PF prende dois e mira venda de emagrecedor paraguaio sem registro da Anvisa no Vale do Aço

Operação Sanitas apura importação clandestina e comercialização de tirzepatida vendida como “Lipoless”, além de riscos à saúde por armazenamento e transporte inadequados.

06/03/2026 às 10:48 por Redação Plox

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (6/3) a Operação Sanitas, para combater a comercialização ilegal de medicamentos de origem estrangeira sem registro no Brasil. A ação foi realizada em municípios do Vale do Aço, em Minas Gerais, e faz parte de uma investigação sobre a introdução e venda irregular do medicamento conhecido como tirzepatida, comercializado como “Lipoless”, de origem paraguaia e sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso

Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso

Foto: Divulgação


De acordo com as apurações, atua na região um grupo criminoso voltado à importação clandestina e à venda de medicamentos emagrecedores contrabandeados do Paraguai, sem qualquer autorização legal para circulação no país. Além da falta de registro nos órgãos reguladores brasileiros, há indícios de que os produtos eram armazenados e transportados sem condições adequadas de segurança sanitária, o que pode comprometer a eficácia e representar riscos à saúde dos consumidores.

Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso

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Mandados cumpridos em quatro cidades e duas prisões

Durante a operação, foram cumpridas ordens judiciais em quatro endereços: dois em Ipatinga, um em Caratinga e outro em Coronel Fabriciano, todos na região do Vale do Aço. As diligências resultaram na prisão de dois homens suspeitos de participação no esquema de comercialização ilegal.

Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso

Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso

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Além das prisões, a Justiça determinou o cumprimento de dois mandados de medidas cautelares diversas da prisão, que têm como alvos um homem e uma mulher. Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso.

Bloqueio de bens e restrição ao uso de redes sociais

Entre as decisões judiciais, foi autorizado o sequestro de bens e valores dos investigados, com o objetivo de atingir o patrimônio obtido com a atividade criminosa. Também foi determinado o impedimento de utilização de redes sociais pelos alvos das medidas cautelares, para interromper a possível divulgação e comercialização irregular dos medicamentos em plataformas digitais.

Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso

Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso

Foto: Divulgação


No cumprimento dos mandados, policiais federais apreenderam aparelhos celulares e veículos de alto padrão, que serão submetidos à análise pericial. O material deve ajudar a aprofundar as investigações, identificar outros possíveis envolvidos e dimensionar a real extensão da comercialização irregular do medicamento na região.

Eles deverão seguir as determinações judiciais enquanto o inquérito permanece em curso

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Investigações continuam e PF pede colaboração da população

As investigações prosseguem para identificar novos participantes do esquema e verificar o alcance da venda ilegal dos produtos. A Polícia Federal destaca a importância da colaboração da população e informa que denúncias anônimas podem ser encaminhadas pelos canais oficiais, com garantia de sigilo.

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