
A dona de casa Aparecida Oliveira Silva, de 31 anos, está vivendo o que ela chamou de “pior momento de sua vida”. Bombeiros de Ipatinga suspenderam as buscas, no início da noite desta sexta-feira (03), de suas três filhas, que se afogaram, na manhã desta quinta-feira (2). Thaynara Oliveira Reis, de 10 anos, Daniele Oliveira Silva, 12 anos e Daiane de Oliveira da Silva Santos, 14 anos, tinham ido com ela e mais dois irmãos tomar banho no rio Doce. Aparecida presenciou o momento em que as três filhas foram tragadas pelas águas e se afogaram.
A família morava no bairro Caravelas, em Ipatinga, mas se mudou há alguns meses para Revés de Belém, um distrito de Bom Jesus do Galho. Segundo ela, o que era para ser um momento agradável no último dia de férias escolares das filhas se transformou num pesadelo.
De acordo com declarações da mãe, a filha mais nova começou a se afogar e segurou nos braços de Daniele, de 12 anos. A filha mais velha se apavorou e pulou no rio. Neste momento a água começou a arrastá-las. Aparecida contou que estendeu um galho de árvore e as meninas conseguirem segurá-lo, mas o galho seco se quebrou e ela viu as meninas se afogando em um redemoinho de água.
Aparecida ainda declarou que outros dois filhos, Thauane de Oliveira, de 8 anos, e Cauã de Oliveira, de 5 anos, também se dirigiram para o leito do rio na hora do afogamento, mas ela os empurrou para a margem.
A reportagem do PLOX conversou com o cabo Oliveira, do Corpo de Bombeiros de Ipatinga, na madrugada deste sábado (4). O oficial nos contou que trabalhou na busca das meninas. “O local tem muitos perigos. Descemos cerca de sete km até a Ponte Perdida e voltamos, mas não achamos nada. Vamos recomeçar as buscas nesta manhã”.
Os bombeiros seguiram até a Ponte Perdida, mas não encontraram os corpos das meninas./ Foto: João H. P.
O perigo dos “Bancos de areia”
Ainda segundo Oliveira, o local tem um tipo de armadinha muito comum nos rios. Trata-se de “Bancos de areia”. “A pessoa vai caminhando na água, sobre um fundo de areia, se sentido segura para o meio do rio, essa areia de move e a pessoa afunda, sendo arrastada pela correnteza. Definitivamente, rio não é lugar de se banhar”, alertou o profissional em salvamento.
Além do cabo Oliveira, participaram também das buscas, o sargento Gildo,o sargento Elvis, o soldado Gleyson e o cabo Waldeyr.
cara burro
O pobre animal que puxa uma carroça que é chamado de burro ,
Olha só este tal Henrique,coitado. É de dar dó um cara desse....Toma otario kkkkkkkkkkkk
toma
toma analfabeto,kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
toma
toma distraído,kkkkkkkkkkkkkkkkk
Só DEUS!
Somente Deus para confortar tamanha dor,eu que nem conheço estou super triste com tal acontecimento,imagine essa pobre mae,que Deus com certeza vai estar ao lado dela a todo seu momento de dor,força,segura nas maos de Deus que ele vai estar te ajudando!
né mole não
so o plox msm p chamar um cabo do corpo d bombeiros de oficial... dai me paciencia
RESPOSTA DO PLOX
Caro Henrique, agradecemos imensamente sua participação.
No que tange à sua crítica ao uso da palavra “oficial” em referência a um membro o Corpo de Bombeiros de Ipatinga, lhe informamos que para tal fizemos o uso correto da palavra. Para melhor elucidar citamos aqui um trecho obtido em consulta ao dicionário Aulete:
Oficial”
- Aquele que tem um ofício ou emprego.
- Trabalhador que tem conhecimento profundo de seu ofício.
Um grande abraço e agradecemos mais uma vez por sua participação, que, de toda forma, nos permite sermos úteis.
Equipe do PLOX
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