, a assessoria da Receita confirmou o nome do procurador e afirmou que, se a filha de Serra contestar a procuração, a Polícia Federal será acionada para investigar o caso e avaliar a autenticidade do documento.
Diante da acusação de Serra de que o ato foi um “crime”, a Receita afirmou que os dados de 2008 e 2009 de Verônica só foram acessados porque havia a procuração assinada por ela. Ao R7, a assessoria da Receita confirmou o nome do procurador e afirmou que, se a filha de Serra contestar a procuração, a Polícia Federal será acionada para investigar o caso e avaliar a autenticidade do documento.
O acessos aos dados de Verônica foram feitos antes do vazamento de informações dos Impostos de Renda de outras quatro pessoas, todas ligadas ao PSDB ou próximas do candidato José Serra. No dia 8 de outubro de 2009, servidores da Receita abriram os dados sigilosos do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, de Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro das Comunicações no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil na gestão tucana, e Gregório Marin Preciado, que é casado com uma prima de Serra.
R7
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