Mãe de Thiago Ávila morre em Brasília aos 63 anos após quadro grave de saúde

Teresa Regina de Ávila e Silva foi homenageada nas redes sociais; família informou que divulgará detalhes de velório e sepultamento quando tiver as informações.

06/05/2026 às 18:42 por Redação Plox

Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do defensor ambiental e de direitos humanos Thiago Ávila, morreu na tarde dessa terça-feira (5), em Brasília. Ela tinha 63 anos e, segundo o texto, apresentava quadro grave de saúde.


Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do defensor ambiental e de direitos humanos Thiago Ávila, morreu na tarde dessa terça-feira (5), em Brasília. Ela tinha 63 anos e apresentava quadro grave de saúde.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil


Nas redes sociais, a equipe de Ávila — um dos sete representantes brasileiros da Global Sumud Flotilla (GSF) — destacou a “alegria memorável” e a “imensa força” de Teresa.

“Ela enfrentou anos de adoecimento grave com coragem, serenidade e dignidade, guiada por um propósito inabalável de viver e cercada pela dedicação incondicional de sua família.”

Família informa que divulgará detalhes do velório

Teresa Regina era também mãe da agente de polícia Luana de Ávila, vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF). Para homenagear a mãe, Thiago batizou a filha, de dois anos, com o nome dela.

A instituição citada no texto informou que deverá divulgar informações sobre velório e sepultamento assim que os dados forem disponibilizados pelos familiares.

Ativista segue preso após decisão judicial em Ashkelon

Thiago Ávila foi levado à força por militares israelenses quando estava a bordo de um navio da GSF, acompanhado pelo palestino-espanhol Saif Abukeshek. Os dois, segundo o texto, foram separados dos demais ativistas da flotilha e transferidos para a Grécia.

O grupo brasileiro iniciou a viagem a Gaza a partir de Barcelona, em 12 de abril.

Nessa terça-feira (5), o Tribunal de Magistrados de Ashkelon anunciou a prorrogação, até o próximo domingo (10), da prisão de Ávila. A decisão de extensão do prazo, conforme o texto, é do juiz Yaniv Ben-Haroush.

A detenção é considerada ilegal por inúmeras entidades da Palestina, que, de acordo com a reportagem, denunciam diariamente e em relatórios consolidados violências físicas e psicológicas usadas como forma de abalar e coagir pessoas detidas pelo governo israelense.

Navio foi interceptado em águas internacionais perto de Creta

A embarcação, segundo o texto, navegava por águas internacionais, perto da ilha grega de Creta, quando foi interceptada. A missão era distribuir alimentos e itens básicos de sobrevivência à população de Gaza, que tem tido pouco ou nenhum acesso a esses recursos.

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