STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Cinco pessoas da mesma família, com idades entre 20 e 41 anos, foram presas suspeitas de integrar uma associação criminosa responsável por furtos na região central de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. As detenções ocorreram durante a operação “Pickpockets Family”, realizada na quarta-feira, 11 de março de 2026, segundo informações atribuídas à Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). A corporação também teria apreendido dinheiro, celulares e objetos que podem pertencer a vítimas. *
Os crimes vinham sendo registrados nas proximidades da avenida Getúlio Vargas, área de grande circulação de passageiros do transporte coletivo em Juiz de Fora. Dias antes da operação, duas vítimas teriam procurado a delegacia para registrar furtos ocorridos exatamente nesse ponto, o que levou ao reforço das ações investigativas.
O grupo seria formado por três homens, de 41, 25 e 20 anos, e duas mulheres, de 31 e 41 anos, todos da mesma família – pai, mãe, filhos e nora. Segundo a descrição, o esquema funcionava de forma organizada: duas integrantes atuariam diretamente nos furtos, aproveitando a aglomeração em pontos de ônibus, enquanto os demais seriam responsáveis por dar suporte logístico, incluindo o transporte, a retirada dos objetos furtados e o auxílio na fuga após as ações.
Durante a operação, teriam sido apreendidos cerca de R$ 17 mil em dinheiro, nove celulares, diversas bolsas do tipo porta-níquel – possivelmente pertencentes a vítimas – e o veículo utilizado pelo grupo, além de outros itens considerados suspeitos.
De acordo com as informações atribuídas à PCMG, as duas mulheres foram identificadas durante monitoramento em pontos de ônibus da região central. Elas atuariam de forma coordenada, aproveitando momentos de embarque e desembarque em coletivos para se aproximar das vítimas.
As investigações indicam que as suspeitas “agiam com destreza”: uma provocaria contato físico para distrair passageiros, enquanto a outra subtraía carteiras, dinheiro, documentos e outros pertences. Os principais alvos seriam pessoas em situação de vulnerabilidade, como idosos e trabalhadores que utilizam o transporte público diariamente.
Policiais teriam flagrado a atuação das investigadas e realizado a abordagem. Durante a ação, uma delas ainda teria tentado se desfazer de uma carteira, furtada instantes antes. As duas foram presas em flagrante, segundo o relato.
As apurações apontam que os outros três membros da família davam suporte logístico à atividade criminosa. Após a ação na região central, eles teriam deixado Juiz de Fora em um veículo, seguindo pela BR-040, sentido Belo Horizonte.
O deslocamento passou a ser monitorado por meio de ações de inteligência policial. Com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o carro foi interceptado na altura de Barbacena, no Campo das Vertentes. Nessa abordagem, os outros três suspeitos foram presos.
Segundo o texto, todos os detidos foram conduzidos à delegacia e autuados pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa. A narrativa menciona ainda que o homem e a mulher de 41 anos teriam passagens anteriores por crimes patrimoniais.
O delegado apontado como responsável pela operação é Samuel Neri, que, conforme o relato, teria orientado que possíveis vítimas compareçam à delegacia para tentar reconhecer objetos apreendidos, como bolsas porta-níquel e celulares, e auxiliar na identificação dos suspeitos.
As informações sobre as prisões, a operação “Pickpockets Family” e os materiais apreendidos ainda estão em apuração e se baseiam no conteúdo encaminhado ao Plox, uma vez que não foi localizado, até o momento desta checagem, comunicado oficial da PCMG ou a publicação original do veículo que divulgou o caso com esses detalhes.
Para quem circula pela região central, especialmente em pontos de ônibus com grande aglomeração, a recomendação é redobrar o cuidado com carteira, celular e documentos durante o embarque. Pessoas que suspeitam ter sido vítimas de furtos na área citada podem procurar a delegacia da PCMG em Juiz de Fora para registrar ocorrência e, se houver convocação, verificar se reconhecem objetos apreendidos.
Em casos de furto de celular, é indicado reunir informações como nota fiscal e número de IMEI, bloquear linhas e contas associadas ao aparelho e registrar boletim de ocorrência o mais rápido possível.