Haddad diz que vice em SP deve sair entre Márcio França, Marina Silva e Simone Tebet

Em coletiva no Sindicato dos Engenheiros, na Bela Vista, ele afirmou estar confortável com as opções e disse que o anúncio pode sair em breve, enquanto avança a montagem do palanque de Lula no estado.

11/06/2026 às 22:15 por Redação Plox

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou na noite de quinta-feira (11), em São Paulo, que a escolha do candidato a vice em sua chapa para o governo paulista “está caminhando” para ficar entre três nomes: Márcio França (PSB), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB). A declaração foi dada durante uma coletiva em uma agenda no Sindicato dos Engenheiros, na região da Bela Vista, no Centro da capital, em meio às negociações para a montagem do palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado.

Foto: Agência Brasil

Ao ser questionado sobre o desenho final

Ao ser questionado sobre o desenho final, Haddad disse estar confortável com qualquer uma das alternativas e sinalizou que as conversas envolvem diretamente os partidos aliados. Ele também mencionou que França e Tebet, ambos do PSB, aparecem como opções dentro da legenda para compor a chapa.

Nos bastidores

Nos bastidores, a definição do vice em São Paulo tem sido tratada como parte de um acordo mais amplo, que inclui também a formação da chapa ao Senado. Em reportagem publicada na manhã do próprio dia 11, a CNN Brasil informou que o grupo político de Haddad já trabalha com a premissa de que a vaga de vice deve ficar com o PSB, enquanto a aliança também tenta acomodar Marina em uma candidatura ao Senado.

O impasse é antigo

O impasse é antigo: em maio, Márcio França chegou a sugerir publicamente que Tebet ou Marina fossem indicadas para a vice, como forma de destravar as negociações em torno da composição em São Paulo.

Haddad também indicou

Haddad também indicou que o anúncio do vice pode ocorrer “logo”, mas que a costura depende de conversas com a participação do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), apontados como peças centrais para fechar o arranjo político.

Além da discussão sobre a chapa

Além da discussão sobre a chapa, o ministro afirmou que trabalha na elaboração do plano de governo e não descartou antecipar ainda em junho alguns pontos do projeto para discussão pública, antes da apresentação do documento completo.

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