PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro ao STF por coação e tentativa de interferência
Nas alegações finais, Paulo Gonet cita constrangimento a ministros e articulação por sanções estrangeiras para pressionar o tribunal.
A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) publicou, na última semana, um aviso sobre o começo do período de maior circulação da chamada gripe K no hemisfério sul. Trata-se de uma variante do vírus influenza H3N2, registrada pela primeira vez em dezembro do ano passado no hemisfério norte.
Principal forma de prevenção é a vacinação contra a gripe, feita todos os anos • Pixabay/ Reprodução
Segundo a pneumologista Michele Andreata, a gripe K está entre as mutações acompanhadas por autoridades de saúde, o que reforça a necessidade de vigilância epidemiológica permanente e de revisão das estratégias de prevenção. De acordo com a médica, alterações no material genético do vírus podem provocar mudanças, como diferenças na transmissibilidade e no impacto em determinados grupos.
A especialista afirma que os sintomas se assemelham aos de outras gripes virais. Entre os sinais mais frequentes estão febre, dores no corpo, dor de garganta, tosse, coriza e cansaço. Em parte dos casos, porém, podem surgir manifestações mais intensas, como prostração importante e comprometimento respiratório, principalmente em pessoas consideradas mais vulneráveis.
A médica ressalta que, com a chegada de novas variantes, o conjunto de sintomas costuma mudar pouco, e o ponto de maior atenção é a capacidade de transmissão. O alerta das autoridades, conforme explica Andreata, se concentra na possibilidade de maior disseminação e nas consequências para grupos de risco — como idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas —, que têm mais chance de evoluir para complicações, a exemplo de pneumonia e agravamento de condições preexistentes.
A principal medida de proteção continua sendo a vacinação anual contra a gripe, indicada independentemente do esquema vacinal realizado no ano anterior. Além disso, seguem recomendadas ações do dia a dia, como higienizar as mãos com frequência, evitar contato próximo com pessoas com sintomas, manter ambientes ventilados e adotar etiqueta respiratória ao tossir ou espirrar. Em caso de sinais gripais, a orientação é não se automedicar e buscar aconselhamento adequado, já que a condução correta pode reduzir o risco de complicações e ajudar a conter a transmissão.