STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado em uma UTI em Brasília após apresentar calafrios e vômitos, segundo relato público de seu filho Flávio Bolsonaro. Exames indicaram um quadro de pneumonia/broncopneumonia, descrito como grave por médico que acompanha o caso, com alerta para risco de evolução para complicações severas em pacientes acima de 70 anos.
De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (13), Bolsonaro foi levado a um hospital na capital federal após passar mal durante a noite e a manhã. Os sintomas foram relatados por Flávio Bolsonaro em rede social. Horas depois, reportagens confirmaram a internação em unidade de terapia intensiva, com base em comunicado médico que classifica o quadro como grave.
As publicações apontam diagnóstico de pneumonia/broncopneumonia, com menção a tratamento com antibiótico intravenoso e suporte clínico não invasivo. Parte das reportagens faz referência a provável origem por aspiração. O quadro é visto por médicos como de risco, com potencial de evolução para evento potencialmente mortal em pessoas da faixa etária de Bolsonaro.
Jair Bolsonaro passou mal na Papudinha na madrugada desta sexta-feira (13/2)
Foto: Gustavo Moreno/STF
A Associated Press informou que o hospital em Brasília colocou Bolsonaro na UTI com pneumonia e citou declaração do médico Brasil Caiado, que classificou a situação como séria. Segundo o relato, a pneumonia em pacientes acima de 70 anos pode evoluir para septicemia, quando a insfecção se dissemina pela corrente sanguínea, elevando o risco de desfecho potencialmente fatal.
Já o El País e o Huffington Post (Espanha) relataram que um boletim ou comunicado médico do hospital DF Star descreveu broncopneumonia bacteriana bilateral, com necessidade de internação em UTI e tratamento endovenoso, o que reforça a gravidade do quadro clínico descrito nas reportagens.
Informação ainda em apuração: até o momento, não foi localizado, nesta checagem, o PDF ou a íntegra do boletim médico de 13/03/2026 em fonte primária brasileira, como site do hospital, nota oficial publicada na íntegra ou repositório oficial. As descrições se baseiam em veículos que afirmam reproduzir o conteúdo do comunicado.
A internação de Bolsonaro tende a impactar diretamente sua agenda política e judicial, com possível adiamento de compromissos, entrevistas e movimentações públicas. O estado de saúde do ex-presidente também provoca reação imediata entre aliados e adversários, alimentando o debate nas esferas política e institucional.
Em Brasília, a condição clínica de uma figura central da política nacional costuma gerar manifestações no Congresso, em partidos e nas redes sociais. Nesse cenário, cresce o risco de circulação de boatos e desinformação, o que torna ainda mais relevante o acompanhamento de comunicados oficiais da equipe médica e do hospital.
Em casos de internação em UTI, é comum a circulação de supostos laudos, imagens de exames e “prints” sem verificação. A recomendação é considerar apenas comunicados do hospital, declarações formais da equipe médica e registros de veículos com histórico de checagem.
Entre os pontos a serem monitorados estão a divulgação de novo boletim médico, com data, horário, assinatura e identificação da equipe, além de eventual mudança de UTI para enfermaria. Também é relevante confirmar, a partir de fontes primárias, detalhes técnicos citados por reportagens, como origem por aspiração, bilateralidade do quadro, tipo de bactéria e necessidade de oxigênio ou ventilação.
No campo político, a orientação é acompanhar manifestações de familiares, advogados e lideranças partidárias, distinguindo declarações de cunho opinativo de informações clínicas verificáveis, em um contexto em que o quadro de Bolsonaro é tratado como grave e com risco de evento potencialmente mortal para sua faixa etária.