Presidente da Usiminas fala sobre necessidade de política antidumping
Plano foi apresentado pelo presidente Marcelo Chara em meio a alerta sobre pressão competitiva do aço chinês e necessidade de reforçar a competitividade da operação no Brasil.
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, entregou nesta terça-feira (5) uma proposta de acordo de delação premiada à Procuradoria-Geral da República (PGR) e a investigadores da Polícia Federal (PF).
A expectativa é que Vorcaro delate políticos e magistrados que, segundo a apuração, tiveram algum tipo de relacionamento ilegal com ele. O documento entregue está sob sigilo.
Defesa de Daniel Vorcaro, entregou, nesta terça-feira (5), uma proposta de acordo de delação premiada à Procuradoria-Geral da República (PGR) e a investigadores da Polícia Federal (PF).
Foto: Divulgação/Banco Master
Com a entrega da proposta, PGR e PF passarão a analisar o material e poderão solicitar informações adicionais caso considerem algum ponto incompleto. Os investigadores também poderão marcar o depoimento de Vorcaro.
Na sequência, os benefícios previstos no acordo deverão ser discutidos. Não há prazo para a conclusão dessa análise, e o entendimento segue na fase de negociação.
Para ter validade, a proposta precisará ser homologada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações sobre fraudes no Banco Master.
Daniel Vorcaro está preso na superintendência da PF em Brasília. No dia 4 de março, o banqueiro voltou a ser preso e foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF).
Segundo o texto, André Mendonça atendeu ao pedido de prisão feito pela PF após novos dados da investigação indicarem que Vorcaro deu ordens diretas a outros acusados para intimidar jornalistas, ex-empregados e empresários, além de ter acesso prévio ao conteúdo das investigações.