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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um homem suspeito de matar o cachorro do vizinho e arrastar o corpo do animal por vias do bairro no Morro do Sertão, em Santo Aleixo, em Magé, na Baixada Fluminense.
O crime aconteceu em 17 de março, e parte da ação foi filmada. As imagens circularam nas redes sociais e deram origem à investigação.
Vagner Costa Rabello foi preso em casa por agentes da 65ª DP (Magé)
Foto: Divulgação
O suspeito foi identificado como o desempregado Vagner Costa Rabello, de 33 anos. Ele foi preso por agentes da 65ª DP (Magé), após a delegacia instaurar procedimento a partir da divulgação do vídeo.
A prisão preventiva foi cumprida nesta terça-feira (14), por determinação da Justiça. Segundo a polícia, Vagner foi detido em casa.
De acordo com a Polícia Civil, o animal — um vira-lata chamado Bob — pertencia a um vizinho do suspeito. As investigações indicaram que o cachorro costumava circular pelo terreno de Vagner, o que o incomodava.
Ainda segundo os policiais, havia desavenças antigas entre os dois. A apuração também aponta que, em dezembro do ano passado, o suspeito já teria agredido o tutor do animal, quebrando o braço da vítima.
Parte do crime foi filmado; animal foi arrastado por vielas do Morro do Sertão, em Santo Aleixo, em Magé
Foto: Divulgação
A 65ª DP afirma que Vagner matou o cachorro com uma pedrada na cabeça. Em seguida, ele foi filmado arrastando o corpo do animal pelo Morro do Sertão, em direção a uma área de mata, onde teria se desfeito do corpo.
O cadáver do cachorro não foi encontrado.
Na delegacia, Vagner confessou o crime, mas alegou que matou o animal por piedade, dizendo que teria encontrado o cão agonizando. Essa versão, contudo, foi refutada pela investigação, incluindo imagens e depoimentos.
Segundo a Polícia Civil, o homem possui 16 registros de ocorrências anteriores, incluindo crimes de ameaça, lesão corporal gravíssima, violência contra a mulher e roubo. Para os investigadores, isso demonstra um histórico de violência.
Vagner foi autuado por maus-tratos a animais domésticos com resultado morte. Se condenado, pode pegar de 2 a 5 anos de prisão.