Nikolas Ferreira vira embaixador de chinelos “Pé Direito” e critica Havaianas nas redes
Deputado defendeu que escolhas de consumo têm impacto político e ideológico e citou “quebra de confiança” com a marca tradicional.
11/05/2026 às 13:12por Redação Plox
11/05/2026 às 13:12
— por Redação Plox
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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) divulgou, nas redes sociais, a marca de chinelos “Pé Direito”. A publicação ocorreu neste sábado (9/5), meses depois de uma polêmica envolvendo a Havaianas e parlamentares e influenciadores ligados à direita.
No vídeo, o deputado afirma que será embaixador da nova marca e sustenta que decisões de consumo têm impacto político e ideológico. Ele argumenta que, ao escolher onde gastar, o consumidor pode fortalecer valores com os quais se identifica.
Nikolas Ferreira e a direita brasileira tiveram um embate com a Havaianas em dezembro do ano passado, quando a marca fez um comercial com a atriz Fernanda Torres
Foto: crédito: Reprodução redes sociais
Vídeo atribui mudança à perda de confiança na Havaianas
Na gravação, Nikolas diz que a Havaianas teria “quebrado a confiança” do público e relaciona a divulgação do novo produto a uma ideia de “começar com o pé direito” em diferentes contextos, como Copa e eleição. Também afirma que esse tipo de escolha contribuiria para “construir um Brasil melhor”.
Entenda a controvérsia do comercial com Fernanda Torres
O atrito entre Nikolas Ferreira, a direita brasileira e a Havaianas teve início em dezembro do ano passado, após a marca veicular uma propaganda com a atriz Fernanda Torres. No anúncio, ela sugeria que os brasileiros não começassem 2026 “com o pé direito”.
Na época, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) publicou um vídeo no qual acusou a empresa de usar “propaganda subliminar”, ampliando a repercussão do tema nas redes.
Lançamento e mensagem final do deputado
Além de anunciar que representará a marca, Nikolas também divulgou a data oficial de lançamento do produto. No encerramento do vídeo, ele afirma que a iniciativa não se resumiria ao uso de chinelos, mas a escolhas cotidianas que, segundo ele, poderiam influenciar os rumos do país.