Bia Kicis diz que caso Banco Master é “o maior escândalo” do Brasil e assina pedido de CPI
Deputada do PL-DF afirmou que quer apurar suspeitas de fraudes ligadas ao Banco Master; caso ganhou dimensão nacional após o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial de instituições do conglomerado em 2025.
11/03/2026 às 10:45por Redação Plox
11/03/2026 às 10:45
— por Redação Plox
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A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) declarou que o caso envolvendo o Banco Master seria “o maior escândalo que já houve no Brasil” e afirmou ter assinado um pedido de CPI para investigar suspeitas de fraudes ligadas à instituição. A fala ocorre meses após o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial de empresas do Conglomerado Master e em meio a uma disputa política no Distrito Federal sobre a abertura de uma comissão de inquérito local para apurar o episódio.
Bia Kicis
Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Declaração de Bia Kicis e avanço da pressão por CPI
De acordo com registro publicado pelo Pleno.News, Bia Kicis afirmou em 10 de março de 2026 que o caso do Banco Master seria o maior escândalo já ocorrido no país e mencionou seu apoio à instalação de uma CPI para investigar supostas operações fraudulentas associadas ao banco.
A fala da parlamentar reforça o uso político do caso e intensifica a cobrança por uma apuração parlamentar ampla, tanto em nível federal quanto no âmbito do Distrito Federal. A pressão por CPI/CPMI se soma a um ambiente de embate entre governo, oposição e lideranças locais.
Liquidação do Conglomerado Master e alcance nacional do caso
O tema ganhou dimensão nacional a partir de 18 de novembro de 2025, quando o Banco Central informou ter decretado a liquidação extrajudicial de instituições do Conglomerado Master. Na mesma data, o órgão impôs o RAET (Regime Especial de Administração Temporária) a uma das empresas do grupo.
Desde então, o caso passou a ser tratado como um teste para os mecanismos de supervisão do sistema financeiro e para instrumentos de proteção, como o FGC, além de se consolidar como tema sensível no debate político e regulatório.
Posicionamento oficial do Banco Central e do governo
Em nota oficial, o Banco Central do Brasil informou que, em 18/11/2025, decretou a liquidação extrajudicial de instituições do Conglomerado Master e instaurou o RAET no Banco Master Múltiplo, enquadrando as decisões como medidas regulatórias no exercício de sua supervisão sobre o sistema financeiro.
No governo federal, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a investigação sobre a liquidação do Banco Master poderia configurar “a maior fraude bancária do país”, conforme noticiado pela Band em 13/01/2026. A declaração reforça a percepção de que o episódio tem relevância sistêmica e pode exigir respostas adicionais de fiscalização e regulação.
Efeitos para clientes, política e sistema financeiro
Na prática, a liquidação extrajudicial afeta diretamente clientes e credores, gerando dúvidas sobre prazos, habilitação de créditos e procedimentos de ressarcimento e garantias, que passam a seguir regras específicas sob comando do liquidante responsável pelo processo.
No cenário político, a fala de Bia Kicis adiciona combustível à pressão por uma CPI e amplia o confronto entre governo, oposição e atores locais no DF, com possibilidade de convocações de autoridades, requisições de documentos e aprofundamento da disputa por narrativa em torno do caso.
Para o sistema financeiro, o fato de o episódio ser tratado publicamente como possível “maior fra fraude” ou “maior escândalo” eleva o escrutínio sobre a atuação dos órgãos de supervisão, a qualidade da governança das instituições e eventuais mudanças regulatórias para tentar evitar repetição de situações semelhantes.
Disputa por CPI e próximos desdobramentos
A tendência é que a controvérsia se concentre em se haverá ou não CPI – tanto no Congresso quanto no Distrito Federal –, além da disputa por relatoria, presidência e definição de um escopo que pode incluir suspeitas de fraudes, relações com entes públicos, atuação da supervisão e responsabilidades de agentes públicos e privados.
No campo institucional, o acompanhamento do caso deve prosseguir com apurações policiais e regulatórias, bem como com desdobramentos administrativos ligados à liquidação e à proteção de depositantes e credores.
Até o momento, a declaração de Bia Kicis é pública e vem sendo repercutida, mas detalhes adicionais — como a íntegra da fala, o local exato e o contexto completo — ainda dependem de acesso ao registro original para checagem pormenorizada.
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