Investigado no caso Banco Master, Luiz Phillipi Mourão morre na prisão; caso é de suspeita de suicídio
Conhecido como “Sicário”, ele estava internado no Hospital João XXIII, em MG; PF abrirá investigação interna e enviará vídeos ao STF
Um dos investigados no caso Banco Master, preso na Operação Compliance Zero, tentou tirar a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal na Superintendência Regional em Minas Gerais, nesta quarta-feira (4). Segundo relatos divulgados por veículos que acompanham o caso, o detento foi socorrido ainda dentro da unidade e encaminhado para atendimento médico.
Edifício onde funciona a sede da PF em Belo Horizonte localizado no bairro Cidade Jardim
Foto: PC/Divulgação
Apontado nas investigações como “Sicário”, o homem é alvo de apurações que envolvem o Banco Master e pessoas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro. O episódio ocorreu em ambiente sob responsabilidade direta da PF, o que adiciona pressão sobre os procedimentos de custódia adotados pela corporação.
De acordo com as informações divulgadas nesta quarta-feira (04/03/2026), Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, teria tentado tirar a própria vida dentro das instalações da PF em Minas Gerais, onde se encontra detido no contexto da Operação Compliance Zero. Após o episódio, ele foi atendido e levado a um hospital.
As circunstâncias exatas — como a dinâmica do ocorrido, o horário e o local específico dentro da unidade — ainda carecem de detalhamento oficial. Parte das informações disponíveis neste momento provém de relatos publicados pela imprensa, à espera de confirmação e registro formal em procedimento interno.
O Correio Braziliense relata que a Polícia Federal informou o episódio envolvendo o preso conhecido como “Sicário” na Superintendência Regional em Minas Gerais. Já o Brasil 247 destaca que a PF buscaria esclarecer como o fato ocorreu dentro das instalações sob responsabilidade da corporação, o que indica a abertura de apuração interna para examinar as condições de custódia e vigilância.
Até o momento desta apuração, não foi localizado um comunicado público completo da PF com todos os detalhes do caso, de modo que diversos pontos operacionais seguem classificados como “informação ainda em apuração”.
No campo investigativo, o episódio tende a provocar reforço de protocolos de custódia e a formalização de registros mais rígidos sobre a integridade física de presos, sobretudo em casos de grande repercussão.
Em relação ao caso Banco Master e às suspeitas envolvendo pessoas ligadas a Daniel Vorcaro, a tentativa de suicídio sob custódia pode aumentar a pressão por medidas adicionais de segurança e controle aplicadas a investigados considerados sensíveis, seja por risco de autoagressão, questões de saúde mental ou eventual colaboração com as autoridades.
Em Minas Gerais, o fato se desenrola dentro da estrutura federal localizada em Belo Horizonte e região metropolitana, onde funciona a Superintendência da PF no estado, e tende a repercutir também no âmbito local.
A expectativa é que haja atualização oficial sobre o estado de saúde de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão e confirmação, por canais formais, dos detalhes do atendimento prestado e das providências administrativas adotadas após o episódio.
No plano judicial, o caso deve seguir atrelado aos desdobramentos da Operação Compliance Zero, com possíveis impactos sobre decisões relativas à custódia, eventuais transferências e medidas cautelares, conforme o avanço do inquérito e das análises sobre as condições de segurança dos investigados.