Um laboratório clandestino usado para falsificação de bebidas alcoólicas e que funcionava em uma casa do bairro Planalto, no centro de Ipatinga, foi desarticulado pela Polícia Civil, durante realização de uma operação batizada de Ressaca, resultado de cinco meses de investigação.
De acordo com reportagem de Wellington Fred, jornalista do Diário do Aço, três pessoas da mesma família foram presas por suspeita de envolvimento no esquema.

Segundo Wellington, a suspeita é de que o laboratório funcionava desde 2008 na cidade e de que o alvo da falsificação seria bebidas consideradas de alto valor e de venda fácil. Os suspeitos compravam bebidas de baixa qualidade e adicionavam corantes, aromas e outros produtos para aproximar o líquido ao de marcas famosas e bastante comercializadas no mercado. As garrafas eram lacradas com selos falsificados de Imposto de Produtos Industrializados (IPI).
Ainda de acordo com a reportagem, no laboratório usado para a falsificação foram apreendidos lacres, selos e mil garrafas vazias.
Um delegado envolvido na operação informou que a pena para o crime de falsificação de bebidas pode variar de 4 a 8 anos de prisão.
O Tempo
Imagem/Divulgação
Da redação do Plox
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