ter, 25/10/2016 - 14:55

Jovem pastor fala sobre abuso sexual, homossexualismo, drogas e "nova vida"

"Eu só sabia que precisava de Jesus para fazer aquilo que eu mesmo não conseguia fazer por mim. Então, eu entreguei a minha vida e o meu coração e o amor de Deus inundou a minha vida."

O jovem pastor Kegan Wesley viaja pelo mundo pregando o Evangelho e mostrando que existe saída para os problemas das pessoas. Mas, até que ele chegasse onde está, o jovem teve de passar por grandes dilemas em sua vida, incluindo um abuso sexual na infância.

“Eu lembro dos meus pais brigando, até que um dia eu os vi se divorciando. Naquele momento, tudo na minha vida se dividiu e ficou muito confuso. Essa confusão entrou na minha vida”, disse Wesley ao canal americano CBN.

“Eu estava na quarta série e eu queria ter uma festa de aniversário normal, como qualquer outro garoto. Eu queria jogar videogame, queria não ficar doente, um aniversário comum. Lembro de jogar basquete até tarde com meus amigos, no dia do meu aniversário. E foi nesse dia que eu fui molestado por um velho. Ele me prendia com os braços enquanto eu chorava”, contou.

“Eu lembro que quando ele terminou o que estava fazendo comigo, eu me achei fisicamente ferido, emocionalmente ferido. Eu não sabia para onde eu poderia ir. Eu pensei que se eu fosse falar disso para alguém, nunca iriam acreditar em mim. Então, eu não falei para os meus pais, porque eu estava tão assustado. Essa foi a minha falha. Então, eu guardei isso para mim”, disse.

“Eu chorava enquanto olhava para as estrelas e me perguntava o motivo daquilo ter acontecido comigo. Então eu comecei a buscar esperança nas drogas, no álcool, nos relacionamentos, na popularidade. Qualquer coisa que pudesse tirar a minha mente daquela situação”, revelou o jovem pastor.

“Eu acabei me relacionando com um outro rapaz. Da quarta até a sexta série. Eu estava totalmente virado na cabeça. E nada me fazia esquecer aquilo, nem as drogas, nem a bebida. Nada me satisfazia. Eu já não sabia o que eu era, bissexual, homossexual. Eu estava desesperado. Eu não sabia se Deus realmente existia. Eu tinha um desejo por Deus, mas eu não sabia como lidar com isso”, contou.

Uma nova criatura

“Certo dia, minha família foi para um culto de natal e eu não sabia como Jesus me impactaria naquela noite. Eu lembro que perguntei: ‘Deus, se você é real, porque isso aconteceu?’. Quando a minha mãe me convidou para ir ao show do Eddie James, eu lembro de ter visto as pessoas cantando e dançando. Dando a Deus tudo o que pertence a Ele”, comentou.

“Depois de ver tudo aquilo eu pensei: ‘Isso não é só uma apresentação. São pessoas transformadas’. Então, eu disse: ‘Deus, se você fez isso por essas pessoas, você pode fazer isso por mim’”, relembrou.

Foi um momento inesquecível. Eu andei até o altar e naquele momento eu não sabia exatamente o que fazer ou dizer. Eu só sabia que precisava de Jesus para fazer aquilo que eu mesmo não conseguia fazer por mim. Então, eu entreguei a minha vida e o meu coração e o amor de Deus inundou a minha vida. Então eu comecei a chorar e eu tive um encontro de amor com Jesus”, ressaltou.

O pastor explicou que recebeu um convite de Eddie James para que pudesse se engajar em seu ministério. A resposta foi “sim” e hoje o jovem testemunha sua transformação por diversas igrejas.

Vídeo postado no YouTube
 

Fonte: Guiame/Hello Christian/CBN



sex, 07/07/2017 - 09:32

Pastor diz que foi procurado por Suzane Richthofen para ser missionária evangélica: ‘Ela merece uma segunda chance

Euclides Viera, pastor em Itapetininga, afirmou ao G1 que acredita na mudança. Ele é amigo do noivo de Suzane, que foi condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais.
qua, 05/07/2017 - 14:38

Pastor evangélico brasileiro apoiador de Trump pode ser deportado

Jorge Ramirez imigrou aos EUA com a família aos 11 anos de idade e foi criado no Condado de San Diego (CA)
qua, 21/06/2017 - 14:58

Pr. Hernandes Dias Lopes participa da Conferência “Família no Altar” em Ipatinga

Evento é organizado pela Igreja Batista Renascer
qua, 21/06/2017 - 10:30

Pastora trabalha há mais de 10 anos na Cracolândia e já adotou 2 filhos de usuários

Nildes Néri, de 50 anos, ganhou o respeito de dependentes químicos da região, que chegam a esconder o cachimbo quando ela passa.