Aliados de Trump dizem que Irã não pode liberar Ormuz porque não sabe onde estão as minas

Relatos apontam falta de mapeamento preciso, o que aumentaria riscos à navegação e dificultaria a reabertura da rota em caso de bloqueio

11/04/2026 às 21:53 por Redação Plox

Autoridades ligadas a Trump afirmam que Irã não teria controle total sobre minas no Estreito de Ormuz

Declaração indica que Teerã poderia enfrentar dificuldades para reabrir rota estratégica caso a navegação fosse bloqueada

Integrantes ligados ao governo do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmaram que o Irã não teria pleno controle sobre minas marítimas supostamente posicionadas no Estreito de Ormuz. Segundo essas fontes, o próprio país poderia enfrentar dificuldades para localizar e remover os artefatos em caso de necessidade de reabertura da via.

De acordo com os relatos atribuídos a membros desse grupo político, a eventual falta de precisão no mapeamento das minas levantaria riscos não apenas para embarcações internacionais, mas também para a navegação iraniana. A região é considerada uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo.

As declarações ocorrem em meio a tensões

As declarações ocorrem em meio a tensões envolvendo o Irã e interesses estratégicos dos Estados Unidos no Golfo. O estreito conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é essencial para o escoamento de petróleo produzido por países da região.

Até o momento, não houve confirmação pública

Até o momento, não houve confirmação pública por parte de autoridades iranianas sobre a existência ou a perda de controle dessas minas. Também não foram divulgados detalhes técnicos ou evidências independentes que sustentem integralmente a alegação.

Especialistas em segurança marítima

Especialistas em segurança marítima costumam apontar que o uso de minas navais, quando ocorre, exige planejamento detalhado e registro preciso para evitar riscos à própria frota do país que as instala. No entanto, sem informações oficiais adicionais, a extensão da situação descrita permanece incerta.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a