Avião de pequeno porte cai sobre restaurante em Capão da Canoa e deixa três mortos
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Pelas ruas de Capivari, distrito de Serro, o silêncio da Sexta-Feira Santa (03/04) deu lugar aos passos compassados da devoção. No Centro-Nordeste de Minas, a comunidade quilombola — lar de cerca de 500 famílias — renovou um pacto de fé que atravessa gerações, em uma caminhada que une passado e presente.
Procissão trouxe emoção e paz aos fiéis.
Foto: Rodney Costa
Atualmente, a procissão passou a incorporar elementos novos, como uma imagem maior de Cristo e da cruz, que tem emocionado quem acompanha o cortejo.
Moradora de Capivari desde que nasceu, Geiza Cunha, de 54 anos, conta que começou a participar ainda menina e guarda na memória os momentos vividos ao lado de pessoas amadas durante a celebração.
Trajeto foi de dois quilômetros, entre as igrejas de São Geraldo e do Bom Jesus.
Foto: Rodney Costa
Esse dia representa o amor que Deus tem por nós e o sofrimento de Jesus por nossos pecados
Geiza Cunha
O trajeto de dois quilômetros, entre as igrejas de São Geraldo e do Bom Jesus, foi marcado pela hospitalidade local. Ao longo do caminho, casas enfeitadas com esmero receberam a passagem da cruz.
A procissão foi encerrada com um momento de paz e emoção, antes de os fiéis retornarem para casa.