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O Brasil abriu 112.334 postos de trabalho formais, com carteira assinada, em janeiro. O resultado ficou acima da mediana das projeções do mercado, que estimavam a criação de 92 mil vagas. O saldo positivo no mês decorre de 2.208.030 admissões contra 2.095.696 desligamentos.
Os números foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta terça-feira (3/3) e integram o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que monitora o emprego formal no país.

Número é resultado da diferença entre 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos. Indústria foi o destaque na criação de vagas
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Entre os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas, quatro registraram saldo positivo em janeiro. A Indústria criou 54.991 postos, os Serviços abriram 40.525 vagas, a Construção somou 50.545 novos empregos e a Agropecuária gerou 23.073 oportunidades formais.
O único setor com resultado negativo foi o Comércio, que fechou 56.800 postos de trabalho. Segundo o balanço, esse desempenho é influenciado pela sazonalidade pós-festas de fim de ano, período em que são encerrados muitos contratos temporários.
Em janeiro de 2026, 18 das 27 unidades da Federação registraram criação líquida de vagas formais. Os maiores saldos foram observados em Santa Catarina, com 19.000 novos postos, Mato Grosso, com 18.731, e Rio Grande do Sul, com 18.421 empregos a mais.
Na comparação proporcional, as maiores taxas de crescimento do emprego formal ocorreram em Mato Grosso, com alta de 1,9%, seguido de Santa Catarina e Goiás, ambos com expansão de 0,7% no estoque de vagas.
No acumulado de 12 meses, de fevereiro de 2025 a janeiro de 2026, o país registrou saldo de 1.228.483 novos empregos com carteira assinada. Nesse período, o estoque total de vínculos formais avançou 2,6%, passando de 47.349.496 para 48.577.979 trabalhadores empregados.