seg, 20/03/2017 - 10:54

Usiminas avança na gestão da segurança de veículos

Processo de Segurança de Produto desenvolvido pela companhia assegura máximo rigor na produção de aços destinados à fabricação de peças e conjuntos críticos para a indústria automotiva

Um dos principais mercados consumidores da indústria do aço, o setor automobilístico tem como premissa a segurança dos veículos, o que envolve diretamente os aços fornecidos pelas siderúrgicas para a produção de peças e conjuntos automotivos. Ciente desse papel, a Usiminas desenvolveu o Processo de Segurança de Produto, com o objetivo de fornecer itens efetivamente seguros para a fabricação de peças críticas do segmento automotivo, como longarinas, amortecedores, rodas, travessas, para-choques e tanques de combustível. O processo visa garantir o máximo rigor na produção e, consequentemente, minimizar a possibilidade de essas peças apresentarem algum tipo de falha.

Para que o fornecimento de produtos seguros seja possível, é preciso identificar, avaliar e controlar os riscos. Marcus Vinícius Gravina Souza, especialista de assistência técnica da Usiminas, explica que a principal ferramenta utilizada nesse processo é a FMEA (Análise de Modos de Falhas e Efeitos). “O controle dos riscos identificados nas FMEAs é feito por meio de robustos projetos de aços, direcionados especificamente para a segurança na aplicação do produto; pelo atendimento aos requisitos do processo de manufatura e pela avaliação da conformidade do material, utilizando amostragem diferenciada e critérios de aceitação mais rígidos”, afirma.

Para Eduardo Côrtes Sarmento, gerente-geral de Atendimento ao Cliente, Garantia da Qualidade e Produto da Usiminas, “um processo bem consolidado como este desenvolvido pela Usiminas demanda alta competência técnica e integração das equipes, incluindo um cuidado bastante minucioso na elaboração do projeto de qualidade do produto e do acompanhamento da produção em todas as suas etapas.”

Para a efetivação do processo, é fundamental que o cliente informe à Usiminas, no momento da emissão da Ordem de Compras, que o aço será utilizado na fabricação de peças de segurança. Assim, caso se trate de um primeiro fornecimento para a montadora ou empresa fabricante de autopeças, a Ordem de Vendas da Usiminas será bloqueada e ficará pendente até que o Controle Integrado das usinas de Ipatinga ou Cubatão elabore um Projeto de Qualidade, que definirá detalhes do processo de produção do aço. “Esse projeto só poderá ser aprovado e liberado para produção depois da realização de um contato formal com o cliente, em que deverão ser explicitados os riscos residuais inerentes ao fornecimento do produto”, explica Marcus Vinícius.

Segundo o especialista, os riscos residuais são aqueles que permanecem no produto siderúrgico após todas as ações de controle terem sido aplicadas – como, por exemplo, defeitos superficiais que possam afetar a espessura do aço, como arranhões, que podem comprometer a fabricação e o desempenho à fadiga das peças. “Por meio dessa comunicação transparente, o Processo de Segurança do Produto da Usiminas utiliza a informação como prática preventiva, possibilitando que os clientes determinem ou reforcem suas próprias ações de controle, se julgarem necessárias.”

Com o projeto aprovado e a produção liberada, o próximo passo é disponibilizar, em todos os postos de trabalho que possam afetar a qualidade do produto, a informação de que um aço destinado à fabricação de uma peça de segurança está sendo produzido – como na programação de corridas, chances de laminação, fichas de inspeção e liberação de teste mecânico. “Além disso, toda a documentação associada ao fornecimento enviada ao cliente, como confirmação de encomenda, etiqueta de produto e certificado de inspeção, estará identificada com um símbolo que confirma que o pedido foi aceito, produzido e fornecido para atendimento a requisitos de segurança”, garante Marcus Vinícius. 

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