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Luciana Gimenez recorreu às redes sociais para expor e repudiar mensagens de teor sexual enviadas por um seguidor. A apresentadora destacou que esse tipo de abordagem não pode ser tratado como algo corriqueiro e defendeu que casos assim sejam encarados com seriedade, com possibilidade de encaminhamento às autoridades, conforme repercutido em sites de celebridades.
Luciana Gimenez (Reprodução/Redes Sociais)
De acordo com relatos publicados na imprensa, Luciana Gimenez se revoltou após receber uma mensagem sexual de um seguidor e decidiu tornar o caso público. Ela compartilhou prints de mensagens atribuídas a um perfil descrito como fake, com conteúdo sexual explícito e menções a violência sexual.
Na sequência, a apresentadora publicou um desabafo criticando a sensação de impunidade no ambiente digital e afirmando que parte dos usuários se comporta como se as redes sociais fossem uma espécie de “terra de ninguém”, aproveitando o anonimato para atacar e constranger mulheres.
A repercussão do episódio motivou novos posts de Luciana. Ela reforçou que fotos publicadas por mulheres — seja de biquíni, com pouca roupa ou mesmo nuas — não podem ser interpretadas como “convite” para assédio, abordagens invasivas ou comentários vulgares. A apresentadora ressaltou a diferença entre se expor nas redes e consentir com qualquer tipo de mensagem recebida.
Até o momento desta apuração, não há confirmação pública, em fonte oficial, sobre registro de boletim de ocorrência ou abertura de investigação específica relacionada ao episódio citado nas reportagens. Órgãos como Polícia Civil, Ministério Público ou Judiciário não haviam confirmado, até então, a adoção de medidas formais.
Assim, a eventual formalização de denúncia permanece informação ainda em apuração. Por outro lado, segundo as publicações repercutidas, Luciana classificou o conteúdo recebido como “muito grave” e defendeu que situações do tipo sejam levadas às autoridades competentes.
O caso volta a expor a sensação de “terra sem lei” nas redes sociais, especialmente em situações em que o agressor se esconde atrás de perfis anônimos ou falsos. Mensagens com teor sexual explícito, assédio e menções a violência podem ter desdobramentos dentro e fora das plataformas.
Entre as medidas possíveis em episódios de assédio virtual estão:
O episódio também reacende um ponto recorrente no debate público: a diferença entre exposição voluntária da imagem e consentimento para abordagens de cunho sexual. Publicar uma foto não autoriza assédio, humilhação ou violência verbal.
Entre os próximos passos possíveis está o acompanhamento de eventuais manifestações de Luciana ou de sua equipe sobre a adoção de medidas formais, como registro de boletim de ocorrência, representação ou pedido de identificação do perfil responsável pelas mensagens.
Também deve ser observado se a plataforma em que o conteúdo foi publicado adotará providências, como remoção da conta, restrições adicionais ou bloqueio, e se surgirão novos desdobramentos sobre o caso.
Em caso de confirmação oficial de registro policial ou abertura de investigação relacionada ao episódio, a orientação é atualizar as informações, mantendo claras as distinções entre o que já foi formalizado e o que ainda está em apuração.