O Tribunal de Justiça de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, condenou Luismar Balbino a mais de 26 anos de prisão, por planejar e executar a morte de uma menina de 12 anos, queimada e esquartejada durante um ritual de magia em 2009. O julgamento terminou na madrugada de ontem, após 12 horas de sessão em um júri popular.
Dyeniffer Aparecida dos Santos foi encontrada morta em uma caçamba de lixo, em maio de 2009, três dias depois de ter desaparecido junto com seu sobrinho de seis meses, na porta de casa - a criança foi encontrada com vida. Na época do crime, Balbino foi preso com outras duas pessoas. Efigênia da Silva, vizinha de Dyeniffer, que está presa aguardando julgamento, e a concunhada da vítima, Adriana Cristina Medeiros, que vai responder o processo em liberdade.
Balbino foi condenado por homicídio qualificado, sequestro planejado, cárcere privado e formação de quadrilha para consumar o ato. De acordo com o promotor Sylvio Fausto, o réu organizou um ritual satânico com o objetivo de conseguir a liberdade de seu filho, Luís Antônio, que estava preso na época. Ainda segundo o promotor, durante o julgamento, Balbino estava nervoso e chegou a dizer que tinha sido "injustiçado".
O Tempo
Da redação do Plox
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