Acadêmicos de Niterói estreia no Grupo Especial com enredo em homenagem a Lula

Desfile no domingo (15) terá representação de Bolsonaro por Marcelo Adnet; Justiça Federal rejeitou ações contra o enredo

12/02/2026 às 08:32 por Redação Plox

A Acadêmicos de Niterói, que fará sua estreia no Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro no próximo domingo (15), levará para a Marquês de Sapucaí um enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A escolha de quem o representará na avenida, porém, ainda não foi anunciada.

O presidente Lula, no Palácio do Planalto 

O presidente Lula, no Palácio do Planalto 

Foto: (Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)


Atores recusam papel de Lula no desfile

Dois atores já foram convidados para interpretar Lula no desfile, mas recusaram o papel. Rui Ricardo Diaz, que já viveu o petista no cinema, e Thomás Aquino não aceitaram o convite por compromissos profissionais, segundo a revista Veja.

De acordo com a publicação, um ator da TV Globo teria aceitado assumir a missão de encarnar o presidente no enredo, mas sua identidade está sendo mantida em sigilo.

Marcelo Adnet viverá Bolsonaro na Sapucaí

Enquanto o intérprete de Lula ainda não é revelado, já se sabe quem representará o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no desfile: o humorista Marcelo Adnet.

Enredo destaca trajetória política de Lula

A Acadêmicos de Niterói levará para a Sapucaí o enredo Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil, que pretende contar a trajetória pessoal e política do petista, que disputa a reeleição neste ano.

O tema transforma a vida de Lula em fio condutor do desfile, com foco em sua origem e ascensão política, reforçando a imagem do presidente como símbolo de esperança e de origem operária.

Justiça Federal rejeita ações contra o enredo

Nesta quarta-feira (11), a Justiça Federal rejeitou ações apresentadas pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e pelo deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) contra o enredo da escola de samba.

Responsável pelo caso, o juiz federal Francisco Valle Brum indeferiu as ações ao entender que a via jurídica escolhida — a ação popular — não seria adequada para contestar o desfile. Segundo a decisão, esse tipo de ação só se aplica à proteção do interesse público quando, além de eventual ilegalidade, há risco concreto de dano ao patrimônio público ou à administração.

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