Lula lança Brasil Contra o Crime Organizado com pacote de R$ 11 bilhões; ministério depende de PEC
Plano prevê R$ 1 bilhão do Orçamento e R$ 10 bilhões em crédito do BNDES para estados, condicionado à adesão e contratação.
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem previsão de deliberar nesta quarta-feira (13/5) sobre a suspensão de produtos da marca Ypê fabricados na unidade de Amparo, no interior paulista. O grupo poderá confirmar a medida ou derrubá-la.
O tema volta à pauta após a Química Amparo, responsável pela fabricação dos itens da marca, protocolar um recurso. Por causa desse pedido, a suspensão determinada anteriormente pela agência fica temporariamente sem efeito. Ainda assim, a empresa informou que manteria a paralisação da produção até a Anvisa concluir a nova avaliação.
Produtos Ypê.
Foto: Reprodução
O recurso será examinado pelos cinco diretores que compõem a diretoria colegiada. A reunião para discutir o assunto está marcada para começar às 14h.
Na terça-feira (12/5), a Anvisa se reuniu com representantes da Química Amparo para tratar das medidas adotadas depois da suspensão. Segundo a fabricante, foram implementadas 239 ações corretivas ligadas aos processos de produção.
A Ypê informa que apresentou na data de ontem um recurso perante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, com o objetivo de reforçar os compromissos assumidos no seu Plano de Ação e Conformidade e, ao mesmo tempo, apresentar esclarecimentos adicionais e subsídios técnicos relacionados à Resolução-RE n. 1.834/2026, publicada ontem
Ypê
Na semana passada, a Anvisa determinou o recolhimento e a suspensão de diversos produtos de limpeza da Ypê, como detergentes, sabão líquido e desinfetantes. De acordo com a agência, itens com lotes terminados em 1 não devem ser utilizados.
A decisão foi tomada após a Anvisa identificar problemas na fábrica da Química Amparo onde os saneantes são produzidos. A agência apontou falhas em etapas consideradas essenciais da fabricação, incluindo dificuldades nos sistemas de controle e de garantia da qualidade.
Entre os pontos que preocupam o órgão regulador está a possibilidade de contaminação microbiológica, com a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que não deveria constar nos produtos e pode representar risco à saúde.