Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan; duas mortes são investigadas
Medida temporária mira investigação de casos graves; pasta afirma que não há conclusão de que 42 reações adversas tenham sido causadas pelo imunizante
Chequei a pauta em fontes internacionais: Reuters e Axios também reportam nova ofensiva dos EUA contra alvos no Irã nesta quarta-feira (10), com falas de Pete Hegseth e Donald Trump indicando novos ataques. ([Reuters][1])
EUA anunciam novos ataques ao Irã ainda nesta quarta-feira
Pete Hegseth afirmou que ofensiva será “forte” e disse que Washington quer pressionar Teerã nas negociações.
EUA preveem novos ataques contra o Irã nesta quarta (10), diz secretário Pete Hegseth
Foto: Andrew Harnik/Getty Images
Os Estados Unidos devem realizar novos ataques contra o Irã ainda nesta quarta-feira (10), segundo declaração do secretário de Guerra norte-americano, Pete Hegseth. A fala ocorreu durante visita ao Comando Central dos EUA (Centcom), na Flórida.
De acordo com Hegseth, a nova ofensiva será “clara e forte”. O governo de Donald Trump afirma que os ataques fazem parte da estratégia para pressionar o Irã a avançar nas negociações com Washington, que seguem travadas por divergências sobre exigências relacionadas ao programa nuclear iraniano.
Se precisarmos negociar com bombas, vamos negociar com bombas declarou Hegseth, ao defender a continuidade das ações militares.
Mais cedo, Trump também afirmou a jornalistas, na Casa Branca, que o Irã seria atingido novamente “com força”.
A nova escalada ocorre após ataques realizados pelos EUA contra posições iranianas na terça-feira (9). Segundo informações divulgadas por veículos internacionais, a ofensiva foi motivada pela queda de um helicóptero norte-americano no Estreito de Ormuz, episódio atribuído por Washington a uma ação iraniana.
Entre os alvos citados estão instalações militares no sudeste do Irã e a região portuária de Bandar Abbas, considerada estratégica para o país. Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra bases militares norte-americanas em países do Oriente Médio, incluindo Jordânia, Kuwait e Bahrein.
A tensão aumenta o risco de nova deterioração no cenário regional, especialmente no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. As negociações diplomáticas seguem em aberto, mas sem avanço concreto até o momento.