Mulher denuncia ameaças, agressões e tortura após cobrança de dívida em Coronel Fabriciano

Vítima de 31 anos relata ter sido levada à força para um barraco na região da Prainha, onde sofreu violência física e choques elétricos; caso foi encaminhado à Polícia Civil

01/04/2026 às 06:41 por Redação Plox

Uma mulher de 31 anos relatou ter sido vítima de ameaças, agressões e tortura na noite de domingo (29), na região da Prainha, em Coronel Fabriciano. Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, a vítima, que é dependente química, afirmou que foi levada por um adolescente e uma mulher até um barraco, onde sofreu violência física e chegou a receber choques elétricos.

De acordo com a PM, os suspeitos exigiam o pagamento de uma dívida relacionada ao tráfico de drogas. Após as agressões, a mulher foi liberada e conseguiu ir até a Praça da Estação, no Centro da cidade, onde recebeu apoio de militares e de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

De acordo com a PM, os suspeitos exigiam o pagamento de uma dívida relacionada ao tráfico de drogas. Após as agressões, a mulher foi liberada e conseguiu ir até a Praça da Estação, no Centro da cidade, onde recebeu apoio de militares e de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Foto: Google Maps


Suspeitos teriam cobrado dívida ligada ao tráfico

De acordo com a PM, os suspeitos exigiam o pagamento de uma dívida relacionada ao tráfico de drogas. Após as agressões, a mulher foi liberada e conseguiu ir até a Praça da Estação, no Centro da cidade, onde recebeu apoio de militares e de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Atendimento médico após a agressão

Depois do atendimento inicial, ela foi encaminhada ao Hospital Dr. José Maria Morais para avaliação e cuidados médicos.

Polícia Civil vai investigar a ocorrência

Conforme o boletim de ocorrência, familiares da vítima informaram que os suspeitos também teriam ido até a casa dela e tentado levar uma motocicleta como forma de quitar a suposta dívida. A ocorrência foi registrada e encaminhada à Polícia Civil de Minas Gerais, que ficará responsável pela investigação do caso.

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